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terça-feira, 14 de maio de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
8 anos de responsabilidade
No período eleitoral dei por mim a pensar nos aventureiros que andaram nos últimos anos a governar o clube. Pensei em como desde o final do período de Dias da Cunha, após a aliança com o aprendiz do corrupto, desde que começou a assumir posições de anti democracia societária, que me conheço como opositor do sistema governativo do Sporting.
Independentemente de discordar de algumas posições de gestão desportiva anteriores, desde que voto, ou seja, desde o período de Roquete, o certo é que foi desde o declínio de Dias da Cunha, e nomeadamente desde a sua imposição de sucessão dinástica - a qual veio depois arrepender-se - que me tenho como opositor do sistema.
E feitas em contas já lá vão cerca de 8 anos.
Foi um período que atingiu o auge durante o mandato de Soares Franco. Durante este período nunca votei em Soares Franco e sempre votei contra nas AG'S de venda do património. Não votei JEB nem GL. Não aprovei nenhuma medida destes dois. Nem mesmo o pavilhão em Odivelas, pois agora bem se podia esperar pelo cumprimento de mais uma promessa. A única que aprovaria seria o nome do auditório Joaquim Agostinho.
São 8 anos de oposição consistente e anti-aventureira, da qual me orgulho.
Espero que no futuro o Sporting possa inverter a situação e o rumo da segurança e estabilidade.
Independentemente de discordar de algumas posições de gestão desportiva anteriores, desde que voto, ou seja, desde o período de Roquete, o certo é que foi desde o declínio de Dias da Cunha, e nomeadamente desde a sua imposição de sucessão dinástica - a qual veio depois arrepender-se - que me tenho como opositor do sistema.
E feitas em contas já lá vão cerca de 8 anos.
Foi um período que atingiu o auge durante o mandato de Soares Franco. Durante este período nunca votei em Soares Franco e sempre votei contra nas AG'S de venda do património. Não votei JEB nem GL. Não aprovei nenhuma medida destes dois. Nem mesmo o pavilhão em Odivelas, pois agora bem se podia esperar pelo cumprimento de mais uma promessa. A única que aprovaria seria o nome do auditório Joaquim Agostinho.
São 8 anos de oposição consistente e anti-aventureira, da qual me orgulho.
Espero que no futuro o Sporting possa inverter a situação e o rumo da segurança e estabilidade.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
As palavras que definem um modelo geracional e uma filosofia de vida
Bettencourt a falar para os jogadores sobre a saída de Liedson:
“Foi um bom negócio para a SAD e, se quiserem, até ajuda a pagar-vos os ordenados.”
Eu diria, ainda, que também ajuda a pagar o teu ordenado.
“Foi um bom negócio para a SAD e, se quiserem, até ajuda a pagar-vos os ordenados.”
Eu diria, ainda, que também ajuda a pagar o teu ordenado.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Para quem ainda não percebeu o que se passou
Deixo a notícia do Mais Futebol. Vejam lá se metem na cabeça que o clube perdeu a maioria na SAD, a não ser que recompre as VMOCS nos próximos cinco anos. Como já explicámos muitas vezes e não vale a pena estar a repetir, o veto não vale nada na gestão operacional do futebol. O presidente demitiu-se um dia depois desta operação ter sido aprovada. O que aconteceu não teve nada que ver com a família, a Juve Leo, as pressões, nem o Catita nem com mais nada. Os negócios estão feitos. Ou melhor, faltam os "direitos de superfície do Estádio José de Alvalade".
Apesar de em cinco anos os bancos BES e BCP poderem ficar com a maioria do capital da SAD do Sporting, o clube manterá o controlo estratégico da sociedade. A garantia foi dada à agência Lusa por uma fonte próxima do processo, que releva a existência de 8,79 por cento de acções especiais na posse do clube.
Ora essas acções especiais garantem ao Sporting o direito de veto, que lhe permitem ter a última palavra em qualquer decisão. De resto, o Sporting pode também recuperar parte da posição que se tornará maioritária por partes dos bancos, tendo para isso de exercer a opção de compra sobre os valores agora negociados.
Os bancos adquiriram na semana passada 99,7 por cento dos 55 milhões de euros em valores mobiliários obrigatoriamente convertíveis em acções. Quando esses valores se converterem em acções, o que acontecerá durante um prazo de cinco anos, os bancos ficarão com 58 por cento do capital da SAD.
Outra alternativa nas mãos do Sporting, no caso de não querer exercer a opção de compra sobre os valores convertíveis em acções, passa pelo aumento de capital através da cedência em espécie dos direitos de superfície do Estádio José de Alvalade, que estarão avaliados entre os 15 e os 18 milhões de euros.
Apesar de em cinco anos os bancos BES e BCP poderem ficar com a maioria do capital da SAD do Sporting, o clube manterá o controlo estratégico da sociedade. A garantia foi dada à agência Lusa por uma fonte próxima do processo, que releva a existência de 8,79 por cento de acções especiais na posse do clube.
Ora essas acções especiais garantem ao Sporting o direito de veto, que lhe permitem ter a última palavra em qualquer decisão. De resto, o Sporting pode também recuperar parte da posição que se tornará maioritária por partes dos bancos, tendo para isso de exercer a opção de compra sobre os valores agora negociados.
Os bancos adquiriram na semana passada 99,7 por cento dos 55 milhões de euros em valores mobiliários obrigatoriamente convertíveis em acções. Quando esses valores se converterem em acções, o que acontecerá durante um prazo de cinco anos, os bancos ficarão com 58 por cento do capital da SAD.
Outra alternativa nas mãos do Sporting, no caso de não querer exercer a opção de compra sobre os valores convertíveis em acções, passa pelo aumento de capital através da cedência em espécie dos direitos de superfície do Estádio José de Alvalade, que estarão avaliados entre os 15 e os 18 milhões de euros.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Fim da linha
Antes do ressurgimento, vale a pena parar dois minutos para pensar no significado da demissão e Bettencourt e sobretudo no seu timing: três dias depois de concluída a operação financeira que ao longo dos últimos quatro anos tem sido considerada fundamental para dar um novo fôlego ao clube: "Depois de garantir a subscrição de um empréstimo obrigacionista no valor de 18 milhões, agora a SAD leonina viu subscritos na totalidade os Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis (VMOC), em acções, a cinco anos, no valor de 55 milhões de euros." Depois de ter adquirido o Edífico Visconde para a sua empresa, ter vendido o Alvaláxia e depois de estar feito o escandaloso negócio da venda dos terrenos do antigo estádio Soares Franco concluiu que a sua missão no Sporting estava cumprida. A tarefa de encontrar um seguidor não foi fácil e a custo alguém conseguiu convencer um reticente Bettencourt a avançar. Não vale a pena estar agora a relembrar todas as peripécias que marcaram o mandato. Porém, com excepção do Ser Sporting, ninguém estranhou o timing da demissão e ninguém relembrou o facto de o clube não ter oficialmente a partir de amanhã mais nada para vender. A Academia já foi. As transmissões televisivas também. O património é passado. Em compensação os nossos credores (os bancos) assim como os nossos clientes (controlinveste) integram o conselho de administração da empresa que gere o nosso futebol. O trabalho está feito. Não há mais nada para vender. Se alguma vez alguém desconfiou que esta gente tinha um projecto o timing da demissão de Betencourt elucida, de vez, a natureza desse mesmo projecto. É pena que ela nunca tenha tido nada que ver com os interesses do Sporting. Vamos ver para onde vai Bettencourt exercer o seu ofício daqui a uns meses. Eu aposto que não volta para o Santander. Por sua vez, Rogério Alves, ou alguém do seu grupo, contactou há dois ou três meses um conhecido dirigente partidário e deputado à Assembleia da República para saber da respectiva disponibilidade para integrar o Concelho Leonino. Levou nega, mas nos bastidores as peças já se moviam há algum tempo. Era apenas uma questão de os negócios estarem feitos. Agora podem vir os pavões e os seus amigos palhaços.
domingo, 24 de outubro de 2010
Conversa de surdos
- O Sporting não beneficia do ódio enorme entre as lideranças de Benfica e FC Porto?
- Temos tentado contribuir para o sucesso da indústria do futebol. Temos divergências e já engoli sapos. Mas para mim o backstage não é importante, a imagem que deve passar para a opinião pública é a das coisas boas.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Desconstruindo a Verdade
«Bettencourt explicou também que esta foi a única saída do Sporting face "aos insistentes pedidos de João Moutinho para sair". "A única proposta que recebemos foi a do FC Porto. Tentámos que ele esperasse mais tempo, de forma a que pudesse surgir alguma oferta do estrangeiro, mas o João perdeu as estribeiras e forçou uma saída para o FC Porto, dizendo-nos que tinha dado a palavra ao FC Porto".»
Ou seja, o jogador é que detinha o poder negocial, bastou forçar.
Entretanto é dito que ele já tinha dado a palavra ao porto, dando a entender que sem conhecimento do Clube, já o jogador negociava com o porto.
A seguir:
«"No início da época, o representante do jogador, Pini Zahavi, disse-nos que o máximo que se conseguiria com a sua transferência seria 7,5 milhões de euros", contou José Eduardo Bettencourt, voltando a frisar que "recebeu zero propostas por João Moutinho", além da do FC Porto.»
Ou seja, antes da rábula já o moutinho estava à venda.
Ou seja, foram colocá-lo à venda, quando antes já tinham perguntado ao empresário quanto é que conseguiriam por ele? E depois aparece a surpresa porto?
Continua:
«Perante estes factos, o Sporting optou por vender o jogador ao único clube que apresentou uma proposta. "Tive uma reunião com Pinto da Costa, que me disse que o Moutinho só jogaria no FC Porto se o Sporting visse isso com bons olhos. O negócio foi feito porque o Sporting quis, porque não queria uma maçã podre no seu pomar, não queria alguém que não fosse um exemplo nem dignificasse a bandeira do clube", frisou Bettencourt.»
Ou seja, o empresário disse que o máximo que conseguiria eram 7,5 milhões, ninguém tinha oferecido nada, mas o amigo pinto da costa oferece 11 milhões menos o resto das contrapartidas.
Entretanto, já o porto tinha falado com o moutinho, o que afinal hoje parece normal, em virtude dos factos relatados e não assumidos na conferência de impressa de ontem.
Ou seja, já desde Junho que o empresário andava a negociar moutinho, o porto foi informado e ofereceu um valor superior ao que o empresário disse que arranjava.
O presidente vem justificar que o moutinho tinha dado a sua palavra ao porto, e apresenta este facto como uma surpresa.
Das duas uma, o Porto falou com o jogador sem o conhecimento do Sporting, e a lisura do corrupto é mentira ou o Porto falou com o jogador após autorização dada pelo Sporting ao empresário e sem a inclusão de uma cláusula de salvaguarda, o que é incompetência.
Existe uma terceira e sombria hipótese, que era a da não inclusão dessa cláusula de salvaguarda e esperar que o Porto se adiantasse, tendo em conta o histórico do processo, e neste caso só um palerma ficaria surpreso com o aparecimento do Porto no processo.
A finalizar:
«Era um jogador que não tinha condições para ser capitão. E, como não queremos ninguém contrariado, penso que chegámos a um bom fim desta triste história. Apesar da mágoa profunda pela forma como o processo foi conduzido, estamos satisfeitos por vê-lo partir".»
A famosa história do capitão.
O capitão foi indigitado por paulo bento, e apoiado pelo presidente no início do ano passado.
Miraculosamente a história apareceu num jornal.
Mais milagrosamente ainda, a tal conversa onde o moutinho perdeu forçou a saída também apareceu num jornal antes da conferência de imprensa.
Tendo em conta que a história que aparece no jornal foi secundada pelo presidente e é pouco abonatória para moutinho, não deve ser muito difícil descobrir o bufo.
Teria de ser uma das pessoas envolvidas na conversa ou a quem eles contaram.
Esta história que hoje vem no DN e no JN é curiosamente complementada com aquela que ontem uma andorinha que contou pelo calor da noite:
Que o Sporting a precisar de dinheiro decidiu que iria vender moutinho, que este seria um alvo mais fácil de concretizar dentro do histórico e da assumida vontade de sair do jogador.
Dai ter mandatado o seu empresário para isso.
Moutinho ao saber da história da braçadeira, sem considerar motivo para tal (visto que até o actual presidente concordou com esta medida) passou-se e disse que não era nenhuma mercadoria para ser tratado com o estavam a tratar e disse que a sair seria como ele quisesse e que queria ir para o porto.
Como se viu, com o tal mandato sem salvaguarda, o Clube viu-se de mãos atadas e com urgência em fazer negócio, o resto é história.
Entretanto a mesma andorinha ontem disse-me que o Izmailov também queria que lhe dessem asas.
Curiosamente o DN hoje apresenta o negócio como certo.
No meio disto tudo continuo com uma dúvida, será que o presidente do porto desta vez cumprimentou o presidente do Sporting?
Ou seja, o jogador é que detinha o poder negocial, bastou forçar.
Entretanto é dito que ele já tinha dado a palavra ao porto, dando a entender que sem conhecimento do Clube, já o jogador negociava com o porto.
A seguir:
«"No início da época, o representante do jogador, Pini Zahavi, disse-nos que o máximo que se conseguiria com a sua transferência seria 7,5 milhões de euros", contou José Eduardo Bettencourt, voltando a frisar que "recebeu zero propostas por João Moutinho", além da do FC Porto.»
Ou seja, antes da rábula já o moutinho estava à venda.
Ou seja, foram colocá-lo à venda, quando antes já tinham perguntado ao empresário quanto é que conseguiriam por ele? E depois aparece a surpresa porto?
Continua:
«Perante estes factos, o Sporting optou por vender o jogador ao único clube que apresentou uma proposta. "Tive uma reunião com Pinto da Costa, que me disse que o Moutinho só jogaria no FC Porto se o Sporting visse isso com bons olhos. O negócio foi feito porque o Sporting quis, porque não queria uma maçã podre no seu pomar, não queria alguém que não fosse um exemplo nem dignificasse a bandeira do clube", frisou Bettencourt.»
Ou seja, o empresário disse que o máximo que conseguiria eram 7,5 milhões, ninguém tinha oferecido nada, mas o amigo pinto da costa oferece 11 milhões menos o resto das contrapartidas.
Entretanto, já o porto tinha falado com o moutinho, o que afinal hoje parece normal, em virtude dos factos relatados e não assumidos na conferência de impressa de ontem.
Ou seja, já desde Junho que o empresário andava a negociar moutinho, o porto foi informado e ofereceu um valor superior ao que o empresário disse que arranjava.
O presidente vem justificar que o moutinho tinha dado a sua palavra ao porto, e apresenta este facto como uma surpresa.
Das duas uma, o Porto falou com o jogador sem o conhecimento do Sporting, e a lisura do corrupto é mentira ou o Porto falou com o jogador após autorização dada pelo Sporting ao empresário e sem a inclusão de uma cláusula de salvaguarda, o que é incompetência.
Existe uma terceira e sombria hipótese, que era a da não inclusão dessa cláusula de salvaguarda e esperar que o Porto se adiantasse, tendo em conta o histórico do processo, e neste caso só um palerma ficaria surpreso com o aparecimento do Porto no processo.
A finalizar:
«Era um jogador que não tinha condições para ser capitão. E, como não queremos ninguém contrariado, penso que chegámos a um bom fim desta triste história. Apesar da mágoa profunda pela forma como o processo foi conduzido, estamos satisfeitos por vê-lo partir".»
A famosa história do capitão.
O capitão foi indigitado por paulo bento, e apoiado pelo presidente no início do ano passado.
Miraculosamente a história apareceu num jornal.
Mais milagrosamente ainda, a tal conversa onde o moutinho perdeu forçou a saída também apareceu num jornal antes da conferência de imprensa.
Tendo em conta que a história que aparece no jornal foi secundada pelo presidente e é pouco abonatória para moutinho, não deve ser muito difícil descobrir o bufo.
Teria de ser uma das pessoas envolvidas na conversa ou a quem eles contaram.
Esta história que hoje vem no DN e no JN é curiosamente complementada com aquela que ontem uma andorinha que contou pelo calor da noite:
Que o Sporting a precisar de dinheiro decidiu que iria vender moutinho, que este seria um alvo mais fácil de concretizar dentro do histórico e da assumida vontade de sair do jogador.
Dai ter mandatado o seu empresário para isso.
Moutinho ao saber da história da braçadeira, sem considerar motivo para tal (visto que até o actual presidente concordou com esta medida) passou-se e disse que não era nenhuma mercadoria para ser tratado com o estavam a tratar e disse que a sair seria como ele quisesse e que queria ir para o porto.
Como se viu, com o tal mandato sem salvaguarda, o Clube viu-se de mãos atadas e com urgência em fazer negócio, o resto é história.
Entretanto a mesma andorinha ontem disse-me que o Izmailov também queria que lhe dessem asas.
Curiosamente o DN hoje apresenta o negócio como certo.
No meio disto tudo continuo com uma dúvida, será que o presidente do porto desta vez cumprimentou o presidente do Sporting?
domingo, 6 de junho de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
SPORTING FUBAR*
Estou preocupado.
Ele é sismos, ele é vulcões, ele é o benfica campeão.
Agora até o postiga consegue marcar um golo.
Começo a acreditar no calendário Maia.
Pelo meio disto tudo muita gente pede o início da próxima época, desconhecendo certamente o significado destes fenómenos para a profecia Maia.
Por mim, e já conhecendo o que se vai passar na próxima época, fico à espera da época de 2011 ou 2012.
Isso não significa que não curta o Paulo Sérgio.
Parece-me existir uma linha directriz na contratação deste técnico, algo que muita gente não consegue vislumbrar.
*Fubar = fucked up beyond all recognition
Ele é sismos, ele é vulcões, ele é o benfica campeão.
Agora até o postiga consegue marcar um golo.
Começo a acreditar no calendário Maia.
Pelo meio disto tudo muita gente pede o início da próxima época, desconhecendo certamente o significado destes fenómenos para a profecia Maia.
Por mim, e já conhecendo o que se vai passar na próxima época, fico à espera da época de 2011 ou 2012.
Isso não significa que não curta o Paulo Sérgio.
Parece-me existir uma linha directriz na contratação deste técnico, algo que muita gente não consegue vislumbrar.
E é relativamente simples de explicar: com um balneário de top models era preciso alguém com sensibilidade cosmética ou com personalidade fashion.
Para já, que eu saiba, somos o primeiro clube da liga sagres a contratar um técnico que "apara" as sobrancelhas.*Fubar = fucked up beyond all recognition
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
5%, 10%, 12%, 30%
A vergonhosa história da cedência de bilhetes aos apedrejadores começa com o baixar das calças da direcção da sad ao ceder o dobro dos bilhetes a que teriam direito, 10% da lotação em vez de 5%.
Eis que agora a associação de apedrejadores vem informar que afinal só receberam 12%!
Ver aqui.
Mais ainda, dizem que o presidente do Sporting é um mentiroso porque lhes teria prometido 30%!
Estou a crer que JEB ainda vai falhar o voo de regresso de forma a evitar ter de apertar a mão ao sucateiro. Vendo bem, o Brasil é um destino histórico e apropriado para o fim.
De positivo apenas o comunicado da AAS, até agora a única "pessoa" dos órgãos sociais a defender o Sporting e os seus sócios nesta história.
Eis que agora a associação de apedrejadores vem informar que afinal só receberam 12%!
Ver aqui.
Mais ainda, dizem que o presidente do Sporting é um mentiroso porque lhes teria prometido 30%!
Estou a crer que JEB ainda vai falhar o voo de regresso de forma a evitar ter de apertar a mão ao sucateiro. Vendo bem, o Brasil é um destino histórico e apropriado para o fim.
De positivo apenas o comunicado da AAS, até agora a única "pessoa" dos órgãos sociais a defender o Sporting e os seus sócios nesta história.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Exemplo de cima
O presidente profissional do clube deu o exemplo, sem coragem para deixar o mafioso de mão estendida, desapareceu de cena e mandou o seu representante sentar-se ao lado daquele que o insultou e insultou o clube.
Do anterior fraco já sabíamos bem as intenções profissionais, nunca beliscar o padrinho, deste já ficamos a saber, será que quando o porto vier a Alvalade também vai por motivos profissionais ao estrangeiro?
São estas fracas figuras que fizeram fraco o forte Sporting.
p.s.: a ler, pela minha parte estou tranquilo, nunca apoiei o roquetismo e não foi por mim que o clube chegou ao que chegou. Outros, muitos, não poderão dizer o mesmo.
Do anterior fraco já sabíamos bem as intenções profissionais, nunca beliscar o padrinho, deste já ficamos a saber, será que quando o porto vier a Alvalade também vai por motivos profissionais ao estrangeiro?
São estas fracas figuras que fizeram fraco o forte Sporting.
p.s.: a ler, pela minha parte estou tranquilo, nunca apoiei o roquetismo e não foi por mim que o clube chegou ao que chegou. Outros, muitos, não poderão dizer o mesmo.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Princípio de Peter
e precipício do Sporting...
E agora? Terá esta extra ordinária personagem capacidade para continuar a exercer as importantíssimas funções de team manager?
E agora? Terá esta extra ordinária personagem capacidade para continuar a exercer as importantíssimas funções de team manager?
Legendary Tiger Man
Depois do jogo entre os solteiros de alvalade e os casados de mafra, que acabou com a vitória tangencial dos solteiros, um jogador do clube e o seu superior abraçaram-se em actos de pancadaria.
Temos de recordar que ambos são tipos experiente nestas situações, um já havia aviado (e muito bem) o então seleccionador nacional do bigode. Outro já andou a dançar à frente de uma vassoura empunhada por um montenegrino.
Pela história contada, após a dupla fífia de patrício, o público assobiou o patrício, outros bateram palmas, como a reconforta-lo que erro que cometera.
O jogador do clube, mandou calar os adeptos, como se ele fosse o clube, o rei sol.
O director desportivo e quando a mim mal, repreendeu-o em público, deveria tê-lo feito em privado.
Aqui começam a inchar os egos das duas personagens.
Não esquecendo o passado menos próprio do director desportivo, ainda recordo bem as atitude do jogador, que consistiram em perder voos, em levar o 5º amarelo para não jogar com o benfica e mais recentemente em dizer em público que não concordava com a táctica do treinador.
Posto isto, e perante os desacatos públicos é necessário firmeza e autoridade do clube.
É óbvio que sá pinto já não tem condições para ser director desportivo.
Por outro lado, para andarem à batatada são precisos dois, e liedson, obviamente, não poderá passar sem uma pena exemplar, sob pena de lhe ser conferida uma carta branca para fazer o que quiser com quer quiser, já começou com os adeptos e com os donos do clube.
À frase de o "ou ele ou eu", eu responderia com nem um nem outro, vão os dois pró caralho, um para a rua, como já parece ter ido e o outro era uma punição à porto. Processo disciplinar, treinar sozinho ou com os juniores enquanto durasse o processo, sendo impedido de ser convocado para os jogos e depois uma pena exemplar. Como o treinador e o director desportivo já não são os mesmos do stoi, podemos ficar tranquilos quanto a uma eventual ostracização desportiva, mas para não lesar ainda mais os interesses do clube, teria de haver uma punição, no mínimo de 60 ou 90 dias sem ordenado.
Resta saber se o presidente profissional tem coragem para não subjugar o clube à disposição de uma individualidade, sob pena subverter os papéis na hierarquia do grupo. Isto já foi escrito, inclusive por um chinês há mais de 2000 anos.
P. s. 2: Ontem outro chinês, fez algo que até parece natural, num só jogo marcou mais golos em alvalade do que o postiga em toda a época.
Temos de recordar que ambos são tipos experiente nestas situações, um já havia aviado (e muito bem) o então seleccionador nacional do bigode. Outro já andou a dançar à frente de uma vassoura empunhada por um montenegrino.
Pela história contada, após a dupla fífia de patrício, o público assobiou o patrício, outros bateram palmas, como a reconforta-lo que erro que cometera.
O jogador do clube, mandou calar os adeptos, como se ele fosse o clube, o rei sol.
O director desportivo e quando a mim mal, repreendeu-o em público, deveria tê-lo feito em privado.
Aqui começam a inchar os egos das duas personagens.
Não esquecendo o passado menos próprio do director desportivo, ainda recordo bem as atitude do jogador, que consistiram em perder voos, em levar o 5º amarelo para não jogar com o benfica e mais recentemente em dizer em público que não concordava com a táctica do treinador.
Posto isto, e perante os desacatos públicos é necessário firmeza e autoridade do clube.
É óbvio que sá pinto já não tem condições para ser director desportivo.
Por outro lado, para andarem à batatada são precisos dois, e liedson, obviamente, não poderá passar sem uma pena exemplar, sob pena de lhe ser conferida uma carta branca para fazer o que quiser com quer quiser, já começou com os adeptos e com os donos do clube.
À frase de o "ou ele ou eu", eu responderia com nem um nem outro, vão os dois pró caralho, um para a rua, como já parece ter ido e o outro era uma punição à porto. Processo disciplinar, treinar sozinho ou com os juniores enquanto durasse o processo, sendo impedido de ser convocado para os jogos e depois uma pena exemplar. Como o treinador e o director desportivo já não são os mesmos do stoi, podemos ficar tranquilos quanto a uma eventual ostracização desportiva, mas para não lesar ainda mais os interesses do clube, teria de haver uma punição, no mínimo de 60 ou 90 dias sem ordenado.
Resta saber se o presidente profissional tem coragem para não subjugar o clube à disposição de uma individualidade, sob pena subverter os papéis na hierarquia do grupo. Isto já foi escrito, inclusive por um chinês há mais de 2000 anos.
P. s.: É hilariante que agora circulem mensagens de elogio a paulo bento em relação às suas afirmações sobre sá pinto. A memória é curta e já se esqueceram que após o famoso atraso de tonel para stoi, o primeiro a criticá-lo em público foi o então treinador do clube.
P. s. 2: Ontem outro chinês, fez algo que até parece natural, num só jogo marcou mais golos em alvalade do que o postiga em toda a época.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
À atenção de Carvalhal
Em 13 de Agosto de 2009, JEB, via twitter (entretanto deixou de usá-lo) enviava uma mensagem dirigida a Nuno Mourão, autor do site sporting apoio: «importante puxar pelo matias jornais tao a mata lo grande jogo contra a dinamarca sl».
Será que agora JEB já mudou de pensamento? Ou por não serem os jornais, já ninguém quer matar o Matias?
Actualmente só vejo uma maneira de os sportinguistas puxar pelo Matias. Será quando ele entrar, por volta do minuto 90 para queimar tempo, fazerem uma grande festa.
Será que agora JEB já mudou de pensamento? Ou por não serem os jornais, já ninguém quer matar o Matias?
Actualmente só vejo uma maneira de os sportinguistas puxar pelo Matias. Será quando ele entrar, por volta do minuto 90 para queimar tempo, fazerem uma grande festa.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
A ruptura (ou não)
No que era suposto ser uma linha de continuidade muita coisa mudou. Sairam Carlos Freitas, Soares Franco, Pedro Barbosa e Miguel Ribeiro Telles (as principais figuras dos últimos anos). Já aqui tínhamos referido a solidariedade entre os membros da anterior equipa de gestão do clube e da SAD. Com ferros mataram Dias da Cunha, Meireles e Peseiro, com ferros, mas devagar, morreram às mãos da equipa de Bettencourt.
Neste contexto o que parece ser estrutural no SCP e na SAD não é a troca de treinador. Esta mais parece ser uma consequências das guerrilhas internas, onde Sá Pinto, Nobre Guedes (não esqueçamos que foi o arquitecto da operação financeira que Soares Franco propôs aos sócios) e Salema Garção, para quem se inventou uma nova função no futebol mundial, apenas e só (provavelmente) para o prendar pelos serviços prestados, ocupam os lugares vagos.
Isto é, acabámos de assistir sob o manto da continuidade a mais um golpe palaciano no lugar de Alvalade. As consequências desportivo-financeiras ainda estão por apurar. O projecto de Soares Franco passou numa versão um pouco mais moderada. Acredito que rapidamente, antes do final do mandato, vamos ter a conclusão do projecto financeiro de Soares Franco, embora liderado por outros e beneficiando, com certeza, outros interesses alheios ao SportingCP. Na comunicação o suposto carisma e a entrada à bravo da quinta foi um desastre, que se resolveu com silêncio e dinheiro. Dinheiro que está a ser gasto à bruta. Sobre a política contratações haverá mais para dizer no futuro. A impressão com que fico, das contratações concretas, é que depois de reforços de qualidade duvidosa, para os preços pagos, algo que torna patente não somente o desespero desportivo mas também a falta de conhecimento do mercado e de capacidade negocial, o peso de um falhanço estará nas mãos de Carvalhal. Ou seja, embora mal e porcamente gastos, os 10 ou 15 milhões que agora se vão estoirar garantem uma almofada de segurança à direcção numa época desportiva desastrosa e possibilitam as operações financeiras que todos aguardamos com a expectativa do costume.
E para acabar, mais uma frase feita: é preciso que algo mude para que tudo possa continuar na mesma.
Neste contexto o que parece ser estrutural no SCP e na SAD não é a troca de treinador. Esta mais parece ser uma consequências das guerrilhas internas, onde Sá Pinto, Nobre Guedes (não esqueçamos que foi o arquitecto da operação financeira que Soares Franco propôs aos sócios) e Salema Garção, para quem se inventou uma nova função no futebol mundial, apenas e só (provavelmente) para o prendar pelos serviços prestados, ocupam os lugares vagos.
Isto é, acabámos de assistir sob o manto da continuidade a mais um golpe palaciano no lugar de Alvalade. As consequências desportivo-financeiras ainda estão por apurar. O projecto de Soares Franco passou numa versão um pouco mais moderada. Acredito que rapidamente, antes do final do mandato, vamos ter a conclusão do projecto financeiro de Soares Franco, embora liderado por outros e beneficiando, com certeza, outros interesses alheios ao SportingCP. Na comunicação o suposto carisma e a entrada à bravo da quinta foi um desastre, que se resolveu com silêncio e dinheiro. Dinheiro que está a ser gasto à bruta. Sobre a política contratações haverá mais para dizer no futuro. A impressão com que fico, das contratações concretas, é que depois de reforços de qualidade duvidosa, para os preços pagos, algo que torna patente não somente o desespero desportivo mas também a falta de conhecimento do mercado e de capacidade negocial, o peso de um falhanço estará nas mãos de Carvalhal. Ou seja, embora mal e porcamente gastos, os 10 ou 15 milhões que agora se vão estoirar garantem uma almofada de segurança à direcção numa época desportiva desastrosa e possibilitam as operações financeiras que todos aguardamos com a expectativa do costume.
E para acabar, mais uma frase feita: é preciso que algo mude para que tudo possa continuar na mesma.
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domingo, 15 de novembro de 2009
No aproveitar é que está o ganho
O Carvalhal vai sempre aparecer como segunda escolha. O processo de contratação do novo treinador foi tão mal conduzido --como foi aliás o processo com o treinador anterior-- que a imagem que ficará sempre dele é esta. Vamos ver como Carvalhal vai conseguir lidar com tudo isto. Não é um bom começo e compromete, de certa forma, o seu trabalho logo à partida.
No que respeita ao Sporting e à sua condução tudo tem sido até agora feito com os pés e tresanda a amadorismo. E, no entanto, há uma legitimidade inequívoca neste presidente e foi-lhe dado um aval tácito para agir.
Dito isto, espero que Carlos Carvalhal tenha todo o sucesso do mundo e que este presidente recoloque o Sporting nos carris do sucesso. Espero que saiba ganhar bom senso e que cumpra o papel de um Presidente do Sporting, aglutinando os sportinguistas, pondo fim a divisões, que pacifique, reforme e proceda a uma gestão correcta do Clube. É para isso que foi eleito e é para isso que recebe o ordenado.
Como Presidente da Direcção do Sporting JEB tem sido um total desastre. A partir daqui chega de marialvices e emotividade barata e, sobretudo, de amadorismo.
JEB, tens uma chance mais. Aproveita-a!
No que respeita ao Sporting e à sua condução tudo tem sido até agora feito com os pés e tresanda a amadorismo. E, no entanto, há uma legitimidade inequívoca neste presidente e foi-lhe dado um aval tácito para agir.
Dito isto, espero que Carlos Carvalhal tenha todo o sucesso do mundo e que este presidente recoloque o Sporting nos carris do sucesso. Espero que saiba ganhar bom senso e que cumpra o papel de um Presidente do Sporting, aglutinando os sportinguistas, pondo fim a divisões, que pacifique, reforme e proceda a uma gestão correcta do Clube. É para isso que foi eleito e é para isso que recebe o ordenado.
Como Presidente da Direcção do Sporting JEB tem sido um total desastre. A partir daqui chega de marialvices e emotividade barata e, sobretudo, de amadorismo.
JEB, tens uma chance mais. Aproveita-a!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Sem Fundo
E quando a queda parecia não mais continuar eis senão quando se ouve um ligeiro ruído, unhas contra terra. Alguém esgravatava com afinco julgando encontrar um infinito buraco sem fundo.
Futuro de meter medo
Tenho medo, muito medo do futuro próximo do Sporting.
Um presidente que vem dizer que nunca despediria aquele treinador concreto (sempre e nunca são duas palavras que não se usam), vem ainda por cima dizer que aquele treinador concreto é que é o melhor e que vamos todos sentir saudades dele.
Já matou o futuro treinador antes de ele nascer.
Isto também daria um processo interno sobre um facto concreto prejudicial ao Sporting praticado pelo seu actual presidente.
Tenho medo, muito medo do futuro imediato.
Já estou a imaginar uma versão qualquer de um luís campos a treinador para no fim de época o presidente afirmar que o seu tudo mais que amado amigo treinador é que era bom e que o melhor é ele voltar para a próxima época.
Quando se age com o coração e não com a razão fazem-se grandes disparates, daqueles capazes de colocar os superiores interesses do Sporting em segundo plano face aos desejos pessoais e de amizades.
O presidente do Sporting apelidando-nos de mouros (ao bom estilo de pinto da costa) demonstrou estar num estado actual de perturbação emotiva, decerto passageira, mas preocupante para quem dirige actualmente o Sporting.
O futuro é negro.
Um presidente que vem dizer que nunca despediria aquele treinador concreto (sempre e nunca são duas palavras que não se usam), vem ainda por cima dizer que aquele treinador concreto é que é o melhor e que vamos todos sentir saudades dele.
Já matou o futuro treinador antes de ele nascer.
Isto também daria um processo interno sobre um facto concreto prejudicial ao Sporting praticado pelo seu actual presidente.
Tenho medo, muito medo do futuro imediato.
Já estou a imaginar uma versão qualquer de um luís campos a treinador para no fim de época o presidente afirmar que o seu tudo mais que amado amigo treinador é que era bom e que o melhor é ele voltar para a próxima época.
Quando se age com o coração e não com a razão fazem-se grandes disparates, daqueles capazes de colocar os superiores interesses do Sporting em segundo plano face aos desejos pessoais e de amizades.
O presidente do Sporting apelidando-nos de mouros (ao bom estilo de pinto da costa) demonstrou estar num estado actual de perturbação emotiva, decerto passageira, mas preocupante para quem dirige actualmente o Sporting.
O futuro é negro.
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