A propósito da não renovação de Derlei, surgiu-me no pensamento uma ligação outro caso em quase tudo idêntico, de seu nome Sá Pinto.
É factual que Derlei poderia fazer mais uma época no Sporting, seria um bom suplente. É factual que o jogador antes do fim da época anunciou o fim da sua carreira. É factual que os colegas e o treinador e a direcção foram sugerindo que reconsiderasse. É factual que Derlei mudou de opinião e decidiu não terminar a sua carreira. É factual que a direcção do Sporting com a anuência do treinador apresentou uma proposta que Derlei recusou.
Com o Sá Pinto é factual que quando decidiu terminar a sua carreira, também poderia ter feito mais uma época. É factual que o jogador antes do fim da época anunciou o fim da sua carreira. Não me recordo se os colegas sugeriram que reconsiderasse. Igualmente não me recordo que alguém da direcção ou o treinador, Paulo Bento, sugerisse que reconsiderasse. É factual que Sá Pinto mudou de opinião e decidiu não terminar a sua carreira. É factual que Sá Pinto era capitão de equipa.
É factual que Sá Pinto falou publicamente sobre o caso sugerindo que queria continuar no Sporting. É factual que a direcção do Sporting não lhe apresentou nenhuma proposta para continuar como jogador e Sá Pinto continuou a carreira fora de Portugal. É factual que a justificação para a não renovação com Sá Pinto foi explicada pelo treinador com o fundamento que este teria tomado uma opção e comunicado a mesma ao Sporting, pelo que apesar de ter mudado de ideias já não fazia parte dos planos para a próxima época.
Com base nestes factos a conclusão é que ambas as situações tiveram uma grande similitude, a diferença entre ambos os casos teve a ver com a intenção por parte do treinador do Sporting em que Derlei continuasse e com os apelos de petições públicas ao qual o "sondagens men" Rui Oliveira e Costa deu a propaganda televisiva, ao invés de Sá Pinto. Poderia argumentar-se com a questão do timing, mas tal como Sá Pinto, Derlei só reconsiderou a sua posição no fim da época.
O que se retira, subjectivamente, é que por qualquer motivo técnico e táctico o treinador queria a continuidade de Derlei e não a de Sá Pinto, ou então por qualquer outro motivo não apurado.
O meu palpite vai para um um motivo indirectamente relacionado com a autoridade do treinador, que é o facto de Sá Pinto ter sido colega de equipa do treinador. Esta ideia baseia-se nas saídas expeditas de todos os jogadores em iguais circunstâncias. A excepção de confirma a regra é o eterno suplente de guarda redes Tiago.
Foi com mágoa que vi esta situação acontecer no Sporting, não pela proposta de renovação do Derlei, mas pelo tratamento desigual que agora se veio verificar ter acontecido com Sá Pinto, que não o merecia. Merecia um tratamento igual ao do Derlei.
A suposta igualdade de tratamento foi uma alegoria.
É factual que Derlei poderia fazer mais uma época no Sporting, seria um bom suplente. É factual que o jogador antes do fim da época anunciou o fim da sua carreira. É factual que os colegas e o treinador e a direcção foram sugerindo que reconsiderasse. É factual que Derlei mudou de opinião e decidiu não terminar a sua carreira. É factual que a direcção do Sporting com a anuência do treinador apresentou uma proposta que Derlei recusou.
Com o Sá Pinto é factual que quando decidiu terminar a sua carreira, também poderia ter feito mais uma época. É factual que o jogador antes do fim da época anunciou o fim da sua carreira. Não me recordo se os colegas sugeriram que reconsiderasse. Igualmente não me recordo que alguém da direcção ou o treinador, Paulo Bento, sugerisse que reconsiderasse. É factual que Sá Pinto mudou de opinião e decidiu não terminar a sua carreira. É factual que Sá Pinto era capitão de equipa.
É factual que Sá Pinto falou publicamente sobre o caso sugerindo que queria continuar no Sporting. É factual que a direcção do Sporting não lhe apresentou nenhuma proposta para continuar como jogador e Sá Pinto continuou a carreira fora de Portugal. É factual que a justificação para a não renovação com Sá Pinto foi explicada pelo treinador com o fundamento que este teria tomado uma opção e comunicado a mesma ao Sporting, pelo que apesar de ter mudado de ideias já não fazia parte dos planos para a próxima época.
Com base nestes factos a conclusão é que ambas as situações tiveram uma grande similitude, a diferença entre ambos os casos teve a ver com a intenção por parte do treinador do Sporting em que Derlei continuasse e com os apelos de petições públicas ao qual o "sondagens men" Rui Oliveira e Costa deu a propaganda televisiva, ao invés de Sá Pinto. Poderia argumentar-se com a questão do timing, mas tal como Sá Pinto, Derlei só reconsiderou a sua posição no fim da época.
O que se retira, subjectivamente, é que por qualquer motivo técnico e táctico o treinador queria a continuidade de Derlei e não a de Sá Pinto, ou então por qualquer outro motivo não apurado.
O meu palpite vai para um um motivo indirectamente relacionado com a autoridade do treinador, que é o facto de Sá Pinto ter sido colega de equipa do treinador. Esta ideia baseia-se nas saídas expeditas de todos os jogadores em iguais circunstâncias. A excepção de confirma a regra é o eterno suplente de guarda redes Tiago.
Foi com mágoa que vi esta situação acontecer no Sporting, não pela proposta de renovação do Derlei, mas pelo tratamento desigual que agora se veio verificar ter acontecido com Sá Pinto, que não o merecia. Merecia um tratamento igual ao do Derlei.
A suposta igualdade de tratamento foi uma alegoria.