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terça-feira, 13 de julho de 2010

Amador mais amador não há!

Queirós tem razão.
A federação é mesmo uma estrutura amadora.
Só alguém muito amador é que celebraria um contrato por 4 anos com um treinador com o currículo deste.
Mas desconfio que isto está longe do amadorismo típico de uma associação cultural, recreativa e desportiva.
Tem mesmo contornos de gestão danosa, a fazer fé nas notícias de hoje.
O amor à pátria afinal paga-se caro.
Alguém de carácter sério pode considerar que não é gestão danosa pagar mais a um treinador por ficar nos oitavos de final do que a outro que foi finalista no euro 2004?
O típico provincialismo do porreirismo lusitano em fulgor.

P.S.: entretanto o tal seleccionador que disse ser urgente acabar com a mentira e a calúnia no futebol português, veio dizer que afinal disse o que disse que não tinha dito.
Ele não mente, não é o Scolari, apenas diz coisas que não eram bem o que queria dizer, ou quando as diz é num sentido não pejorativo, ou seja, se dissermos que a participação da selecção no mundial foi amadora, isto até pode ser um valente elogio.
Brutal!

terça-feira, 29 de junho de 2010

A Criação Virou-se Contra o Criador

O criador (Queiroz) quis criar a sua criação - um capitão que não o é(ra).
A criação, sempre adulada como sendo melhor do que o restante todo, quando se vê acossada entrega o criador nas mãos da turba.


A mensagem tem toda a razão no conteúdo, não só pelo último jogo mas pela pequenez incutida desde a convocatória até às opções tácticas e substituições sem dimensão de audácia.
Não pode é ser nunca o líder (capitão) o mensageiro da tentativa de capitulação do comandante.
Exceptuam-se as situações encomendadas e de golpe interno para a deposição.

p.s.: amanhã sempre podermos assistir a mais uma encomendada e cuidada nota de impressa, óbvia e sem a naturalidade da declaração espontânea de hoje.

terça-feira, 15 de junho de 2010

O meu 11 contra a Costa do Marfim

Eduardo.
Paulo Ferreira, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Coentrão.
Pedro Mendes, Veloso, Meireles, Deco.
Ronaldo e Dany.

Seria o onze em melhor forma.
No meio campo um trinco - Pedro Mendes, dois médios centro, Veloso pela esquerda e Meireles pela direita e Deco a 10.
No ataque dois avançados móveis.

Para as substituições, caso fosse preciso reforçar o ataque, era tirar o Veloso ou o Meireles (ou ainda tirar o Pedro Mendes e passar o Veloso a pivot defensivo) e colocar o Hugo Almeida como ponta fixo, abrindo o Ronaldo e o Dany nas alas.

Uma alternativa de contenção no meio campo e em contra-ataque seria tirar o Veloso ou o Meireles, passar o Deco para médio centro e colocar o Simão a avançado móvel com o Ronaldo e o Dany a jogar atrás deles como segundo avançado.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Já avisaram o Queiróz para jogar hoje no euromilhões!

Drogba desfalca Costa do Marfim

Agora só falta mesmo o professor de faculdade prometer que deixa crescer a barba se as Coreias entrarem em guerra, assim só seria preciso empatar com a costa do marfim (já que para marcar golos vai ser preciso dominar a Jabulani) e depois perder com o Brasil por menos um golo do que a Costa do Marfim vai perder, e já estava cumprido o objectivo mínimo.

Agora não sei como é que a teoria que o professor era um homem sem sorte vai ficar.
Não me digam que os maiores resultados da vida dele (o número 6) afinal eram decorrências tácticas e de substituições no banco...