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domingo, 12 de abril de 2009

Round 3 - ajuste de contas

Soares Franco troca-se com os números. Dias da Cunha goza com a cena.

Chegámos aos 281. Quando Dias da Cunha pegou a coisa andava à volta dos 211 (se não me enganei). Em cinco anos o passivo cresceu 70 milhões. Investiu mais de 100. financiou 39.8 milhões de défice de tesousaria da SAD.

Soares Franco diz que houve apoios públicos mais do que suficientes para cobrir o investimento e o défice. Diz que entraram 40 milhões da MDC, por exemplo.

Resultados consolidados.
Dias da Cunha diz que a negociação com os bancos foi feita com base em passivo consolidade. SF diz que não.

2001 - 32 milhões de défice
2002 - 39
2003 - 33

Dias da Cunha que a origem dos resultados negativos é a SAD. Soares Franco diz que não.

Round 2 - O buraco (III)

Dias da Cunha - O buraco de 13 milhões era cumprido com a venda de jogadores.

Soares Franco - Mas não cumpriu.
O homem não pára de interromper o outro.

Dias da Cunha - Os bancos não falam em lado nenhum de incumprimeto. O buraco é uma invenção do SF para assustar a possível oposição.

A coisa anda à volta da questão da recompra. Pelos vistos Soares Franco só sabe jogar com as palavras. Não tem argumentos. Só jogatanas semânticas.

Round 2 - O buraco (II)

Soares Franco diz que até Julho o Sporting não fez um encaixe de tesousaria de 13 milhões. O que colocou o clube em ruptura financeira.

Dias da Cunha (baseado em palavras de Meireles) acusa SF de fazer fazer uma vergonhosa campanha eleitoral à conta de um suposto buraco de 16 milhões. SF ainda não conseguiu explicar is 281 milhões de défice.

Soares Franco parece um puto nervoso. sim, sim, sim...

Dias da Cunha fala do projecto dos bancos de 2005. "Injectaram mais uns quantos milhões no Sporting"..." mês a mês acompanharam a vida do Sporting"... "os bancos estavam completamente de acordo quanto ao adiamento do pagamento".

Soares Franco cita a escritório Morais Leitão que coloca o Sporting em incumprimento.

Pelos vistos quanto à alienção do Edifício Visconde para fazer face ao buraco estava tudo de acordo. Para Soares Franco a coisa por 16 milhões com possibilidade de recompra não eram válias. O negócio teve que ser feito por 13.

Para Dias da Cunha na 4ª reunião havia possibilidade de fazer a coisa por 16 com o Banif ou 20 com outro grupo.

Soares Franco diz que os bancos exigiam a venda definitiva do património.

22.35 - Entrámos no reino da patetice.

Round 2 - O buraco

O buraco de 281 milhões afinal são trocos 600 mil daqui, 700 mil dali e mais uns trocos. Tudo junto o incumprimento não passa os 3 milhões.