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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Descoberta da técnica da invisibilidade

Mais um "candidato", mais conversa, mais tiradas mais ou menos secas sobre mundos e fundos e maçãs e minhocas.
Mas nada, também mais uma vez, que coloque os Sportinguistas no centro do debate. Os artistas principais deste espectáculo, continuam a ser tratados como ratos de laboratório...
Falando de laboratório, estão enganados os cientistas: no Sporting há muito que se descobriu a técnica de tornar os Sportinguistas invisíveis...
Enquanto tudo isto vai acontecendo, num outro canto do universo, um buraco negro vai-se formando.

Costinha é um Costa pequenino...

Eu dava-te o ruinoso!!!! A ti e à cambada toda que passeia a peida pelos corredores de Alvalade neste momento.
Tribunal Sportinguista JÁ!!!!!!!!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O Roquette do "projecto"

Vale a pena ver este video. E vale tudo (estejam à vontade...) para exprimir o sentimento de ultraje (quem se sentir ultrajado, evidentemente!) que ele gera. A obrigação de levar este cavalheiro a comparecer perante um tribunal sportinguista é um ponto sine qua non para eu considerar sequer qualquer candidatura nas eleições de Março...




PS- Como o mundo não é a preto e branco, para além dos elementos de carácter emético que este video contém há aqui também elementos que nos aconselham prudência na sua análise. O dr. Róquette tem medo dos mecenas. Terá medo das "candidaturas" que se parecem perfilar no horizonte, e que parecem indiciar uma nova espécie de mecenato no Sporting. Também eu. Nesse aspecto estamos de acordo, mas só nesse!
O que eu não quero mesmo é subsitituir um mecenato por outro. Quero um Clube responsável, em que os Sportinguistas tomem conta do seu Sporting, sem ge(re)nte providencial, nem linhas bancárias preferênciais... As linhas bancárias são TODAS más. Não tenham ilusões!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Ressurgir

O Sporting tem uma oportunidade única para ressurgir das cinzas em que se enterrou ou se deixou enterrar. O que precisa é de um programa consistente e de gente capaz e descomprometida com a gestão da linha Roquete, que nos tire desta situação absolutamente miserável que 15 anos de desgoverno Roquetista conduziu o Clube. Os sócios do Sporting têm de ter atenção: o problema dos bancos não é "programa". Programa é uma nova orientação política para a direcção do Sporting. A negociação da dívida não é um objectivo programático em si. Um programa é um conjunto de princípios onde se enquadrará este como outros problemas que afligem o Sporting e que é preciso resolver.
Também não é um objectivo programático chamar à responsabilidade as direcções anteriores. Precisamos de entrar numa nova era, precisamos de nos ver livres das figurinhas e dos figurões que conduziram o Sporting à sua situação presente e entalá-los não é uma questão programática. Hão-de ter de pagar pelo mal que fizeram ao Sporting, mas não é esse desígnio que deve orientar agora um programa. Programa é um conjunto de princípios (não há princípios, há muito tempo, na gestão do Sporting!) e é disso que precisamos.
Primeiro objectivo: um programa.
E temos de ter atenção para ver se os lobos que nos empurraram para o buraco onde o Sporting neste momento se encontra não aparecem vestidos de carneiros a querer fazer aquilo que tiveram oportunidade de fazer durante 15 anos e não fizeram.
Segundo objectivo: fim da tróica Roquetista.

sábado, 8 de maio de 2010

Passagem de modelos

O Sporting joga amanhã a última partida desta temporada. Foda-se, acabou-se o martírio desta época! Chega ao fim uma época que foi um desastre em toda a linha, quase, ou mesmo, histórico.
Mas, ao contrário do que seria talvez mais lógico e até compreensível pensar, esta não é uma época para esquecer. Esta é uma época para lembrar! Nunca mais a devemos esquecer, como não devemos também esquecer todos os factores que ao longo desta época e das épocas anteriores conduziram a este lindo serviço.
Só quando os Sportinguistas fizerem este exercício, de forma livre e despreconceituosa, é que poderemos aspirar a criar um novo Sporting, longe do pesadelo desta época. O que se passou este ano é o corolário de uma era dominada por um figurino que falhou redondamente. É o modelo que está totalmente errado.
Se este modelo não for radicalmente alterado só podemos esperar mais do mesmo. Não tenham ilusões.