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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Das maravilhas da gestão empresarial, o modelo inglês e os investidores/salvadores
Depois do histórico Rangers é a vez do igualmente histórico Portsmouth ter ido ao ar. Pela segunda vez em três anos.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Universos cruzados
O Roquette, esse génio da teoria e da moral capitalista, volta não volta, dá à costa, qual ave de arribação. Hoje escreve no Público.
Diz sua excelência, no meio do discurso ornamentado e embalador que é seu timbre, em relação à crise que afecta a UE e em particular Portugal, que "a responsabilidade dos empresários portugueses é proporcional à sua dimensão, até porque de forma geral têm acesso a algo que é o grande obstáculo para as empresas pequenas e médias, isto é a capacidade financeira para de forma sustentada tornar viáveis e competitivos os investimentos projectados."
Acrescenta a ilustre criatura que tem "cada vez mais a sensação de que estamos a contas com uma camisa de 27 varas e que, se, para mal dos nossos pecados, a União Europeia chegar a alguma situação do tipo 'salve-se quem puder', Portugal não vai estar certamente entre os que 'podem'."
Esta conversa pastosa não pode deixar de me fazer lembrar o rasto de miséria que este cavalheiro deixou após a sua passagem pelo Sporting. Se Portugal contar com o grau de responsabilidade dos empresários portugueses que este cavalheiro demonstrou enquanto presidente do SCP e este grau de responsabilidade for proporcional à sua dimensão está Portugal feito ao bife. Viu-se, no caso do Sporting, "a forma sustentada (de) tornar viáveis e competitivos os investimentos projectados"...
O Sporting, esse, está, por agora, apenas e ainda numa camisa de 26 varas, resultado da substiuição da estratégia do "não-à-bola-na-barra" por uma outra, mais conveniente, do "salve-se quem puder", lançada pelo hábil empresário... Assim, hoje, graças ao génio do Roquette, o Sporting é dos que já não "pode".
Diz sua excelência, no meio do discurso ornamentado e embalador que é seu timbre, em relação à crise que afecta a UE e em particular Portugal, que "a responsabilidade dos empresários portugueses é proporcional à sua dimensão, até porque de forma geral têm acesso a algo que é o grande obstáculo para as empresas pequenas e médias, isto é a capacidade financeira para de forma sustentada tornar viáveis e competitivos os investimentos projectados."
Acrescenta a ilustre criatura que tem "cada vez mais a sensação de que estamos a contas com uma camisa de 27 varas e que, se, para mal dos nossos pecados, a União Europeia chegar a alguma situação do tipo 'salve-se quem puder', Portugal não vai estar certamente entre os que 'podem'."
Esta conversa pastosa não pode deixar de me fazer lembrar o rasto de miséria que este cavalheiro deixou após a sua passagem pelo Sporting. Se Portugal contar com o grau de responsabilidade dos empresários portugueses que este cavalheiro demonstrou enquanto presidente do SCP e este grau de responsabilidade for proporcional à sua dimensão está Portugal feito ao bife. Viu-se, no caso do Sporting, "a forma sustentada (de) tornar viáveis e competitivos os investimentos projectados"...
O Sporting, esse, está, por agora, apenas e ainda numa camisa de 26 varas, resultado da substiuição da estratégia do "não-à-bola-na-barra" por uma outra, mais conveniente, do "salve-se quem puder", lançada pelo hábil empresário... Assim, hoje, graças ao génio do Roquette, o Sporting é dos que já não "pode".
terça-feira, 6 de abril de 2010
A estratégia de conquista do próximo título
Pelo que se vai lendo, o grande plano para o Sporting voltar às vitórias na próxima época passa por vender o meio-campo todo. Parece que Veloso, Moutinho e Izmailov estão de saída. Como toda a gente sabe, é a mudar sectores inteiros de equipas de futebol e a vender os seus melhores jogadores que se conquistam títulos. Ah e tal, diz o labrego do costume, mas temos que vender. Pois, teríamos que vender talvez um destes jogadores. Miguel Veloso, por exemplo, que seria substituído, por exemplo, por André Santos. Gastavam-se quatro ou cinco milhões e comprava-se um bom lateral esquerdo e eventualmente um central. Ficávamos com um plantel um bocado melhor do que esta época. E iam dez milhões para abater no passivo. Mas em vez disso gastaram-se mais de dez milhões em Janeiro e é preciso abater no passivo à mesma e ainda por cima resolveram chatear o Izmailov, que até era gajo para ficar. Agora adivinhem lá quem é que comprando e vendendo, com ou sem vitórias, vai sempre ter direito às suas comissões? E três comissões é sempre melhor do que uma. E depois claro é preciso gastar mais 20 milhões para reforçar o plantel. Como dizia o outro, é fazer as contas.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Obrigado CMVM
A organização que dá pelo nome de SPORTING - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD acabou de informar a CMVM que Villas-Boas (mais um com uma dupla consoante) não será o próximo treinador do Sporting. Fico feliz que assim seja e agradeço, por uma vez, a existência da CMVM. Como dizia o Zé Diogo Quintela uma dia destes numa crónica qualquer o Sporting, ou a organização que gere o seu futebol, contacta mais com a CMVM do que com os seus sócios. Ainda assim, sou assaltado (que criativo e original hã?) por uma dúvida, se calhar um bocado fora de tempo, mas talvez ainda pertinente: se a rescisão do Villas custava um milhão e não havia guita para o ir buscar de onde é que apareceram 10 milhões para estoirar com o Pongolle e o Pereira? e já agora, o que é que se passa com o Pongolle que há uma data de dias que não se treina por andar a resolver questões pessoais? e se havia guita para estes senhores porque é que não houve para o Villas?
E em jeito de promessa, ou ameaça, entendam como quiserem, e se o tempo assim o permitir, e se deus assim o quiser, a partir desta semana início ou iniciamos aqui na roulote uma nova série intitulado Jorge Mendes Watch. Vamos tentar manter-nos a par de todos os nomes associados a Jorge Mendes que vão ser associados ao Sporting e no fim, para isto não ser só conspiração, ver a quantidade de dinheiro que vai circular no triângulo SAD, Mendes e outro sítio qualquer mais ou menos indefinido.
E em jeito de promessa, ou ameaça, entendam como quiserem, e se o tempo assim o permitir, e se deus assim o quiser, a partir desta semana início ou iniciamos aqui na roulote uma nova série intitulado Jorge Mendes Watch. Vamos tentar manter-nos a par de todos os nomes associados a Jorge Mendes que vão ser associados ao Sporting e no fim, para isto não ser só conspiração, ver a quantidade de dinheiro que vai circular no triângulo SAD, Mendes e outro sítio qualquer mais ou menos indefinido.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Meninos e Homens
em meados de 1999, sérgio conceição, filho de pais anónimos e prematuramente desaparecidos, jogador com um historial considerável nos campeonatos português e italiano, títulos nacionais e europeus colecionados, quando perguntado por um jornalista numa conferência de imprensa da 'selecção nacional' em que lugar é que preferia jogar, se pelo corredor esquerdo ou pelo direito, respondeu: ' eu quero é jogar!...tanto se me dá, onde'.
na passada semana, miguel veloso jovem e valoroso jogador do 'sporting', filho acarinhado pelos pais (o pai é o antigo lateral-esquerdo benfiquista veloso), que até à data pouco ou nada ganhou no futebol sénior, vem reclamar junto da entidade patronal pela interposta voz do seu empresário que quer jogar a 'trinco' e não a lateral-esquerdo. porque esse facto o desvaloriza - e, consequentemente, desvaloriza a comissão a que o seu empresário tem direito.
Via António Boronha
na passada semana, miguel veloso jovem e valoroso jogador do 'sporting', filho acarinhado pelos pais (o pai é o antigo lateral-esquerdo benfiquista veloso), que até à data pouco ou nada ganhou no futebol sénior, vem reclamar junto da entidade patronal pela interposta voz do seu empresário que quer jogar a 'trinco' e não a lateral-esquerdo. porque esse facto o desvaloriza - e, consequentemente, desvaloriza a comissão a que o seu empresário tem direito.
Via António Boronha
Independentemente da questão de a maioria dos jogadores não conseguir obter um bom desempenho fora da sua posição de origem podem ter um desempenho satisfatório em posições aproximadas de houver vontade para tal. Tal difere da opção de colocar um jogador que é segundo avançado a jogar a médio interior esquerdo.
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