Mostrar mensagens com a etiqueta AG. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta AG. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Justa Causa
Se, de facto, se confirmarem os rumores de que o Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal interpôs uma providência cautelar contra a Mesa da AG, por forma a impedir a realização da AG exigida por mais de 800 sócios, não se pode convocar outra AG alegando como justa causa a vergonha que esta providência representa para o associativismo leonino e para a democracia no clube?
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Dar Rumo ao Sporting e a AG por vir
Anda-se por aí e lêem-se coisas. Uma das mais chocantes diz respeito à ausência de sentido democrático e de espiríto de união daqueles que afirmam, à partida e sem mais e para simples efeito demagógico, que sem alternativas assumidas votam Não a uma destituição da direcção. A esses convém lembrar que nada impede a direcção em funções, e eventualmente destituida, de concorrer a um novo escrutínio e até mesmo de o vencer. A marcação de novas eleições nesta altura, independentemente do seu desfecho, traria ao clube vantagens consideráveis. Tendo em conta que todos os argumentos usados por Godinho Lopes candidato foram anulados pela gestão de Godinho Lopes-presidente, - treinador, estratégia desportiva, gestores desportivos, membros da direccção, estratégia financeira - a direcção não tem, no presente, legitimidade democrática. Se, porventura, e miraculosamente, Godinho Lopes vencer novas eleições renova a legitimidade e fica com carta verde para prosseguir o eventual rumo que possa eventualmente ter. Se perder, dando lugar a outras soluções os seus proponentes ficam com tempo para preparar a próxima época desportiva e, mais importante, outro tipo de meios para ponderar a melhor forma de responder aos dramáticos desafios financeiros que se anunciam. Neste momento, e em relação à marcação de eleições os posicionamentos dos sócios do Sporting não se dividem entre aqueles que são a favor e os outros que são contra este ou aquele. A linha de clivagem fundamental no interior do nosso clube é entre aqueles que defendem a clarificação e a união e aqueles que pugnam pela confusão e pela divisão.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Porrada na AG, ainda a procissão vai no adro
Há já muitos anos que várias pessoas, interessadas pelos destinos do Sporting Clube de Portugal (interessados de forma desinteressada, isto é, sem negócios com o Clube, lugares a defender, agendas mais ou menos escondidas, carreiras a necessitar de muleta, ou necessidade patológica de aparecer na foto...) alertaram para a necessidade de preservar a UNIDADE do Sporting. Há muito que se via que a direcção pela qual o Clube seguia ia suscitar reacções mais enervadas e, em pouco tempo, clivagens profundas iam surgir.O problema do Sporting, meus senhores, não é nem um problema financeiro, nem um problema desportivo! O problema do Sporting é simplesmente o da UNIDADE e o da inexistência de uma figura capaz de a suscitar entre os que se dizem Sportinguistas. Tudo o resto vem atrás. Os malfeitores que sucessivamente têm ocupado os cargos de direcção do Clube deixaram —por inépcia, por interesse, por má-fé, por desleixo e, também, por falta de estatura— destruir a UNIDADE do Sporting e o resultado está aí.
Os problemas do tipo que o Sporting enfrenta hoje e os males de que padece resolvem-se com uma única ferramenta: obediência cega e intransigente ao ideal original Sportinguista. Mas o ideal Sportinguista foi destruído quando o Sporting virou empresa e entrou para a sua direcção um grupelho de traidores do ideal Sportinguista. Foi nessa altura que os problemas começaram.
Ontem, as ameaças que se vinham a fazer sentir há muito concretizaram-se. Pode-se apequenar o sucedido, pode-se dizer que foi um desacato menor entre este ou aquele, sem significado. Mas, isto é apenas a ponta do icebergue. Outros virão e cada vez mais sérios.
O problema, repito, do Sporting é o da inexistência de alguém capaz de unir e dar corpo à força do Sporting. E o dilema é este: quem pode não quer e quem quer não consegue. Hoje o Sporting é uma plataforma por onde se cruzam tráfegos de várias origens, com uns senhoritos sentados na torre de controlo a dar ordem de passagem a uns, a mandar parar outros, a desviar outros ainda. Sinaleiros da desgraça. O polícia sinaleiro-mor —a quem antigamente se chamava o "cabeça de giz"— limita-se a atrapalhar ainda mais o engarrafamento.
Uma coisa é certa. As clivagens estão aí, assumidas, para aprofundar e radicalizar cada vez mais.
A menos que... A menos que surja um Sportinguista, não comprometido de todo com o desastre deste últimos 15 anos, que consiga novamente unir os sócios em torno do ideal Sportinguista, e o reponha na sua condição de GRANDE.
Tal como está o Sporting, neste momento, é grande, mas apenas na significativa quantidade de merda de gente que tem à sua frente, ou que, não estando à frente, parece que está. É vê-los perorando, por tudo e por nada, sobre o estado do Clube, como se fossem marcianos caídos aqui por engano. Essa gente revela-se a cada instante uma vergonha e uma traição permanente ao ideal Sportinguista.
Traidores e oportunistas! Todos!
Custe o que custar admitir isto! Se me conseguirem demonstrar (com factos, reais!, e sem argumentos demagógicos!) o contrário, eu retrato-me...
Subscrever:
Mensagens (Atom)