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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Inacreditável IV

Confesso que tinha uma certa esperança de vir aqui escrever que o Braga tinha ganho à equipa dos corruptos! Teria sido um melhor 'inacreditável' para finalizar. Mas não. Portanto, acho inacreditável que numa final Europeia entre duas equipas portuguesas, no fim não tenha aparecido a puta dum jogador com uma bandeira de PORTUGAL! Foi ver bandeiras do Brasil, da Colômbia, Uruguai, Argentina...até lá havia uma da Roménia e outra da Polónia! A maçã podre, Varela,  Beto e Micael, 4 jogadores da Selecção, e nada de bandeira de Portugal! Mas, e que dizer do Rolando, outro das Quinas, que nem sem lembrou de atar uma bandeira de Portugal juntamente à bandeira de Cabo Verde, que insistentemente carregou em ombros!!! É inacreditável!

domingo, 30 de maio de 2010

Queremos pavilhão!

O Sporting venceu hoje, no Pavilhão de Almada, frente à equipa polaca MMTS Kwidzyn, a Taça Challenge, em andebol. O jogo foi vivido em ambiente de autêntico delírio por todos os presentes. Mas a festa também não deixou de ser uma jornada de luta por um outro Sporting. Uma modalidade sem SAD e sem grande orçamento ganhou uma competição europeia. Bettencourt foi vaiado quando desceu ao terreno de jogo no final do encontro. As massas exigiram com a sua presença. com o seu entusiasmo e com cânticos o pavilhão.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Instantes decisivos ou nunca mais é quarta ou ainda o mochilas é o meu melhor amigo

Quando se soube que o jogo do Iordanov afinal, e graças aos tribunais, afinal ia mesmo para a frente o Oceano mandou-me o link para o vídeo que têm aqui nesta posta. Ao rever o vídeo não deixo de ficar atónico com o contraste entre as esperanças que naquele momento se cristalizavam em torno de uma rara conquista, uma massa associativa absolutamente fiel e apaixonada, um conjunto de jogadores de valor e que sentiam o clube, de facto, e o futuro que se aproximava. Ao ouvir e relembrar Iordanov, Balakov, Vujacic, Marco Aurélio, Carlos Xavier ou o Filipe não consigo deixar de sentir que aquelas pessoas se sentiam, de facto, bem entre nós. E as saídas de quase todos eles foram tristes e conflituosas, ainda que tenham sido figuras absolutamente centrais na vida do clube que viveram a transição entre o buraco de Jorge Gonçalves e o advento da SAD. Registei expressões como "acabámos com esta brincadeira de 13 anos", "agora vamos ganhar mais coisas", "é uma nova página que se abre", "o início de uma nova era". Essa era, de facto, já se encontrava no relvado.

Santana Lopes, recém eleito presidente e mandatado para implementar o Projecto Roquette, não teria pudor em considerar o título como seu, face a um Sousa Cintra remetido aos bastidores e injustamente esquecido. O referendo mais cruel da história do Sporting estava em preparação. Pouco tempo depois desta rara conquista receberia em casa um envelope onde me exortavam a optar por uma modalidade a manter entre três: andebol, basquetebol e voleibol. Escolhi o andebol, que vai este ano à final da Taça Challenge. Todas as outras modalidades profissionais (e não amadoras, como por aí ainda é costume dizer-se) seriam extintas, com excepção do atletismo. Seguir-se-iam catrefadas de treinadores, não sei quantos projectos financeiros, não sei quantos golpes palacianos, presidentes, comunicados à CMVM e projectos imobiliários. Não sei quantas alienações de património, assembleias gerais escaldantes e uma dívida galopante entre muitas e muitas e muitas contratações de jogadores sem nexo quase nenhum. A este propósito vale mesmo a pena ler a posta de Kovacevic que analisa as últimas 57 contratações do Sporting. Deixei para o fim, e propositamente, o Figo e o Peixe. A formação já dava craques de primeira já nessa altura A.S. (antes de S.A.D.). Eles já eram mal aproveitados já nessa altura. Ainda assim, e olhando para a lista de Kovacevic, foi dentro de portas que criámos os nossos melhores jogadores ao longo dos últimos anos. Foi na manutenção de alguns valores seguros que construímos boas equipas. Agora, a bem da circulação do dinheiro, e num clube falido, compramos 8 e 9 jogadores de merda por ano que no ano seguinte se vão embora. Milhão a milhão se cria um buracão. Na escolha do adjunto da casa para Paulo Sérgio pesou mais a amizade de Costinha do que o serviço efectivo ao clube. Homens como Litos ou Paulo Torres foram esquecidos em detrimento de Nuno Valente, que é sobretudo um amigo de Costinha. É sobretudo um tipo que vai vigiar o treinador.

Em quase todas as áreas da vida do clube a SAD parece ter trazido muito pouco de novo. O que se fazia bem continua a fazer-se. O que se fazia mal também se continua a fazer. Agora o que não consigo deixar de notar é que aquele instante cheio de promessas de uma nova era que se abria se revelou um pesadelo interminável. Ganhámos muito pouco depois daquele momento mas perdemos muito. Perdemos sobretudo a noção de quem somos e a capacidade de nos rodearmos de pessoas entusiásticas, com uma certa dose de ingenuidade, genuinamente felizes por se encontrarem entre nós e com palavras bonitas e simpáticas no momento da despedida. Pessoas competentes a quem se dá estabilidade mas que também amam o clube. Eu tenho saudades dessa merda! Tenho mesmo muitas saudades. Quarta-feira lá estarei para as assassinar a sangue quente. Quarta-feira vamos ter um bocadinho do NOSSO SPORTING de volta. Iordanov Forever! Já ando a cantarolar: "a terra estremeceu e verde se tornou", la, la la, la, la, la, la, la e por aí fora.

domingo, 11 de abril de 2010

O meu treinador

O Leão da Estrela abriu uma página no facebook para os que desejam a Manuel Fernandes para treinador do Sporting na próxima época. Não vou agora estar aqui a explicar porquê (porque não tenho tempo e as razões são muitas e não passam apenas pelo sportinguismo do Manuel Fernandes) e porque nem eu nem a última roulote temos um facebook deixo aqui o link para a página: Manel a treinador!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Mais uma boa notícia

A maré não pára de encher. Apesar de o Mãos ao Ar estar fechado há algumas semanas, ainda vou lá com regularidade para ter a certeza de que acabou mesmo. Hoje ficámos a saber que o Bulhão vai andar pelo Bola na Rede B. B de Bulhão, certamente.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Proximidade e cumplicidade

Entregava também a correspondência aos jogadores de futebol do Clube, o que me permitiu criar alguma familiaridade com atletas que admirava desde pequeno e que me fizeram crescer a gostar do Sporting. Como ia ganhando várias provas e batendo Recordes, a convivência era de respeito entre todos, criando amizades fortes, do dia-a-dia a conviver no mesmo espaço. Se fosse um emprego normalíssimo, naturalmente que o relacionamento teria sido outro, mas como também era um atleta de alta competição, treinando no mesmo local que eles, a proximidade e a cumplicidade eram muito fortes.

Jorge Vicente, Fernando Mamede, «o recordista», Lisboa, Sete Caminhos, 2005, p.41.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Dar música ao Sporting II

O Paulinho interrogava-se lá em baixo a razão porque só nos calham em sorte malhas xaroposas e pataqueiras. Enquanto circulava pela blogosfera dei de caras com o Tesouro Verde que dedica uma das suas postas ao hino cantado pelos campeões de 1982. Já tinha ouvido a música nas imediações do estádio, ao pé da casinha da Juve, mas não sabia o que é que era, nem quem cantava, nem quem escreveu o tema (Luís Filipe Barros, do Rock em Stock, que dava na Rádio Comercial) É ir ao tesouro para saber mais. E que tal convidar a Isilda Sanches para escrever uma malha na próxima época?



E já agora, se alguém tiver o Fadinho do Sousa Cintra é favor enviar para a caixa do correio.

sábado, 19 de dezembro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O zé vai pagar?

Agora com a eleição de antónio costa para a câmara de Lisboa com maioria absoluta, todos esperamos que a câmara pague/entregue aquilo que deve ao Sporting.
Seria engraçado que o zé, o ex-bloquista que afastou as roulotes do estádio de Alvalade, fosse lá entregar o cheque/escritura.
Espero que o facto destes dois tipos serem lampiões não faça deles caloteiros.