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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

8 anos de responsabilidade

No período eleitoral dei por mim a pensar nos aventureiros que andaram nos últimos anos a governar o clube. Pensei em como desde o final do período de Dias da Cunha, após a aliança com o aprendiz do corrupto, desde que começou a assumir posições de anti democracia societária, que me conheço como opositor do sistema governativo do Sporting.
Independentemente de discordar de algumas posições de gestão desportiva anteriores, desde que voto, ou seja, desde o período de Roquete, o certo é que foi desde o declínio de Dias da Cunha, e nomeadamente desde a sua imposição de sucessão dinástica - a qual veio depois arrepender-se - que me tenho como opositor do sistema.
E feitas em contas já lá vão cerca de 8 anos.
Foi um período que atingiu o auge durante o mandato de Soares Franco. Durante este período nunca votei em Soares Franco e sempre votei contra nas AG'S de venda do património. Não votei JEB nem GL. Não aprovei nenhuma medida destes dois. Nem mesmo o pavilhão em Odivelas, pois agora bem se podia esperar pelo cumprimento de mais uma promessa. A única que aprovaria seria o nome do auditório Joaquim Agostinho.
São 8 anos de oposição consistente e anti-aventureira, da qual me orgulho.
Espero que no futuro o Sporting possa inverter a situação e o rumo da segurança e estabilidade.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sumário: revisão da matéria dada

Excelente artigo do "Chirola" no fórum SCP!!! É algo extenso (pois os factos assim o obrigam) mas é um dever Sportinguista lê-lo, e divulgá-lo...

ps: curiosamente, faz hoje 41 anos que contratámos o Yazalde!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O clube dos arguidos ou 3-1

O Benfica teve Vale e Azevedo, é certo. Mas o Sporting, mantendo acesa a chama da rivalidade, não lhes fica a atrás. Depois de termos tido um ex-presidiário na presidência do clube, que continuou a braços com a justiça, e depois de Luís Duque ter sido constituído arguido na sequência das investigações relacionadas com o BPN, chega a vez de Filipe Soares Franco ser apanhado pela Operação Furacão. mas claro, há sempre uns pategos que acham que uma gravata e uma morada na Quinta da Marinha tornam qualquer um numa pessoa respeitável. Mas estes não são Jesse James, Dillinger, Bonnie and Clyde, ou mesmo Zé do Telhado, todos eles bandidos sociais, heróis populares. Estes são bandidos do social. Sem direito a baladas e sem charme.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A ruptura (ou não)

No que era suposto ser uma linha de continuidade muita coisa mudou. Sairam Carlos Freitas, Soares Franco, Pedro Barbosa e Miguel Ribeiro Telles (as principais figuras dos últimos anos). Já aqui tínhamos referido a solidariedade entre os membros da anterior equipa de gestão do clube e da SAD. Com ferros mataram Dias da Cunha, Meireles e Peseiro, com ferros, mas devagar, morreram às mãos da equipa de Bettencourt.
Neste contexto o que parece ser estrutural no SCP e na SAD não é a troca de treinador. Esta mais parece ser uma consequências das guerrilhas internas, onde Sá Pinto, Nobre Guedes (não esqueçamos que foi o arquitecto da operação financeira que Soares Franco propôs aos sócios) e Salema Garção, para quem se inventou uma nova função no futebol mundial, apenas e só (provavelmente) para o prendar pelos serviços prestados, ocupam os lugares vagos.
Isto é, acabámos de assistir sob o manto da continuidade a mais um golpe palaciano no lugar de Alvalade. As consequências desportivo-financeiras ainda estão por apurar. O projecto de Soares Franco passou numa versão um pouco mais moderada. Acredito que rapidamente, antes do final do mandato, vamos ter a conclusão do projecto financeiro de Soares Franco, embora liderado por outros e beneficiando, com certeza, outros interesses alheios ao SportingCP. Na comunicação o suposto carisma e a entrada à bravo da quinta foi um desastre, que se resolveu com silêncio e dinheiro. Dinheiro que está a ser gasto à bruta. Sobre a política contratações haverá mais para dizer no futuro. A impressão com que fico, das contratações concretas, é que depois de reforços de qualidade duvidosa, para os preços pagos, algo que torna patente não somente o desespero desportivo mas também a falta de conhecimento do mercado e de capacidade negocial, o peso de um falhanço estará nas mãos de Carvalhal. Ou seja, embora mal e porcamente gastos, os 10 ou 15 milhões que agora se vão estoirar garantem uma almofada de segurança à direcção numa época desportiva desastrosa e possibilitam as operações financeiras que todos aguardamos com a expectativa do costume.
E para acabar, mais uma frase feita: é preciso que algo mude para que tudo possa continuar na mesma.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Política de terra queimada

Com base nesta notícia é caso para dizer que o pavilhão morreu.
E é o meio próprio para mandar soares franco pró caralho.
Tal como os políticos em vésperas de deixarem o puleiro, este tipo deu a machadada e abriu caminho para que nos próximos 4 anos não seja possível a construção do pavilhão. Só se for demolirem a casa dele em cascais e fizerem um court de ténis um mini pavilhão para a prática de polo aquático.
Reparem bem no encanto do presidente da câmara com a proposta do Sporting. Mais uma vez o Sporting colocou os seus interesses ao serviço de terceiros e prejudicou os seus próprios interesses.
Como Sportinguistas é mesmo o que queremos é mais projectos imobiliários e mais casas. Vamos investir nesta novidade que é dinheiro certo.
No fim o tipo que é presidente do Sporting vingou-se. Há má fila foi negociar uma dívida na qual os terrenos que vez de irem para o pavilhão (que ele despreza) irão para reabilitação urbana (e não, não se vai reabilitar alterando o PDM e construindo um pavilhão não sei onde).
A vingança, portanto, consumou-se no fim soares franco consegui o que queria, um clube só de futebol. O resto já está em marcha.
Se alguém lhe aplicar um correctivo tipo dias ferreira (que funcione mesmo) terá a minha simpatia e o meu agradecimento.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Pânico e o barro à parede

O previsível anúncio da recandidatura de Filipe Soares Franco não apanha propriamente ninguém desprevenido. É certo que ainda não se trata de um anúncio oficial mas as notícias não saem por acidente e alguém a terá plantado no Público, um órgão de comunicação de "referência", à espera que desse flores. Entre as flores mais esperadas encontra-se uma candidatura de oposição. Uma candidatura que a "situação" espera que seja um girassol, sempre a rodar em torno do nosso Rei Sol, ou pelo menos do príncipe herdeiro. Ora, se formos a ver bem não percebo o stress que para aí vai nas caixas de comentários, nos blogues e sensibilidades diversas do sportinguismo. As eleições ainda não estão marcadas, a época desportiva está em curso e apesar da notícia de recandidatura de FSF esta ainda não foi oficializada. Nem sei se já está aberto o período de entrega de candidaturas. Acho que o povo chama a isto mandar barro à parede. Objectivamente a candidatura de continuidade também ainda não existe e essa candidatura inexistente também não apresentou nenhum programa. A única coisa que se sabe é que essa candidatura quer desmembrar o clube e espera legitimação eleitoral para o conseguir. Essa candidatura imaginária também ainda não disse o que pretende fazer caso os sócios do Sporting Clube de Portugal voltem a chumbar as propostas de "reestruturação financeira". Como alguém disse, um voto não é um cheque em branco e os estatutos do Sporting também não o tomam como um cheque em branco. Há questões que, de acordo com os estatutos do clube, ultrapassam a esfera eleitoral. Gostaria, neste contexto, de saber para que é que serve o discurso confrontacional do ainda presidente do clube, e ainda não se sabe se futuro candidato, dirigido ao que desrespeitosamente chama de minoria de bloqueio. Imaginem uma família, uma comunidade, um país ou um planeta que considerasse que 30% dos seus membros são dispensáveis e os tratasse como tal. Que imagens é que vos surgem imediatamente na cabeça?

Surpresa ou já nem vale a pena fazer comentários

A falta de projectos alternativos a poucas semanas das eleições para a direcção do Sporting e as muitas pressões de personalidades “leoninas” dentro e fora dos corpos sociais do clube convenceram Filipe Soares Franco a recuar no seu propósito de não se recandidatar à presidência do clube e a avançar para um novo mandato.

No último sábado, dia da recepção ao Estrela da Amadora, informou os seus mais directos colaboradores e apoiantes que estará disponível para continuar à frente do clube.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

O cair da Máscara

Para quem ainda tinha dúvidas, ou certezas, sobre a idoneidade das pretensões do CD do Sporting, elas ficaram bem patentes neste comunicado. O CD do Sporting acaba de informar que a AG datada para 8 de Maio no qual se iria votar o plano (mais um) de reestruturação financeira foi cancelada.
Na AG da passada sexta-feira o que estava em discussão e o que foi afirmado pelo Soares "só de uma palavra" Franco era que aquela AG servia unicamente para discutir o sistema de votação da AG de 8 de Maio, não se debruçando sobre esta mesma. O que agora se verifica é que a proposta do referendo era apenas uma MENTIRA. Com efeito, o chumbo da proposta e o modo de que a proposta de reestruturação financeira não passasse levou a cancelar a mesma. De facto a AG de sexta-feira era uma mentira, apenas servia para que a proposta de reestruturação financeira passasse à marretada, já que não passava a martelo.
Com esta decisão caiu a máscara que guardava a reles mentira com que apregoaram as boas intenções do Referendo.
Sinto-me de consciência tranquila por ter votado não e ter contribuído para que a mentira viesse ao de cima.

SPORTING CLUBE OU NADA!
HASTA LA VICTORIA, SIEMPRE!

P.S.: já é segunda-feira e continuo à espera que o site do Sporting publique o programa eleitoral de soares franco, no qual ele dizia que não prometia um pavilhão até ao fim do mandato, apenas um terreno. Não quero acreditar que o presidente minta aos sócios, nunca...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Consensos

Um dos consensos sobre o debate de domingo é que não aprendemos nada que já não soubéssemos. Até certo ponto é verdade. Mas a conversa ajudou a perceber que nem entre os dois últimos presidentes do clube se consegue chegar a um número para o passivo ou, como carinhosamente foi apelidado durante o debate, o buraco. Os dois senhores nem sequer se conseguiram por de acordo quanto à existência ou não de contas consolidadas de todo o grupo Sporting. Tudo elementos que tornam ainda mais premente uma auditoria externa às contas de todo o grupo Sporting desde a inauguração da era Roquette.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A Frase

"Não tenho sensibilidade para lidar com os núcleos, sou defensor da linha investidora para o futebol (...) choca com sócios." (FSF)

Mania que somos espertos

O Cacifo fez o mesmo que nós. Só que melhor.

O Leão da Estrela, com uem ultimamente tenho estado mais ou menos sistematicamente em desacordo lança umas pérolas:

Como ficou patente ao longo do debate, o Sporting – que há muitos anos está em declínio no plano desportivo e a lutar contra um défice que não ara de aumentar – é hoje uma coutada de umas elites que não passam de agentes de negócios, hoje em representação dos interesses bancários.

Mas só o facto de Franco se colocar ao lado da SAD contra o clube, acusando o seu antecessor de ter sacado (o nível da linguagem é delicioso…) dinheiro da SAD para o clube, ou perguntando-lhe quanto é que o clube deve à SAD, foram momentos susceptíveis de terem colocado em pé os cabelos de qualquer sportinguista.

Depois deste debate entre Soares Franco e Dias da Cunha, torna-se claro para os sportinguistas que é uma sorte que ainda haja uma equipa de futebol do Sporting Clube de Portugal, com jogadores como Lideson, João Moutinho, Danbiel Carriço, Adrien Silva, Izmailov, Derlei, entre outros.

domingo, 12 de abril de 2009

Balanço

Nada de novo. Tudo como dantes.

Round 4 - O Futuro (III)

A próxima direcção não fica de mãos atadas?
Não. O Sporting é um clube desportivo.

E não há alternativas?
Há. Vender jogadores.

DC - torna-se claro. O Dr. Soares Franco não quer o clube. Quer uma empresa.

A transmissão fica por aqui. Até sexta.

Round 4 - O Futuro (II)

Soares Franco diz que há garantia que o Sporting nunca perca a maioria da SAD. Explica o processo de forma mais rápida que eu consigo escrever. As contas de SF indicam que o Sporting depois da proposta passa a ter 51,2%.

Dias da Cunha diz que duplica a participação na Sad, que será cerca de 30%, passando para a sad todos os activos do clube. Diz que o que SF diz não está na proposta. Encosta o outro à parece. Proposta sem sujeito.

Diz que SF usou pessimamente o dinheiro da venda do património. Cita Leão de Verdade. Passivo era de 240 quando SF assumiu a presidência. É 28o agora. Depois de todas as vendas nos últimos 3 anos.

DC - "A proposta é clara para si que sabe muito bem o que quer fazer".

Round 4 - O Futuro

Dias da Cunha diz que Soares Franco se propõe a espoliar o Sporting. Propões-se a fazer com que o Sporting perca a maioria da SAD. O Sporting sem a Academia, o Estádio e sem o futebol, o Sporting cavérico vai ficar nas mãos dos sócios que restarem.

SF - O que é espoliar?

DC - É retirar de dentro do Sporting os valores que restam ao clube

Round 3 - ajuste de contas

Soares Franco troca-se com os números. Dias da Cunha goza com a cena.

Chegámos aos 281. Quando Dias da Cunha pegou a coisa andava à volta dos 211 (se não me enganei). Em cinco anos o passivo cresceu 70 milhões. Investiu mais de 100. financiou 39.8 milhões de défice de tesousaria da SAD.

Soares Franco diz que houve apoios públicos mais do que suficientes para cobrir o investimento e o défice. Diz que entraram 40 milhões da MDC, por exemplo.

Resultados consolidados.
Dias da Cunha diz que a negociação com os bancos foi feita com base em passivo consolidade. SF diz que não.

2001 - 32 milhões de défice
2002 - 39
2003 - 33

Dias da Cunha que a origem dos resultados negativos é a SAD. Soares Franco diz que não.