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sexta-feira, 13 de março de 2009
Amanhã
Desde de 2003 que sempre adquiri a Gamebox. Aliás a primeira Gamebox foi ainda em 1996, ou por aí. Uma gamebox que era mais uma caderneta de rifas. Os bilhetes todos iguais e a serem picotados individualmente e jogo a jogo. Fundo preto e pequenos símbolos do Sporting espalhados pelo bilhete. Este ano e depois da Assembleia de 28 de Maio resolvi não comprar a Gamebox. O espiríto foi "nem mais um euro para a SAD". O meu pequeno contributo, com muito sacrífio pessoal, para a salvação do clube. O espiríto foi que numa SAD falida ninguém pega. Mais ainda, foi uma tentativa de entrar em diálogo com os gestores da SAD e a direcção do meu clube na única linguagem que eles percebem: a do dinheiro. O número de sócios dimiuiu ao longo dos últimos três anos e o número de gameboxes vendidas esta época caiu drasticamente. Nem todos os grevistas terão a mesma motivação que eu. Uns terão abandonado a causa simplesmente por cansaço. Outros desertaram insatisfeitos com a qualidade do futebol. Outros terão sofrido as consequências da situação económica. É certo que fui ao Restelo e à Amadora. Vi também três ou quatro jogos na nossa casa, cortesia dos companheiros de roulote que ocasionalmente se compadecem com as minhas dores. Amanhã pela primeira vez esta época vou dar 10 euros à SAD e vou para a superior. Ainda não sei se vou aplaudir as camisolas se vou assobiar aquela gente toda. Não sei. Mas a mensagem é clara. A minha relação com o Sporting Clube de Portugal não depende dos resultados. Não depende agora como nunca dependeu no passado. Numa época em que as assistências no estádio foram ridículas uma casa cheia amanhã seria a bofetada de luva verde. Eles (a SAD) acham que me conhecem; não fazem a mínima ideia de quem sou(mos) e o que nos faz mexer.
domingo, 4 de maio de 2008
Chamem a polícia
Mais uma exibição patética a condizer com tudo o que a equipa tem feito esta época. Felizmente que na fase final do campeonato temos tido a ajuda das arbitragens, se não nem à champions íamos. Depois da roubalheira monumental a que assistimos na semana passada em Alvalade, esta semana foi a vez do Paços de Ferreira ser a vítima de uma arbitragem claramente tendenciosa. Ao fim de quase trinta anos de vida fico a saber o que é ganhar "à Porto" e devo dizer que não é coisa que me agrade por aí além.
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