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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

África do Sul 2010

Grupo de Portugal: G
Brasil
Coreia do Norte
Costa do Marfim
Portugal

Restantes Grupos:

A

África do Sul
México
Uruguai
França


B

Argentina
Nigéria
Coreia do Sul
Grécia


C

Inglaterra
Estados Unidos da América
Argélia
Eslovénia


D

Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana


E

Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões


F

Itália
Paraguai
Nova Zelândia
Eslováquia


H

Espanha
Suíça
Honduras
Chile

Parece-me que temos obrigação de garantir o 2º lugar.
Jogamos primeiro com a Costa do Marfim, depois com a Coreia do Norte e no fim, se tudo correr com normalidade jogamos com o Brasil já apurados.
Tivemos sorte dentro do azar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Rumo à Àfrica do Sul

A selecção nacional consegue ir à África do Sul, mesmo tendo como treinador o maior bluff do futebol português enquanto treinador principal.
Não somos individualmente tão fracos como a qualificação que fizemos.

p.s.: agora que vamos para o mata-mata era bom que desse para o queirós (o homem dos seis) ir para onde ele é bom, no gabinete a fazer planeamentos, e deixasse o banco para quem realmente nasceu para aquilo.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Fizeste 'porcaria'

"O desperdício de oportunidades é um dos grandes mistérios da vida", disse, faz uns cinquenta anos, Alf Ramsey (uns anitos depois, Alf, de Melmac, disse que era mais o 'desperdício de gatos'). Nessa época, jogava-se com defesas, médios e avançados: os defesas jogavam na defesa, os médios no meio-campo, os avançados à frente com os pontas-de lança, os especialistas que metiam os golos. Meio século depois, Carlos Queiroz, atribui a culpa às bruxas.

Eu até concordei com a escolha. O primeiro 'mau-maria', começa quando ele diz que Ronaldo deve ser o ponta-de-lança da Selecção. Depois de umas tímidas e inconclusivas experiências, vai ao Brasil cheio de ganas de testar o seu brilantismo com um 4:6:0. Sem pontas de lanças, apenas falsos-avançados móveis ("it's all about the mouvement", Slaven Bilic é que rula!). E era ver Ronaldo a centrar para ninguém e Danny a centrar para ele próprio. Levamos seis na pá. Mesmo assim, o professor não recua na sua genialidade. Dinâmica... que la hay, la hay. No final dos primeiros 45m, ainda dá pros comentadores de TV deliciarem-se com o poderio da formação portuguesa. No entanto, se não fosse os cornos do Bruno Alves nem à Albânia ganhávamos (e na verdade só ganhámos mais um: a Malta!). Há quem diga que ele é um visionário, alguém muito à frente. Tão à frente que 2010 já era. Os portugueses teriam preferido que ele fosse muito atrás. As tácticas podem estar a morrer, mas sem gajos que as saibam meter lá dentro elas não entram. E esta, hein?!
Queiroz, a ti te lo digo yo: Fizeste porcaria e foi de la grossa, gilipollas. Não malhes na sorte, que só ela te(/nos) pode salvar.

PS - Naturalmente, mil vezes um bravo naturalizado do que um anão-zarolho mimado ou que um Gilberto Madaíl em qualquer lado.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

50 anos sobre a vitória do Brasil no Mundial da Suécia

Para a generalidade dos brazucas esta foi a melhor selecção de sempre. A que tinha os melhores jogadores. Os dois primeiros: Pelé - aquele que, como disse um dia Romário (e bem), "quando está calado é um poeta" - e Garrincha. Com eles juntos, o Brasil nunca perdeu.

Vale a pena transcrever um trecho do livro 'Estrela Solitária, um brasileiro chamado Garrincha', de Ruy Castro, onde relata um lance do Mané, durante um jogo de preparação para o Mundial com a equipa da Fiorentina:
"O Brasil já ganhava por 3 a 0, mas o quarto gol, que foi o de Garrincha, aos trinta minutos do segundo tempo, sangrou a Fiorentina até a morte. Garrincha transformou os italianos em soldadinhos de cartas, um derrubando o outro à sua passagem. Robotti foi o primeiro que ele driblou. Magnini apareceu para ajudar Robotti e também foi driblado. Cervato veio ajudar Magnini e foi igualmente driblado. O goleiro Sarti abandonou a meta para enfrentar Garrincha e também foi fintado. Com o gol vazio, Garrincha poderia ter chutado, mas Robotti conseguira voltar para combatê-lo. Garrincha tirou-o da jogada com um drible de corpo e Robotti teve de segurar-se na trave para não cair. Garrincha, então, apenas caminhou com a bola até dentro do gol. Já no fundo das redes, deu-lhe um peteleco para pegá-la com as mãos, enfiou-a debaixo do braço e começou a voltar, frio, devagar e mudo, para o centro do campo".

Tudo isto também para vos mostrar um dos mais belos sites sobre história do futebol que já pus a vista em cima:
http://oglobo.globo.com/especiais/memoria/copa58/
É restrito a 1958, mas é de ler e chutar por mais. Já que não tem jeito para se salvaguadar em transferências de ex-jogadores, bem podia o Sporting dedicar-se a fazer um site parecido dedicado às grandes conquistas e memórias do passado.

PS - Quem tiver interesse e quiser conhecer mais sobre esse mundial e essa selecção é dar uma espreitadela no blog "Futebol, Política e Cachaça" (têm de ir procurando pelo blog abaixo pois foram postadas várias durante o último mês. vale a pena)