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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Manchester United na bolsa de Nova Iorque

Os caminhos que o grande exemplo dos autores do Projecto vai seguindo, no dia que em rebentou um conflito entre os accionista do Arsenal a propósito da saída de Van Persie. E para quem se esqueceu, ou não ligou, vale a pena ver o que é que está a acontecer em Glasgow com o Ranger reconstituído.

United's debt, loaded on in 2005 for nothing more constructive than the Glazers' takeover itself, remains a sorry £423m burden, even after the club has paid out more than £500m interest, bankers' fees and charges, to service it.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Novidades

O Arsenal equipa com a mesma camisola desde 1933. A clássica camisola vermelha com mangas brancas. Este ano o equipamento vai mudar. Para além de umas curvas escanifobéticas no corpo as mangas vão passar a ter riscas. A lógica que guia a alteração das camisolas é a mesma que observamos no Sporting. Sem grandes motivos para isso o equipamento principal é alvo, todos os anos, de pequenas alterações. O objectivo é evidente: tornar as camisolas da época anterior obsoletas e "obrigar" os adeptos a despender mais 60 ou 70 euros todos os anos. O desenvolvimento da moda das camisolas nas bancadas merece ele mesmo uma posta só para si, mas não é com isso com que nos vamos entreter de momento. Apenas realçar que não se trata de nenhum problema com a ideia de marca ou de marketing ou sequer qualquer tendência conservadora. As camisolas mudam-se quando há necessidade para isso. Quando se muda de patrocinador. Quando existe uma solução mais esteticamente apelativa. Exemplo disso mesmo é a camisola clássica do Arsenal, criada por Herbert Chapman, com o claro intuito de ser diferente, e portanto mais apelativa, do que as clássicas camisolas de uma só cor usadas pelos rivais. Eu próprio exultei com a introdução da camisola Stromp como segundo equipamento. A coisa fazia lógica. Agora a mudança pura e simples de camisolas todos os anos, particularmente evidente no caso dos segundos equipamentos, para explorar o amor clubístico das pessoas é não só oportunista como vergonhoso.