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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Ir à bola à quarta à tarde

Se não foi por causa da televisão, alguém me explica porque é que o Sporting está a jogar em Alvalade um jogo oficial numa quarta feira às cinco da tarde? É que na TSF dizem que se ouvem mais os carros a passar na segunda circular do que o público em Alvalade.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A "palhaçada" continua

Não gostava de chamar palhaçada a isto, porque os palhaços são dignos ao contrário desta cangalhada!! Este é outro que foi empurrado pelas escadas, e daqui a uns dias ainda aparece como presidente da assembleia da mesa da assembleia geral...

[Transcrito do Facebook do dito]
"Os Sportinguistas andam tristes. Os Sportinguistas andam tristes há demasiado tempo.

A nossa tristeza está no facto de termos de reconhecer que a nossa geração não tem sido capaz de construir um presente digno da gloriosa história que, outros, noutras épocas foram capazes de edificar!

A grandeza da história secular do nosso Sporting merece um presente que nos orgulhe tanto como orgulhou o nosso passado.

Neste quadro de desalento e desânimo foram marcadas eleições para os corpos sociais do Sporting.

Instado por milhares de sócios, decidi candidatar-me à Presidência do nosso Clube. Procurei rodear-me de gente boa, gente capaz, com um denominador comum: profundo amor pelo nosso Clube e coragem para mudar o rumo do presente conhecido para um futuro que a todos possa orgulhar.

Com prejuízo da minha vida pessoal e empresarial, confiante da minha própria determinação e, sobretudo, nas vontades genuínas que se me juntaram, apresentei a minha candidatura.

Era uma candidatura que não visava a promoção pessoal de ninguém: apenas e só gente de boa-vontade, sportinguistas ferrenhos que não desejam outra coisa que não seja o engrandecimento do nosso Clube; que não seja fazer voltar o nosso Clube aos seus dias de glória.

Com o decorrer do tempo, eu e os que se candidatavam comigo, pudemos verificar que, para outros, este acto, mais do que só eleitoral, era uma batalha de vida ou de morte.

Aos meus olhos tudo ficou claro, mais do que nas afirmações, nas insinuações e nos métodos.

Para mim estas eleições não são uma batalha de vida ou de morte.

Estou muito feliz na minha vida pessoal e empresarial.

Não quero, como não querem os que me acompanham, outra coisa que não fosse SERVIR o Sporting num momento difícil, mas parece que, contra o que se poderia julgar, afinal não é preciso.

É por isso, que não serei candidato.

De mim o Sporting, a sua massa associativa, os seus dirigentes, não podem esperar outra coisa que não seja ajuda em tudo o que eu puder, para que o nosso Sporting volte a ser o Sporting dos nossos avós e seja o futuro Sporting que os nossos filhos merecem.

VIVA O SPORTING!"