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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Um Sporting a jogar à Sá Pinto

Mais uma vez tivemos um Sporting a jogar à Sá Pinto. Determinado, disciplinado, concentrado. É impossível não sermos contagiados por tanta energia e humildade. Grande Sporting!!!
Fê-lo contra a corrente do Clube, contra a forma de actuação os seus irresponsáveis responsáveis.
Mais uma vez Sá Pinto deu uma lição de estratégia, desta feita ao treinador do Athletic Club de Bilbao, mas deu-a também aos dirigentes do Clube. Se quiserem saber como se faz, ele explica certamente e não cobra mais por isso...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Três pontos...

Para que conste:
1- Acertei (em cheio!!) no resultado. Ficou escrito cinco minutos antes do jogo começar.
2- Palmas para o estratega Sá Pinto!!! Mais uma lição de estratégia; muitas horas certamente passadas no "war room" a estudar o inimigo. Surpreendente Sá Pinto. Emocional Sá Pinto dá lição de frieza como treinador.
3- Vencer aqueles abortos é sempre, sempre, sempre, sempre um gozo descomunal!

segunda-feira, 26 de março de 2012

E tu, onde é que estavas? #9

Não fosse termos eliminado brilhantemente o Manchester City nos 1/8 final, e este post já teria perdido a validade. Aqui fica a foto reportagem da deslocação a Varsóvia, meio em jeito de homenagem, meio em jeito de descompressão do nervosismo que já começa a apertar para a próxima quinta-feira.

Bilhete (€15)

Estádio Pepsi Arena (só porque o Sporting agora já não gosta de Coca-cola)

Aqui é mesmo preciso fazer o aquecimento (-10ºc)

Hino Legia Varsóvia

Entrada das equipas com os adeptos do Legia a abafarem o hino da Liga Europa.

Inicio da partida

Os incríveis adeptos do Legia

Mas no final quem festejou e cantou fomos nós! Resultado: Legia 2 - 2 Sporting (golos: Daniel Carriço e André Santos). Jogo de estreia de Sá Pinto como treinador principal do Sporting!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Uma lição


Toda a gente pergunta onde é que estava afinal este Sporting, que até já se dá ao luxo de fazer verdadeiros brilharetes como estes dos dois últimos jogos.
Pois é, sempre esteve lá. Afinal era simplesmente preciso acordá-lo.
Sá Pinto mostra o que se pode fazer procurando unir, com garra, humildade, empenho, dedicação e capacidade de sacrifício. Pelo Sporting, com o Sporting. Uma lição para estes dirigentes anémicos e oportunistas que tivemos e temos. Mas, também uma lição para os Sportinguistas...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Cadernos do balneário

À semelhança do que sucedeu com Paulo Bento, agora é a vez de Ricardo Sá Pinto não conseguir manter o silêncio no momento da saída. São aqueles que mais falam em união e amor à camisola os que, no Sporting, se apressam a incendiar a tenda. A razão imediata (o que não significa que não existam outras) do incidente entre Sá Pinto e Liedson foi patética e repete-se milhões de vezes todas as semanas em milhares de locais: uns preferem apoiar os seus colegas de trabalho; outros humilhar os seus subordinados. Uns acham que estão apenas a fazer o seu trabalho e acham que não têm de ser insultados por isso. Outros acham que o cliente tem sempre razão. Tanto discutimos isto entre nós a propósito do assobiar ou não um jogador, como estamos constantemente a travar este debate no nosso quotidiano e em especial no nosso local de trabalho. O que é patético em Sá Pinto é a utilização que está a fazer do incidente para queimar o melhor jogador da equipa por um desabafo deste último no banco de suplentes. Um desabafo que não teria consequência rigorosamente nenhuma, não fosse a carica do nosso exaltado director desportivo saltar com facilidade. E depois claro, anda por aí muita gente sedenta do sangue de Liedson, desde que passou a ser convocado para a selecção. Na blogosfera sportinguinta, e fora dela, há muita gente que não consegue engolir a convocatória de mais um "brasileiro" e então apressa-se a julgar Liedson que, independentemente das suas opiniões sobre os adeptos, a que tem todo o direito, se limitou, na privacidade do balneário, a defender um dos seus colegas mais jovens de um ataque extemporâneo do director desportivo. Divergências destas existem em todo o lado. Andar à pancada por isso é patético. Fazer comunicados hooliganescos no rescaldo ainda é pior.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Duas propostas para uma total renovação do Sporting

Proponho duas alternativas. Uma seria a da SAD tomar, em definitivo, conta de tudo desde já. Fim do SCP e desta coisa absurda que é a Sporting SAD e criação de uma nova e única entidade a Sporting, Comércio de Eventos Desportivos, Lda
Uma primeira iniciativa desta nova empresa seria criar um Canal Sporting na rede da tv por cabo. Um produto altamente inovador que este novo canal poderia proporcionar a todos os assinantes --potencial gerador de enormes receitas-- era um género novo, mistura de reality tv com telenovela, em que os dramas internos do Sporting (habitualmente usados pela imprensa, que deles tira exclusivo partido, e pelos nossos detractores para nos humilhar) seriam, finalmente, usados para usufruto próprio. Já que se sabe tudo, e que no Sporting vale tudo, que se tire partido de tudo!
Imaginem, por favor, por um momento, o que seria uma espécie de big brother dentro do balneário do Sporting, no qual poderíamos todos assisitir ao Sá Pinto à latada com o Liedson, o Stojkovic a enfardar no Pedro Barbosa, e todos os outros episódios altamente dignificantes que vamos conhecendo, e quiçá outros que nos são estupidamente ocultados. Tudo ao vivo e a cores. E no fim os espectadores até podiam votar o nome de quem ganhava e ficava. Ou, melhor ainda, tinham um desses números de valor acrescentado em que sugeriam os castigos a aplicar: "Se acha que o Liedson deve pagar 1 milhão de euros de multa marque 1, se acha que deve ser o Sá Pinto a pagar marque 2, se acha que devem pendurar o Liedson, o Sá Pinto, o Rui Patrício e o JEB e mais a puta que os pariu a todos, no alto de cada uma das torres de iluminação do estádio, marque 3...'
O Sporting não está a tirar partido de tudo isto, de todo este tremendo potencial! E é pena...
Outra alternativa seria acabar com a SAD e com toda esta palhaçada do clube-empresa travestido de instituição desportiva e deixar que o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL e os seus sócios gerissem toda esta bandalheira da forma exemplar que se impõe. Por mim, inclino-me mais para esta segunda hipótese.

Legendary Tiger Man

Depois do jogo entre os solteiros de alvalade e os casados de mafra, que acabou com a vitória tangencial dos solteiros, um jogador do clube e o seu superior abraçaram-se em actos de pancadaria.
Temos de recordar que ambos são tipos experiente nestas situações, um já havia aviado (e muito bem) o então seleccionador nacional do bigode. Outro já andou a dançar à frente de uma vassoura empunhada por um montenegrino.
Pela história contada, após a dupla fífia de patrício, o público assobiou o patrício, outros bateram palmas, como a reconforta-lo que erro que cometera.
O jogador do clube, mandou calar os adeptos, como se ele fosse o clube, o rei sol.
O director desportivo e quando a mim mal, repreendeu-o em público, deveria tê-lo feito em privado.
Aqui começam a inchar os egos das duas personagens.
Não esquecendo o passado menos próprio do director desportivo, ainda recordo bem as atitude do jogador, que consistiram em perder voos, em levar o 5º amarelo para não jogar com o benfica e mais recentemente em dizer em público que não concordava com a táctica do treinador.
Posto isto, e perante os desacatos públicos é necessário firmeza e autoridade do clube.
É óbvio que pinto já não tem condições para ser director desportivo.
Por outro lado, para andarem à batatada são precisos dois, e liedson, obviamente, não poderá passar sem uma pena exemplar, sob pena de lhe ser conferida uma carta branca para fazer o que quiser com quer quiser, já começou com os adeptos e com os donos do clube.
À frase de o "ou ele ou eu", eu responderia com nem um nem outro, vão os dois pró caralho, um para a rua, como já parece ter ido e o outro era uma punição à porto. Processo disciplinar, treinar sozinho ou com os juniores enquanto durasse o processo, sendo impedido de ser convocado para os jogos e depois uma pena exemplar. Como o treinador e o director desportivo já não são os mesmos do stoi, podemos ficar tranquilos quanto a uma eventual ostracização desportiva, mas para não lesar ainda mais os interesses do clube, teria de haver uma punição, no mínimo de 60 ou 90 dias sem ordenado.
Resta saber se o presidente profissional tem coragem para não subjugar o clube à disposição de uma individualidade, sob pena subverter os papéis na hierarquia do grupo. Isto já foi escrito, inclusive por um chinês há mais de 2000 anos.

P. s.: É hilariante que agora circulem mensagens de elogio a paulo bento em relação às suas afirmações sobre pinto. A memória é curta e já se esqueceram que após o famoso atraso de tonel para stoi, o primeiro a criticá-lo em público foi o então treinador do clube.

P. s. 2: Ontem outro chinês, fez algo que até parece natural, num só jogo marcou mais golos em alvalade do que o postiga em toda a época.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

(des)Igualdade

A propósito da não renovação de Derlei, surgiu-me no pensamento uma ligação outro caso em quase tudo idêntico, de seu nome Sá Pinto.
É factual que Derlei poderia fazer mais uma época no Sporting, seria um bom suplente. É factual que o jogador antes do fim da época anunciou o fim da sua carreira. É factual que os colegas e o treinador e a direcção foram sugerindo que reconsiderasse. É factual que Derlei mudou de opinião e decidiu não terminar a sua carreira. É factual que a direcção do Sporting com a anuência do treinador apresentou uma proposta que Derlei recusou.
Com o Sá Pinto é factual que quando decidiu terminar a sua carreira, também poderia ter feito mais uma época. É factual que o jogador antes do fim da época anunciou o fim da sua carreira. Não me recordo se os colegas sugeriram que reconsiderasse. Igualmente não me recordo que alguém da direcção ou o treinador, Paulo Bento, sugerisse que reconsiderasse. É factual que Sá Pinto mudou de opinião e decidiu não terminar a sua carreira. É factual que Sá Pinto era capitão de equipa.
É factual que Sá Pinto falou publicamente sobre o caso sugerindo que queria continuar no Sporting. É factual que a direcção do Sporting não lhe apresentou nenhuma proposta para continuar como jogador e Sá Pinto continuou a carreira fora de Portugal. É factual que a justificação para a não renovação com Sá Pinto foi explicada pelo treinador com o fundamento que este teria tomado uma opção e comunicado a mesma ao Sporting, pelo que apesar de ter mudado de ideias já não fazia parte dos planos para a próxima época.
Com base nestes factos a conclusão é que ambas as situações tiveram uma grande similitude, a diferença entre ambos os casos teve a ver com a intenção por parte do treinador do Sporting em que Derlei continuasse e com os apelos de petições públicas ao qual o "sondagens men" Rui Oliveira e Costa deu a propaganda televisiva, ao invés de Sá Pinto. Poderia argumentar-se com a questão do timing, mas tal como Sá Pinto, Derlei só reconsiderou a sua posição no fim da época.
O que se retira, subjectivamente, é que por qualquer motivo técnico e táctico o treinador queria a continuidade de Derlei e não a de Sá Pinto, ou então por qualquer outro motivo não apurado.
O meu palpite vai para um um motivo indirectamente relacionado com a autoridade do treinador, que é o facto de Sá Pinto ter sido colega de equipa do treinador. Esta ideia baseia-se nas saídas expeditas de todos os jogadores em iguais circunstâncias. A excepção de confirma a regra é o eterno suplente de guarda redes Tiago.
Foi com mágoa que vi esta situação acontecer no Sporting, não pela proposta de renovação do Derlei, mas pelo tratamento desigual que agora se veio verificar ter acontecido com Sá Pinto, que não o merecia. Merecia um tratamento igual ao do Derlei.
A suposta igualdade de tratamento foi uma alegoria.