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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Dar música ao Sporting

Volvidos 17 anos o clube preferido do Zico a seguir ao Sporting (ou ao contrário) conquista novamente o grande troféu brasileiro. Oportunidade para partilhar convosco três momentos musicais enquanto me pergunto porque raio ao Sporting só nos calha o Miguel Ângelo? Bom.., salve-nos a Mª J. Valério! De resto, tirando o rap-intervenção do Valete (e a resposta do FdÓ aKa MC27), porque será que com tanto artista doente pelo Sporting não se lhes vislumbram nem uma rimazinha sobre o clube? Têm medo que os lampiões boicotem os discos?! Têm medo dos críticos alérgicos à bola? retira-lhes o glamour ou a seriedade? Já imaginaram o Sérgio Godinho a cantar 'Domingo (não adormeci) no estádio' auxiliado nas vozes pelo rancho foclórico de Parambos? ou o Carlos do Carmo a interpretar 'Liedson, levezinho e moço'? (Eu não estou a brincar. A Orquestra Sinfónica do Brasil já tocou cânticos das maiores torcidas). Sabemos que os tempos não são dos mais inspiradores mas o reportório nacional está feito de tristeza e melancolia; e, além disso, qualquer música de tons verde-e-branco será sempre melhor do que ter de começar a torcer pelo Braga no infortúnio (tic!tic!tic!) do Carvalhal não ganhar todos os jogos que faltam até ao fim do campeonato. Fica a interrogação e fica também:
'samba rubo-negro', de João Nogueira

...e com 'Conscachá Filmará (Magnífico)' de Arnaud Rodrigues (dêm-lhe com o rato no link)

Mas nem tudo é Fla... o Fluminense, após um campeonato miserável, onde os adeptos chegaram a colocar à venda na net o ex-benfiquista EdCarlos, à última jornada, aguentou-se na primeira divisão. Saíram os dois a cantar


quinta-feira, 10 de julho de 2008

Era uma vez uma final no Maracanã

Para os menos atentos, saibam que na passada 4ª feira jogou-se a final da Copa dos Libertadores da América.
Depois de "viradas" épicas contra o São Paulo e o colosso Boca Juniores (ex-campeão e 4 vezes vencedor desde o ano 2000), a nação tricolor não esperava outra coisa senão mais uma reviravolta após a inesperada derrota por 4-2 contra o outro finalista, a LDU de Quito do Equador, equipa que, apesar do nome, já tinha chegado às meias finais na temporada anterior.
Golos fora não contavam durante a final por isso o Fluminense precisava de uma vitória por 3 bolas de diferença.
O optimismo exagerado roçava o ridículo e fazia-me confusão. Mal sabia eu como estava menosprezando o "factor casa". Aqui o factor casa é isto mesmo: um hat-trick de Thiago Neves, delírio total e o desgaste da equipa e da torcida no prolongamento levando a partida, empatada 5-5, para os penaltis. Faltava saber se eram tão bons nas grandes penalidades quanto tinham sido ao longo de uma competição jamais ganha pelo clube.

O Sporting esteve lá representado...





O "Nense" perdeu, tal como o Sporting perdera há uns anos a Taça Uefa. Com a sensação de que foi um sonho lindo que acabou de uma maneira que não podia. Proibída.
Desta vez, em vez de ficar chorar a por causa do Daniel Carvalho, fiquei a conhecer Guerrón (O Getafe já o agarrou). Tem ainda muito para ser "lapidado", mas aviso-vos que poucas vezes vi um talento bruto assim.