sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Década

Guarda Redes: Schmeichel.

Defesas: Rui Jorge, Phil Babb, André Cruz e César Prates.

Médios: Paulo Bento, Pedro Barbosa, Nani.

Avançados: João Pinto, Liedson e Jardel.

Suplentes: Rui Patrício, Tello, Beto, Polga, Tonel, Veloso, Moutinho, Quaresma, Sá Pinto, Acosta e Iordanov.

P.s.: Os critérios não reflectem a qualidade absoluta de cada jogador mas o critério da qualidade/importância nestes últimos dez anos.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

José Peyroteo Couceiro is back

Para já três observações:
  • Felizmente que não é para treinador;
  • Duvido que o Costinha fique por muito tempo;
  • Espero que o Paulo Sérgio se aguente, pois passámos a ter a sua solução no interior do clube. Já estou a ver nos jornais: "Director-geral pega na equipa de futebol";
PS- é sobrinho-neto do mítico Fernando Peyroteo!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Já não falta tudo

Decorridas que estão 14 jornadas do campeonato, parece - repito parece - que o nosso treinador ,já sabe qual o melhor esquema táctico: 4-2-3-1.
Isto até seria motivo de regozijo se o campeonato tivesse play-offs ou umas 48 jornadas.
Portanto temos 16 jornadas para aprofundar um esquema onde o mestre das tácticas vai tentar encaixar 1 trinco (Pedro Mendes) e dois médios centro (André Santos e Maniche) e depois no ataque Valdés e dois pontas de Lança (Postiga e Liedson) onde só cabe um.
Um me engano e quando a bola rolar e os jogadores fugirem para onde se sentem melhor vamos ver uma táctica (de novo) parecida com um losango. A não ser que o Valdés seja de novo encostado à linha - mas tudo é possível.
Para mim e mais importante do que a táctica é saber e perceber qual o modelo de jogo, pois obtendo um modelo de jogo, consegue-se mais facilmente obter uma qualidade de jogo homogénea em várias variantes tácticas (mais ofensivas ou defensivas).
Resta, então saber quantas jornadas ainda vão faltar para ele (treinador) saber qual o modelo de jogo a usar; ou a filosofia de jogo; ou as estratégia de jogo; ou como diziam os antigos sem curso de educação física e de treinadores de nível 3 ou 4: fio de jogo.
Entretanto se algum curioso souber o modelo de jogo que a equipa utiliza e puder partilhar agradeço, pois até agora apenas vislumbrei um assente em pressão individualizada e intensidade nas transições (embora deficitária quer nas ofensivas quer nas defensivas) e uma espécie de jogo directo.
O paradigma deste Sporting assenta, salvo melhor, até agora em apenas tentar incutir um compromisso de intensidade e carácter (o que desconheço que seja dentro de campo) mas não num compromisso de modelo de jogo (ou filosofia de jogo) e de qualidade de jogo.
Posto isso não defendo a mudança de treinador por dois motivos: primeiro o novo treinador seria escolhido por Jeb e Costinha, o que garante que o substituto seria mais um Paulo Sérgio ou um Carlos Carvalhal; segundo este já custou € 600.000,00 em contratação mais a indemnização nesta altura. Por isso o melhor mesmo é esperar pelo fim de época e tentar aguentar o 3º lugar na liga, tentar chegar no mínimo às meias da taça da liga e aos quartos de final da liga europa.
E no final da época tentar encontrar um treinador no qual a contratação deste não sirva para ele meter no seu currículo que treinou o Sporting.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sou lagarto, sim. E depois?

"Lagarto" não é uma designação fácil de caracterizar. Depois da carga pejorativa que inicialmente terá tido, chamar "lagarto" a um Sportinguista pode ter hoje uma outra leitura, mais afectuosa, que contraria a tentativa de insulto inicial. O termo foi definitivamente apropriado pelos próprios Sportinguistas e a sua carga inicial foi definitivamente neutralizada. Não é raro vermos Sportinguistas a designarem-se a si próprios por "lagartos", ou a dizerem com orgulho que este ou aquele são "lagartos". Ser "lagarto", como ser "merengue" ou "gunner" não é hoje, creio, desmerecimento nenhum e a discussão é mais ou menos inútil. Mesmo "tripeiro" (arrsico-me a dizer, embora possa ser polémica a opinião, certamente) tem dias. Um "tripeiro" respira orgulho e, vamos lá, a coisa justifica-se.
Já ser "lampião", pelo contrário, é uma designação que diz bem de quem o é... Não há direito a segundas leituras. É reles. A diferença entre o valor "comunicacional" de "lagarto" e de "lampião" não deixa dúvidas.
Vem isto a propósito daquela intervenção de um repórter de há uns dias na SIC. A direcção do Sporting veio a correr mostrar enorme indignação. Nestas coisas é preciso ter de facto cuidado, não vá a indignação transformar-se em ridículo. Sobretudo esta direcção, que levou o Clube para patamares que há muito se não atingiam na sua história.
Uma tentativa desesperada de insultar o Sporting Clube de Portugal (a designação "lagarto" surgiu, em desespero, por parte de quem já tinha uma alcunha certeira que até hoje não despegou) foi neutralizada por mérito do próprio Clube, da sua grandeza real e da imagem positiva que ganhou no país. O Sporting é (era) um clube positivo, com uma boa imagem junto mesmo dos nossos adversários ou de sectores da população que não se interessam por estes assuntos. O valor negativo do nome "lagarto" foi-se diluindo ao longo dos tempos e jogando a nosso favor. Agora, numa altura crítica da nossa vida, a direcção resolve fazer o processo andar para trás e é, ela própria, a reactivar o carácter insultuoso que o nome pretendia inicialmente ter. Bonito serviço que mais uma vez os "altos crânios" do Clube nos fizeram.

sábado, 18 de dezembro de 2010

É só a mim que o Maniche faz lembrar o Shaun Ryder? ou mais um ano de contrato


Mas o Shaun Ryder da fase mais decadente (como se tivesse havido outra?! exclama o leitor informado), um pouco mais gordo. E já que estamos nisto, e não temos direito a segundas-feiras felizes, será que podemos dizer que o Grimi é o nosso Bez? Fica a questão.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Coxos

Toda a gente avisou: o grupo está ganho, mas há a moral da equipa, a embalagem para os jogos que aí vêm, os interesses individuais dos jogadores, os interesses financeiros do Clube, a questão do ranking de Portugal nas competições europeias... Nem mesmo assim. A exibição do Sporting hoje frente a uma equipa de coxos (que me desculpem os coxos, é mesmo só uma metáfora!) foi absolutamente patética. Para coxo, coxo e meio! O Sporting provou que a coxear ninguém lhe leva a melhor.
Vergonha. Vergonha de equipa, vergonha de treinador, vergonha de direcção que mantém este nojo todo em funcionamento. Vergonha!
Revolta-te Sporting, caraças! Sai do turpor. O frio e a neve não são desculpa. Nem em Sófia, nem em Lisboa.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Negócios da China

De acordo com o jornal A Bola, a Sporting SGPS comprou 2.645.000 acções da SAD por 4.930.000 euros O que a notícia de A Bola não diz é a quem é que a SGPS comprou as acções e a que preço. Para isso temos que ir a O Jogo. Este informa-nos que a SGPS, o Sporting portanto, comprou as acções à Nova Expressão, do "sportinguista" Pedro Baltazar, em operação fora de bolsa. O que nenhum dos jornais refere é o valor de mercado das acções e o preço que o Sporting pagou por cada uma delas. Isto é, quanto é que nós, sócios do Sporting Clube de Portugal, pagámos pelas acções.
Pois bem, as acções da SAD andavam a ser negociadas aí na casa dos oitenta e poucos cêntimos. Mas eu, génio das finanças, fui fazer as complicadas contas e dividi os 4.930.000 euros pelas 2.645.000 acções. Deu 1.99. Isto é, o Sporting comprou as acções ao Baltazar a praticamente dois euros. Isto é, mais do dobro do preço de mercado. Não sei a quanto é o grande "sportinguista" - como disse em tempos um ilustre centurião (é ver nos arquivos da Roulote, amigos) - as comprou mas, com certeza, não deve ter perdido dinheiro. Aliás, segundo o DN, o negócio foi feito para o "sportinguista" (de acordo com o ilustre centurião, recordemos uma vez mais) Pedro Baltazar não perder 2,5 milhões de euros. Negócios da china é o que é. Investir sem riscos não é para todos. É só para alguns.

Fica assim definida a participação do clube na SAD nos moldes que abaixo se indicam. Vamos ver como as coisas evoluem nos próximos tempos.

No dia 3 de Dezembro de 2010 e pelo facto descrito no primeiro parágrafo desta comunicação, ao SCP passou a ser imputável, nos termos do art.º 20º do Código dos Valores Mobiliários, uma participação qualificada no capital social e direitos de voto da SPORTING SAD de 16.900.029 acções, correspondestes a 80,476 % do capital social e dos direitos de voto, por força de:
a) 13.441.222 acções de categoria B detidas pela SPORTING – SGPS, SA, correspondentes a 64,006% do capital social e direitos de voto;
b) 3.430.010 acções de categoria A detidas pelo SCP, correspondentes a 16,333% do capital social e direitos de voto;
c) 8.967 acções de categoria B detidas pelo SCP, correspondentes a 0,043% do capital social e direitos de voto;
d) 19.830 acções de categoria B detidas por membros dos órgãos de administração e de fiscalização do SCP e da Sporting SGPS, SA, correspondentes a 0,094% do capital social e direitos de voto.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Sportinguista a sério

Guardo do jogo do Sporting com o Porto uma imagem do Moutinho a ser substituído e, ao sair, a responder aos aplausos da claque do seu actual clube. Havia qualquer coisa de estranho nesta imagem, de incómodo. Moutinho, batia palmas —naqueles gestos típicos dos jogadores— virado para o lado contrário daquele para o qual há não tanto tempo assim agradecia outros aplausos. Foi capitão da equipa, o mais jovem, a promessa transformada em maçã podre. Podem-me dizer que o empenho posto nessa saudação à claque do adversário (era claro na expressão do rosto) cheira a provocação. Sempre ouvi dizer, porém, que "quem desdenha quer comprar". Moutinho disse qualquer coisa ao Sporting virado para o topo norte, com conhecimento do topo sul, mas bem de frente para a tribuna.
Manuel Fernandes, o nosso Manel, foi e é um símbolo do Clube, foi capitão também. Não chegou ao estatuto de "maçã podre" porque soube e sabe comportar-se como um senhor e grande Sportinguista que é, em qualquer situação. No momento da vitória teve palavras simpáticas e de grande dignidade para o treinador Paulo Sérgio. Mesmo dando uma enorme lição ao clube do coração afirmou "sou Sportinguista a sério."
Os antigos capitães do Sporting andam há muito a mandar recados para dentro do Clube. Os antigos capitães do Sporting foram todos, no geral, mal tratados. Ninguém os ouve. Talvez organizar um Forum dos antigos capitães e ouvir o que eles têm para dizer...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Fissuras

Já se sabia que a Nova Expressão, do "sportinguista" Pedro Baltazar - como o colocou, algures no passado, na caixa de comentários desta espelunca, um ilustre sportinguista que anda por aí a fazer-se a um tacho -, detentora de 11,667% do capital da SAD ia abandonar a sua posição na sociedade que gere o futebol do clube e o trata de canibalizar. Também se sabia que Baltazar era uma correia de transmissão de Joaquim Oliveira, dado que 90% do volume de negócios da Nova Expressão vem de empresas de Oliveira. O que não compreendo é o timing e as intenções da da saída. De qualquer forma, o bloco que conquistou a hegemonia no clube e na SAD começa a demonstrar fissuras. Diz o comunicado da Nova Expressão, estoicamente ignorado pelas edições online de toda a imprensa desportiva: "Constatamos que fizemos uma má avaliação da possibilidade de, no actual contexto, poder vingar um projecto empresarial que seja uma base sólida de sustentação para vitórias desportivas. Temos a firme intenção de voltar a investir no Sporting no futuro, reafirmando a nossa profunda convicção de que as SADs devem ser dirigidas por quem de facto investe e está disponível a participar de forma relevante na sua estrutura accionista, seguindo os melhores modelos das sociedades desportivas europeias”. Diz que saiu para viabilizar a reestruturação financeira e deixa a nota de que as SAD's "devem ser dirigidas por quem de facto investe". Ao contrário de nós aqui na Roulote, portanto. Nós achamos que a SAD deve acabar e que eles devem levar o investimento deles para outro sítio qualquer onde possam criar bolhas bolsistas. O comunicado é meio críptico, mas significa que as comadres se começaram a zangar. As implicações plenas deste acontecimento só se tornarão compreensíveis no futuro. Para já fica a nota. De qualquer modo, ficamos felizes: as únicas bolhas que gostamos são as dos pés.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Melhores do Ano 2010

Após o anúncio dos finalistas ao Prémio Fifa Bola de Ouro, e concordando com a escolha para os três finalistas, o meu pódio:

1º - Iniesta
2º - Xavi
3º - Messi

Incluiria um 4º - Sneidjer e um 5º - Robben.

Para Melhor Treinador Mourinho

E o meu golo do Ano (embora o mesmo ainda não tenha terminado) dos finalistas, o de Linus Hallenius.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Oceano Cruz

Uma entrevista interessante, de alguém que vem do tempo em que ser do Sporting queria dizer alguma coisa...

sábado, 4 de dezembro de 2010

O que deseja para sobremesa...?

As saladas e os caldinhos do Sporting continuam... O próximo prato será preparado por Zé Eduardo, empresário da restauração e presidente wannabe.
Esta temporada promete...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Único

Creio que na actualidade só existe no mundo um jogador com a capacidade de, sobre a pressão de dois jogadores de nível mundial como Xabi Alonso e Khedira, conseguir em velocidade aguentar a pressão, manter a posse de bola e conseguir na altura certa executar uma desmarcação precisa.
Creio, ainda, que desde há cerca de 20 anos, nenhum outro o jogador o conseguiu fazer. Alguns conseguem ou conseguiram-no fazer a passo ou em corrida lenta, como Xavi, Iniesta ou Zidane, mas em corrida rápida não.
Quando se fala em desmarcações pode-se igualmente falar em passes curtos, longos e em fintas num metro quadrado de terreno.

Mundial de 2018

A Rússia ganhou a corrida à organização do Mundial de 2018.
Isto significa que já não vamos ter o TGV entre o Poceirão e Madrid, como anunciou ontem o Primeiro Ministro de Espanha.

Cenas do Incrivel

Logo agora que o Polga marcou o seu 4º golo na história do Sporting, o mesmo tinha de vir através de uma assistência com a mão. Não há sorte que resista.

Desafio Superado

Cristiano Ronaldo:
«Vamos ver se o Barcelona marca oito contra nós na segunda-feira.» (após a goleada do Barcelona ao Almeria na jornada antes do clássico contra o Real Madrid).
De facto, o Barcelona ficou-se pelos 5 golos. Portanto desafio superado.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Pois se até ao Eduardo Barroso já salta a tampa...!
É verdade que tudo isto tem sido denunciado há muito, muito tempo por uns quantos de nós e que ele foi apoiante do JEB, mas em todo o caso digo: estou inteiramente de acordo e saúdo a tomada de posição.
Há muito tempo que o JEB só tem um caminho: a porta da rua! Mas, não pode ser só ele a desamparar a loja!! É o regime Roquetista que tem de ser exterminado!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Desconstruindo a Verdade - Parte II

Num post alusivo à saída de Moutinho do Sporting (ver aqui) avançava três hipóteses para o verdadeiro sucedido. Hoje o Presidente do meu Clube nas suas declarações sobre João Moutinho disse: «Foi sempre um profissional fantástico». Assim, acabou por desvendar que era a 2ª hipótese (a de que a venda do Moutinho ao Porto foi operada por um lapso derivado de incompetência na não inclusão de uma cláusula de salvaguarda), e, consequentemente lançou um engodo para disfarçar o erro cometido por ele, enquanto responsável subjectivo, e por outros, enquanto responsáveis objectivos.
Pois, ninguém no seu perfeito juízo ou com coerência, pode afirmar que um jogador é uma maçã podre por não querer treinar (mau profissional) e depois vir dizer que sempre foi um fantástico profissional. Até o pode fazer, mas sempre com uma contradição insanável na lógica do discurso.
Mas afinal, é do nosso Presidente que se trata.
Glória, Glória, Glória.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ainda dizem que não dá!

Queria aqui deixar o exemplo, de como é possível todos levarmos umas maçãs podres no próximo sábado! Não é preciso acertar com as maçãs no rapaz, isso seria incentivar à violência e nós não queremos...até porque temos Sporting no nome e com certeza que iríamos ter o estádio interdito, ao contrário do que sucede com os tripeiros.
Como ideia adjacente, podíamos também atirar umas embalagens de cotonetes ou giz, e levar uns bonequinhos tipo voodoo vestido à Ministro...isto para a Maçã não se sentir a única coisa Podre.


Download:
FLVMP43GP

O video corresponde a um protesto feito pelos adeptos do Basileia, por ter sido alterada a hora do jogo devido à imposição televisiva para transmitir o jogo de ténis desse Suíço desconhecido que é o Roger Federer!

sábado, 20 de novembro de 2010

Sair da idade das trevas

O Público, na sua edição de hoje, dá conta que analisou os relatórios e contas enviados à CMVM pelas SAD dos clubes cotados em bolsa e conclui: "Benfica e FC Porto começam a distanciar-se do Sporting, quer ao nível de receitas, quer de despesas." “Mais duas épocas assim e o Sporting pode começar a aproximar-se mais do Sp. Braga e V. Guimarães que do Benfica e FC Porto”, conclui Helder Varandas, um especialista em finanças do desporto, ouvido pelo jornal a propósito deste tema.
Há anos e anos que se adivinhava isto. Há anos que o Sporting não parece passar de uma espécie de cói de malfeitores, cujas malfeitorias não conhecemos, nem conheceremos, certamente senão uma pequena parte, mas, que são fáceis de adivinhar. Há anos e anos que muitos avisaram: não menosprezem os sócios. Eles são a seiva do Clube! Há anos e anos que o primado dos sócios foi substituído pelo primado dos bancos. Tudo certamente feito para que as malfeitorias se pudessem realizar em clima de maior tranquilidade.
Deu nisto.
Reganhar a confiança dos sócios, recuperar o grandeza do Clube, reganhar os Sportinguistas para a batalha por um Sporting grande, eis a única saída possível. Repôr o Sporting no lugar de onde saiu pela acção criminosa de um bando de aventureiros e oportunistas que tomou conta do Clube e o deixou no estado em que está —eis uma tarefa para a qual a actual direcção não demonstra ter aquilo que é preciso.
Teimosia bacoca e voluntarismo inconsequente não são as qualidades que um Presidente do Sporting necessita para o tirar deste buraco.
Os sócios do Sporting, na sua imensa sabedoria, no exercício dos seus poderes e no âmbito da moldura estatutária e democrática que rege o seu funcionamento, saberão encontrar uma solução que resgate o Clube da idade das trevas que atravessa há 15 anos. Mas, terão de rolar cabeças e teremos de exigir responsabilidades a quem as tem.
Exige-se ruptura!
Destruir, meticulosamente e da forma que agora publicamente se comprova, um Clube centenário, com a grandeza e dimensão que o Sporting teve é um crime que alguém vai ter de pagar.

domingo, 14 de novembro de 2010

"O fantasma da semana anterior"

A expressão foi usada pelo Paulo Sérgio no final do jogo com a Académica. Um jogo que foi o fim de um ciclo ou uma interrupção apenas?
Continua no próximo número... De uma coisa podemos estar certos: com este Sporting, hoje em dia, é emoção e incerteza até ao fim.

sábado, 6 de novembro de 2010

O tal canal

Vem aí mais um buraco para o Sporting se continuar a enterrar... Agora há um "estudo" que viabiliza o canal de telvisão Sporting. E quem é que "viabiliza" o canal, quem é?!
Eu não percebo: temos as dificuldades que temos e temos dinheiro para montar um canal de televisão?

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Afinal são 5-1

Não nos vamos esquecer de Horta e Costa e Godinho Lopes. Não seria justo.

O clube dos arguidos ou 3-1

O Benfica teve Vale e Azevedo, é certo. Mas o Sporting, mantendo acesa a chama da rivalidade, não lhes fica a atrás. Depois de termos tido um ex-presidiário na presidência do clube, que continuou a braços com a justiça, e depois de Luís Duque ter sido constituído arguido na sequência das investigações relacionadas com o BPN, chega a vez de Filipe Soares Franco ser apanhado pela Operação Furacão. mas claro, há sempre uns pategos que acham que uma gravata e uma morada na Quinta da Marinha tornam qualquer um numa pessoa respeitável. Mas estes não são Jesse James, Dillinger, Bonnie and Clyde, ou mesmo Zé do Telhado, todos eles bandidos sociais, heróis populares. Estes são bandidos do social. Sem direito a baladas e sem charme.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Sporting vai entrar na era da Inteligência Artificial

Agora que "há 95% de probabilidades" de Alvalade vir a ter um relvado artificial, talvez o Sporting queira contemplar a possibilidade de jogar com robôs, daqueles que são desenvolvidos nas universidades técnicas portuguesas e que tantos e tão bons resultados têm obtido lá fora.
Reparem, são só vantagens: não há problema com as restrições ao uso das calças de ganga, os ordenados deixam de pesar na contabilidade, acertar na baliza é mesmo só uma questão de afinar o software e os relais, não há problemas de penteados, não há problemas entre quem é titular, quem fica no banco ou quem nem sequer é convocado, e quem não obedecer às directrizes do treinador tira-se-lhe a pilha. Enfim, é um mar de possibilidades.
O único senão que esta solução traria é que, a levarmos a lógica por aí fora, chegamos ao presidente. Mas, também aí não há problema! Substituimo-lo por um desses robôs de limpeza (o da imagem é formidável e até funciona bem; recomendo-o), limpa os cantos e por baixo dos móveis com grande perfeição, traz vantagens fiscais e para fazer o que o JEB (um homem com uma inteligência verdadeiramente artificial!) faz, é mais que suficiente.

domingo, 31 de outubro de 2010

Do batatal ao artifical - um relvado sem remédio?

Enquanto estava aqui a terminar de escrever isto o Bettencourt acaba de anunciar em Vendas Novas que vamos ter um sintético. Estou pasmado. Deixo a minha opinião abaixo.

Estava longe de pensar que estaríamos sequer a discutir se devíamos colocar um relvado 100% artificial quanto mais que tal medida drástica já estava decidida.

Creio ser lógico, antes de tudo, reconhecer um conjunto de boas razões para que, na Europa do futebol de alta competição, apenas o Spartak Moscovo (onde, no Inverno, o frio mata qualquer matéria orgânica) e o Young Boys na Suíça, que se conheça, possuem relvados 100% artificiais. Explique-se então algumas:
  1. a razão "natural" - não deve haver mais de um jogador ou um departamento de futebol em cem, que prefira jogar em relvado sintético. Basta ter pouca experiência em cada uma deles para se saber como a bola, o contacto com o corpo, etc., têm uma relação muito mais confortável e fluída no relvado natural; Não é por acaso que os dos dois estádios que receberam menos jogos no Mundial da África do Sul foram os dois com relva sintética;
  2. O medo das lesões - Quando vemos jogadores profissionais a benzerem-se em triplicado tem muito a ver com a crença de se "protegerem" contra o grande receio das lesões. Mesmo que dados recentes indiquem que os artificias de última geração já não tenham maiores propensões para lesões graves do que os naturais, psicologicamente o receio não se desvanecerá tão cedo (demorará tempo e requer a generalização da prática). É na relva natural que têm cagança e confiança. Ainda recentemente o treinador do Tottenham recusou-se a a alinhar com o Ledley King - um grande jogador que tem sido perseguido por uma lesão grave que o impede de jogar todo o tempo - na deslocação ao estádio do Young Boys por temer que a relva sintética "o matasse" (sic).
  3. A desvantagem competitiva - habituados a jogar em relva artificial de cada vez que jogamos "fora", a relva pode tornar-se mais um elemento desfavorável ou mais uma desculpa para a derrota... É evidente que pouco nos interessa ter vantagem competitiva "em casa". Toda a gente sabe que, por todo um conjunto de variáveis, o Sporting (e os outros), desde sempre, ganha mais "em casa" e é portanto "fora" que interessa ganhar mais;
  4. a razão principal - Se, hoje em dia, já nem conseguimos convencer o Trézéguet a escolher o Sporting em vez do Hércules, quando passarmos a ter uma relva artificial garanto-vos que a nossa capacidade de persuasão não vai melhorar. E, neste capítulo, é bom que consigamos inverter o rumo.
Recentemente, ao jornal Sporting, Costinha justificou as dificuldades de contratar um avançado de jeito com o facto de termos perdido trunfos competitivos para outras ligas e para os adversários directos (se bem que para o Benfica, só o ano passado e antes disso já eles tinham conseguiram convencer o Aimar e Saviola) e com o facto dos "12-1" frente ao Bayern ainda estar associado ao Sporting na cabeça de muitos jogadores estrangeiros. Independentemente da análise dele, acho que vale a pena fazermos esta pergunta: Que argumentos tem o Sporting para oferecer hoje? Bons salários? Liga dos Campeões? Um projecto de futuro? Estádio cheio cheio e uma atmosfera incrível? Um relvado artificial??

Dito isto, a verdadeira questão oculta e que até hoje não vi ninguém responder é: já consultamos mais do que uma empresa? Já equacionámos, analisámos e testamos todos as soluções possíveis? Dá-me impressão que não. Não percebendo nada da matéria, dá-me impressão que antes da última geração da relva artificial haverá uma série de gerações de relva natural (ou combinada com sintético, como em alguns casos ingleses) por ensaiar.

Agora, sem que nos tivessem demonstrado que o nosso estádio é o único na Europa alérgico à erva natural (hoje em dia, no Sporting, ser diferente dá nestas coisas) e que não havia mais nenhuma solução possível, espero eu bem que, pelo menos, tenham tido a sensatez de terem auscultado e deliberado junto com os jogadores e departamento. Porque se não, que vão mas é dar banho ao cão.


Obs: a relva artificial foi uma excelente ideia para os clubes amadores ou de lazer que não têm como suportar financeiramente o tratamento de um relvado natural e que podem, com o sintético, dar-lhe uso constante permitindo novas fontes de receitas.
O futuro não vai ser relva artificial coisa nenhuma. Há coisas que, por mais que tentem, nunca serão tão boas como no seu estado natural.

sábado, 30 de outubro de 2010

ANTES QUE YO NACIERA

Antes que yo naciera
vos ya estabas deslumbrando,
con tu zurda incomparable
a todos dejabas soñando.
De a poquito fui creciendo,
y todo el mundo decía,
que eras algo incomparable.
Que nunca nadie te igualaría.
Un día te vi en la cancha,
a todos hacías alegrar.
Pero yo en ese momento
tuve ganas de llorar.
Tuviste algunos errores,
Te condenan por lo que hiciste.
¿Es que acaso no se acuerdan
las alegrías que vos nos diste?
Hoy sueño con conocerte
y decirtelo en persona:
¡Gracias por existir
Diego Armando Maradona!
(autor desconhecido)



Leandro Romagnoli: me encanta el chiquito. Le faltan piernas, físico, músculo, de todo, pero le sobra guapeza para gambetear. Lo demás se consigue en un gimnasio.



El arquero de ellos era Ivkovic y yo lo conocía muy bien: jugando con el Napoli, contra el Sporting
de Lisboa, por la Copa UEFA, él me había jugado 100 dólares a que me atajaba el penal en la definición. "Trato hecho", le había contestado yo como un pelotudo, ¡y me lo atajó! Pero la serie siguió y al fin ganamos nosotros. Ahora lo tenía otra vez ahí, frente a mí. Le pegué, me salió una masita, ¡y me lo atajó! Alguna vez dije que lo había errado a propósito, por cábala, para que la historia terminara como aquella noche con el Napoli, pero... ¡las pelotas!



Sé que no soy nadie para cambiar el mundo, pero no voy a dejar que entre nadie en el mío a
digitarlo. A manejarme... el partido, que es como decir digitar mi vida. Nadie me hará creer, nunca, que mis errores con la droga o con los negocios, cambiaron mis sentimientos. Nada. Soy el mismo, el de siempre. Soy yo, Maradona.
Yo soy El Diego.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Notícias da frente

As ligações entre a alta finança, o Sporting, as consultoras, lembram-se do Ernesto e das auditorias às contas do BPN?, e tudo o que mais há de podre neste país, continuam. Chegou a vez de Luís Duque, antigo presidente da SAD e companheiro de Seara na Câmara de Sintra, ser constituído arguido, sob suspeita de fraude na obtenção de créditos bancários, no valor de 80 milhões de euros. Outros virão. Entretanto, claro, há sempre uns tansos que continuam a acreditar no projecto.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lembranças e esquecimentos

A segunda parte do jogo de ontem «Pode servir de exemplo para acreditarmos ainda mais que só quando o árbitro apita é que regressamos ao balneário», declarou Paulo Sérgio. Ora se pode servir de exemplo é porque os jogadores se têm esquecido desta verdade, que devia ser evidente e estar sempre presente, ou não será?

domingo, 24 de outubro de 2010

mártir prestes a espetar-se com camião de pesados e há quem ache isto tudo normal que o problema são os fiéis

Hoje estou à vontade para dizer que disse à minha família: a probabilidade de espetanço é de 90 por cento. E espetando-me no Sporting a 90 por cento estou morto para o resto da carreira. Mas quando percebi que ninguém queria o lugar - porque aquilo a que assisti foi a desculpas esfarrapadas - era preciso alguém que assegurasse a parte do bater no fundo para depois vir um verdadeiro Messias.

JEB, n'A Bola, trecho disponível na versão online (quanto baste, diga-se, não vá acontecer alguém ir comprar o pasquim..), em entrevista aos amigos Serpa e Delgado que tão bem o apoiaram na campanha e que, com tanta pérola atirada e matéria por sacar, vêm confirmar que das duas uma: ou as perguntas estavam previamente aprovadas e não havia direito a mais ou continuam grandes amigo.

Conversa de surdos

- O Sporting não beneficia do ódio enorme entre as lideranças de Benfica e FC Porto?
- Temos tentado contribuir para o sucesso da indústria do futebol. Temos divergências e já engoli sapos. Mas para mim o backstage não é importante, a imagem que deve passar para a opinião pública é a das coisas boas.

JEB, n'A Bola, trecho disponível na versão online (quanto baste, diga-se, não vá acontecer alguém ir comprar o pasquim..), em entrevista aos amigos Serpa e Delgado que tão bem o apoiaram na campanha e que, com tanta pérola atirada e matéria por sacar, vêm confirmar que das duas uma: ou as perguntas estavam previamente aprovadas e não havia direito a mais ou continuam grandes amigo.

sábado, 16 de outubro de 2010

The World Is Not Enough: 81/82 missão Sporting

Eu tinha 2 anos quando fui campeão pela primeira vez em vida. Não me lembro, mas recordo-me agora da importância deste mister. À nossa!



Porque nunca é demais rever isto:

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Porrada na AG, ainda a procissão vai no adro

Há já muitos anos que várias pessoas, interessadas pelos destinos do Sporting Clube de Portugal (interessados de forma desinteressada, isto é, sem negócios com o Clube, lugares a defender, agendas mais ou menos escondidas, carreiras a necessitar de muleta, ou necessidade patológica de aparecer na foto...) alertaram para a necessidade de preservar a UNIDADE do Sporting. Há muito que se via que a direcção pela qual o Clube seguia ia suscitar reacções mais enervadas e, em pouco tempo, clivagens profundas iam surgir.
O problema do Sporting, meus senhores, não é nem um problema financeiro, nem um problema desportivo! O problema do Sporting é simplesmente o da UNIDADE e o da inexistência de uma figura capaz de a suscitar entre os que se dizem Sportinguistas. Tudo o resto vem atrás. Os malfeitores que sucessivamente têm ocupado os cargos de direcção do Clube deixaram —por inépcia, por interesse, por má-fé, por desleixo e, também, por falta de estatura— destruir a UNIDADE do Sporting e o resultado está aí.
Os problemas do tipo que o Sporting enfrenta hoje e os males de que padece resolvem-se com uma única ferramenta: obediência cega e intransigente ao ideal original Sportinguista. Mas o ideal Sportinguista foi destruído quando o Sporting virou empresa e entrou para a sua direcção um grupelho de traidores do ideal Sportinguista. Foi nessa altura que os problemas começaram.
Ontem, as ameaças que se vinham a fazer sentir há muito concretizaram-se. Pode-se apequenar o sucedido, pode-se dizer que foi um desacato menor entre este ou aquele, sem significado. Mas, isto é apenas a ponta do icebergue. Outros virão e cada vez mais sérios.
O problema, repito, do Sporting é o da inexistência de alguém capaz de unir e dar corpo à força do Sporting. E o dilema é este: quem pode não quer e quem quer não consegue. Hoje o Sporting é uma plataforma por onde se cruzam tráfegos de várias origens, com uns senhoritos sentados na torre de controlo a dar ordem de passagem a uns, a mandar parar outros, a desviar outros ainda. Sinaleiros da desgraça. O polícia sinaleiro-mor —a quem antigamente se chamava o "cabeça de giz"— limita-se a atrapalhar ainda mais o engarrafamento.
Uma coisa é certa. As clivagens estão aí, assumidas, para aprofundar e radicalizar cada vez mais.
A menos que... A menos que surja um Sportinguista, não comprometido de todo com o desastre deste últimos 15 anos, que consiga novamente unir os sócios em torno do ideal Sportinguista, e o reponha na sua condição de GRANDE.
Tal como está o Sporting, neste momento, é grande, mas apenas na significativa quantidade de merda de gente que tem à sua frente, ou que, não estando à frente, parece que está. É vê-los perorando, por tudo e por nada, sobre o estado do Clube, como se fossem marcianos caídos aqui por engano. Essa gente revela-se a cada instante uma vergonha e uma traição permanente ao ideal Sportinguista.
Traidores e oportunistas! Todos!
Custe o que custar admitir isto! Se me conseguirem demonstrar (com factos, reais!, e sem argumentos demagógicos!) o contrário, eu retrato-me...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Diz-me com quem andas dir-te-ei que paz é essa

Nos finais de noventa, Roquete já dizia: Vem aí uma nova era, o futebol precisa de credibilidade, não podemos denegrir a sua imagem e entrar em guerras. Era um tipo pragmático e programático: o ideólogo do grande filão por explorar que era o futebol, cotou o Sporting na II Divisão da Bolsa e, esperançado numa promoção, queria pouco barulho para dar um ar mais respeitável à bola, pois o Sr. mercado não gostava de peixeiradas.

Em 2004, Pedro Aleixo Dias, Sénior Partner da BDO (empresa que assina as auditorias à SAD), já dizia: "As SAD têm 6-7 anos. Este modelo de gestão está esgotado. É insustentável. Quem perde nisto tudo são os accionistas."
Com o novo estádio, a estratégia passava agora pela maximização dos factores de receita: Direitos de publicidade, merchandising, licenssements, etc (perdoem-me o francês); direitos de utilização de lugares de bancada, novos públicos corporate e afins. José Espírito Santo Ricciardi, à altura membro do conselho fiscal, defendia então "só pode haver disputa dentro das quatro linhas" como medida englobada naquela estratégia [O Jogo, 26/03/04].
E nisto, higienizar o estádio, docilizar o público, erradicar o disruptivo, para não assustar o novo segmento (perdoem-me o português). Como o Sporting real é outro, mais uma vez, a coisa não correu como esperavam. Não obstante, manteve-se a postura de consentimento, mesmo depois do escândalo do Apito Dourado cujas escutas foram, já antes, todas elas transcritas e publicadas e eram, pelo menos, do conhecimento dos dirigentes. Nascia o dirigente tótó.

Em 2010, depois da escutas chegarem a toda a gente em formato original, Oliveira fantoche e Costa, que me garantem, amigos de confiança, representar o Sporting, em directo na TV dizia: "não lavo a cara com água do bidé". Quanto a isto o Zé Diogo Quintela disse tudo aqui.

Dois dias depois do Costa, o presidente do clube vem dizer: "..quem não defende sempre a guerra não é um totó". Dirá, portanto, o presidente, que defender os sportinguistas, enganados e roubados pela corrupção desportiva..., que gerir eficazmente a reputação, as tradições, as expectativas e o bom nome do clube e seus funcionários significa... estar calado? Um presidente que confunde o essencial conflito clubístico com guerra; que só conhece o 8 e o 80; que guarda as munições todas para consumo interno. Que dez anos depois, nem percebe que neste meio para se ter sucesso não basta gerir activos (nem isso..), mas sim saber gerir isto. Um presidente que impõe valores pessoais como valores sportinguistas e uma turma de amigos que só debita hipocrisia.

O Sporting que hoje temos é em boa medida o Sporting por que lutaram: às terças e quintas dando uma de aristocrata finório, pugnando pela paz oca, sabe-se lá bem em nome de quê e de quem; mas, em matéria interna, à segunda e na quarta-feira, solta-se o verniz e é ver a peixeirada vergonhosa do presidente da Mesa da Assembleia Geral, revoltado por a Sic informar os teleespectadores da existência de uma AG do clube (!!!), num programa onde ainda lhe pagam para fazer aquelas figuras. Nada surpreendente aliás vindo quem ainda há pouco tempo defendia acabar com a participação dos sócios nas AG passando a estes a serem representados pelo Conselho Leonino.

Os resultados e o resto, enquanto não vai sendo alienado, estão à vista.

Como vovó já dizia, quem não tem visão bate a cara contra o muro..