Idealmente Jesualdo Ferreira deveria continuar a ser o treinador do Sporting. Esta minha vontade baseia-se numa ou duas ideias muito simples. Ao contrário de muitos que passaram pelo banco do Sporting nos últimos anos não é um novato e, sem ser um génio, percebe qualquer coisa de futebol. Os resultados mostram isso. Numa época normal Jesualdo estaria a lutar pelo seu posto de trabalho. Numa época como a que o Sporting teve parece o salvador da pátria. A estabilidade é importante. Quando se advinha que algumas das principais equipas do futebol português se preparam para mudar de treinador, a sua continuidade poderia ser uma arma competitiva importante, numa época que se advinha difícil.
Apesar deste meu desejo, e passando do plano dos desejos para o das possibilidades, a continuidade de Jesualdo depende, antes de tudo o resto, da sua disponibilidade em ocupar um lugar na nova estrutura do Sporting. Se Jesualdo pretender manter o pleno dos poderes e funções com que foi contrato por Godinho Lopes, a nova direcção do Sporting deve proceder à sua dispensa. Há muito que sucessivos presidentes do Sporting se têm tornado reféns dos treinadores. Não é preciso relembrar a história toda. Urge acabar com esse problema. Resolvê-lo é tanto mais fácil quanto Jesualdo é simplesmente um tipo competente. Nem especialmente bom, nem especialmente mau. Nem quente, nem frio. O problema é que o professor se tem em tanto melhor conta quanto mais se tornou num símbolo da oposição à nova ordem de coisas no Sporting. Na realidade, a Jesualdo não pode, de nenuma forma, ser oferecido o destino do futebol do Sporting: contratações, dispensas, programação, formação, etc. Ele, como qualquer outro treinador, tem que ser parte de um colectivo. Não há homens providenciais. Não há milagres. A única coisa que a nova direcção deve fazer é defender o projecto para o qual foi mandatada e não se deixar sequestrar por quaisquer pressões exteriores ou urgências inevitáveis. Se Jesualdo quiser colocar os interesses do Sporting acima dos seus próprios interesses pode ter um lugar no futuro do clube. Se optar por assegurar o seu poder, sem compreender que as condições que determinaram a sua entrada se alteraram, deve sair. Não é o Sporting que se tem de adaptar a Jesualdo. É Jesualdo que se deve adaptar ao Sporting.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
O Riki, o antigo presidente do CFD do Sporting, nem sequer é capaz de preencher o seu IRS
O presidente executivo do BES Investimento, José Maria Ricciardi, fez
três correções às declarações de IRS, num montante que totaliza mais de
1,5 milhões de euros.
De acordo com o «Correio da Manhã», o banqueiro alterou as declarações de IRS relativas aos anos de 2009, 2010 e 2011. No primeiro dos três anos, em 2009, José Maria Ricciardi terá feito uma correção de 376 mil euros. No ano seguinte, voltou a fazer uma correção de 567 mil euros e em 2011 o ajuste foi de 554 mil euros.
De acordo com o «Correio da Manhã», o banqueiro alterou as declarações de IRS relativas aos anos de 2009, 2010 e 2011. No primeiro dos três anos, em 2009, José Maria Ricciardi terá feito uma correção de 376 mil euros. No ano seguinte, voltou a fazer uma correção de 567 mil euros e em 2011 o ajuste foi de 554 mil euros.
sábado, 13 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
União Sportinguista!
Estamos finalmente a assistir ao cair da máscara que as tenebrosas figuras que andaram a dirigir o Sporting usaram nestes últimos 17 anos. A máscara que lhes permitiu entrar no Clube e levá-lo ao estado desgraçado em que se encontra hoje.
Todos somos potenciais vítimas deste golpe desesperado: os que, julgando-se impotentes, foram saindo do Sporting ao longo desses anos, não renegando nunca a sua paixão clubística; os que, certamente de boa fé, arranjaram mil argumentos para defender a linha dominante, certamente arrependidos face aos resultados que geraram; os que lutaram e lutam incansavelmente para o denunciar.
Enfrentamos todos o mesmo desafio: resistir para que o o nosso CLUBE subsista.
A porta está aberta para entrarmos de novo no nosso Sporting. Falta entrar. Na nossa própria casa de onde fomos, paulatina e vergonhosamente, todos sendo expulsos.
O Presidente Bruno de Carvalho tem, por um conjunto invulgar de circunstâncias, o perfil para nos franquear a porta e retomar o controlo do que é nosso (e dele!). Terá, imagino, de limar arestas, terá de engolir o coração, driblar o adversário, talvez até fingir ou forjar mesmo um penálti. Mas, é certamente um aluno rápido e é ele que tem agora a chave. E já demonstrou, sem margem para dúvidas, que é nosso e quer estar connosco.
É em Bruno de Carvalho que temos de confiar para incentivar e preservar a União Sportinguista.
É urgente que esta união não seja de modo algum quebrada. É a questão mais vital neste momento, como, de resto, sempre foi, mesmo para o bando que andou a destruir o Clube ao longo destes anos. Está demonstrado de forma clara que a maioria dos sócios do Sporting queria, afinal, esta união, que Bruno de Carvalho é neste momento o seu rosto inequívoco e que é esta união que amedronta os abutres. A roquettada sobreviveu porque conseguiu ir forjando uma unidade na desunião.
É preciso que eles percebam que o Sporting é —como foi sempre— os Sportinguistas que o compõem. Nem mais nem menos. Sem eles, os abutres vão ficar com uma mão-cheia de coisa nenhuma, a deambular, sós, pelo deserto.
É preciso que eles entendam isto. Não é difícil...
Todos somos potenciais vítimas deste golpe desesperado: os que, julgando-se impotentes, foram saindo do Sporting ao longo desses anos, não renegando nunca a sua paixão clubística; os que, certamente de boa fé, arranjaram mil argumentos para defender a linha dominante, certamente arrependidos face aos resultados que geraram; os que lutaram e lutam incansavelmente para o denunciar.
Enfrentamos todos o mesmo desafio: resistir para que o o nosso CLUBE subsista.
A porta está aberta para entrarmos de novo no nosso Sporting. Falta entrar. Na nossa própria casa de onde fomos, paulatina e vergonhosamente, todos sendo expulsos.
O Presidente Bruno de Carvalho tem, por um conjunto invulgar de circunstâncias, o perfil para nos franquear a porta e retomar o controlo do que é nosso (e dele!). Terá, imagino, de limar arestas, terá de engolir o coração, driblar o adversário, talvez até fingir ou forjar mesmo um penálti. Mas, é certamente um aluno rápido e é ele que tem agora a chave. E já demonstrou, sem margem para dúvidas, que é nosso e quer estar connosco.
É em Bruno de Carvalho que temos de confiar para incentivar e preservar a União Sportinguista.
É urgente que esta união não seja de modo algum quebrada. É a questão mais vital neste momento, como, de resto, sempre foi, mesmo para o bando que andou a destruir o Clube ao longo destes anos. Está demonstrado de forma clara que a maioria dos sócios do Sporting queria, afinal, esta união, que Bruno de Carvalho é neste momento o seu rosto inequívoco e que é esta união que amedronta os abutres. A roquettada sobreviveu porque conseguiu ir forjando uma unidade na desunião.
É preciso que eles percebam que o Sporting é —como foi sempre— os Sportinguistas que o compõem. Nem mais nem menos. Sem eles, os abutres vão ficar com uma mão-cheia de coisa nenhuma, a deambular, sós, pelo deserto.
É preciso que eles entendam isto. Não é difícil...
Estou com Bruno, mas...
Ou percebi mal ou a conferencia de imprensa serviu só como arma de negociação. Acho pouco. Cheirou-me mais a Bruno que perdeu as eleições do que a Bruno que sabe por onde anda. Mas isso não quer dizer que não seja este o caminho necessário percorrer. Só quer dizer que a história mostra que sem preparação para a luta se prefere a capitulação, veja-se a subserviência face à troika. Para seguir este caminho o general, eleito por ter uma solução, tem que ter mais do que dizer que o inimigo é mau. Quem já sabia não ficou a saber mais, quem não sabia ficou com medo.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Três notas sobre os acontecimentos do dia ou "tudo está dado como garantia"
1 - Bruno de Carvalho anunciou a auditoria de gestão. Aquela que será porventura a mais emblemática medida do novo período que se espera que se tenha iniciado no clube foi finalmente anunciada. Não se pode considerar o cumprimento de uma promessa mas antes a reafirmação da intenção de a levar a cabo, ainda sem prazos definidos para o lançamento do concurso para a sua realização e para a entrega do relatório. Espera-se que estas questões sejam clarificadas em breve. A auditoria parece, contudo, ser a grande arma negocial junto da banca. Talvez o silêncio conivente com o passado seja a moeda de troca mais valiosa para a renegociação em curso.
2 - Observou-se durante todo o dia uma guerra de informação e contrainformação, possivelmente indicativa de se ter chegado a um ponto de ruptura nas negociações. "Que fique claro que nem tudo o que é noticiado é verdade. Mais cedo ou mais tarde, os sportinguistas vão saber o que se passou nas negociações." disse, segundo o Correio da Manhã, Bruno de Carvalho. No Público, uma fonte do clube garantia que os 40 milhões anterioremente acordados para fazer face a necessidades de tesouraria no próximo ano e meio não seriam suficientes. Na mesma notícia, este empréstimo acordado ainda com Godinho Lopes, teria agora de ter como contrapartidas o abandono da intenção de realizar a auditoria, e ainda, segundo outras fontes estaria em causa a entrada de dois admistradores nomeados pela banca na SAD. Face a estas propostas, e segundo o Jornal de Negócios, Bruno de Carvalho teria ameaçado com a demissão, tendo-se também colocado a possibilidade de um Plano Especial de Revitalização, para o qual basta o acordo com um credor e que a ser implementado supenderia o pagamento de todas as dívidas. Numa outra versão da história, Bruno de Caravalho teria "ameaçado" a Banca com um AG onde a proposta seria apresentada aos sócios para serem eles a aferir da sua razoabilidade. Na Edição da Noite da SIC N, uma outra "fonte", presumo que bancária, ripostou com outra versão da história. 28 milhões de empréstimos para o próximo ano e meio. Seguidos de uma redução para metade da dívida bancária, de 240 para 120 milhões de euros, que teria como contrapartida a tranformação de títulos de dívida em instrumentos de capital. Ou seja, e se bem percebo, uma espécie de VMOCS, ou seja, se o Sporting não pagar as acções passam para os credores. O que falta nesta última versão dos acontecimentos são as contrapartidas exigidas ao Sporting. Uns dizem que as negociações continuam. Outros que acabaram em insultos. Outros ainda que chegaram a um impasse. Bruno de Carvalho acabou o dia a dizer que apenas as maturidades estão a ser negociadas. Acrescentado:"Quem ler as contas auditadas do clube percebe que está tudo dado como garantia. Por muito dinheiro que entre no Sporting, se as pessoas não quiserem, não há nenhum. É a situação que vivemos”. Ou seja, já não há nada. Nem dinheiro para pagar salários nem património para oferecer como garantia. O terreno foi completamente minado.
3 - "Não sou um mero sócio. Sou presidente do Sporting e da SAD, tenho com isso um conjunto de deveres de sigilo. Não vou poder, de facto, dizer tudo o que queria, mas esse dever de sigilo não será para sempre" Face ao impasse das negociações, parece que esta conferência de imprensa, o anúncio da auditoria e a ameaça de submeter as propostas dos bancos aos sócios são as grandes armas negociais de Bruno de Carvalho. No ponto em que nos encontramos o Sporting tem muito pouco a perder. Na pior das hipóteses vamos para os distritais. A banca que aposta na táctica do terror que tão bons resultados tem dado um pouco em toda a parte confia no poder do medo. Na pior das hipóteses ficam com um prejuízo de 400 milhões, um estádio inútil nas mãos e a raiva de 3 milhões de pessoas. É fazer as contas como dizia o outro.
2 - Observou-se durante todo o dia uma guerra de informação e contrainformação, possivelmente indicativa de se ter chegado a um ponto de ruptura nas negociações. "Que fique claro que nem tudo o que é noticiado é verdade. Mais cedo ou mais tarde, os sportinguistas vão saber o que se passou nas negociações." disse, segundo o Correio da Manhã, Bruno de Carvalho. No Público, uma fonte do clube garantia que os 40 milhões anterioremente acordados para fazer face a necessidades de tesouraria no próximo ano e meio não seriam suficientes. Na mesma notícia, este empréstimo acordado ainda com Godinho Lopes, teria agora de ter como contrapartidas o abandono da intenção de realizar a auditoria, e ainda, segundo outras fontes estaria em causa a entrada de dois admistradores nomeados pela banca na SAD. Face a estas propostas, e segundo o Jornal de Negócios, Bruno de Carvalho teria ameaçado com a demissão, tendo-se também colocado a possibilidade de um Plano Especial de Revitalização, para o qual basta o acordo com um credor e que a ser implementado supenderia o pagamento de todas as dívidas. Numa outra versão da história, Bruno de Caravalho teria "ameaçado" a Banca com um AG onde a proposta seria apresentada aos sócios para serem eles a aferir da sua razoabilidade. Na Edição da Noite da SIC N, uma outra "fonte", presumo que bancária, ripostou com outra versão da história. 28 milhões de empréstimos para o próximo ano e meio. Seguidos de uma redução para metade da dívida bancária, de 240 para 120 milhões de euros, que teria como contrapartida a tranformação de títulos de dívida em instrumentos de capital. Ou seja, e se bem percebo, uma espécie de VMOCS, ou seja, se o Sporting não pagar as acções passam para os credores. O que falta nesta última versão dos acontecimentos são as contrapartidas exigidas ao Sporting. Uns dizem que as negociações continuam. Outros que acabaram em insultos. Outros ainda que chegaram a um impasse. Bruno de Carvalho acabou o dia a dizer que apenas as maturidades estão a ser negociadas. Acrescentado:"Quem ler as contas auditadas do clube percebe que está tudo dado como garantia. Por muito dinheiro que entre no Sporting, se as pessoas não quiserem, não há nenhum. É a situação que vivemos”. Ou seja, já não há nada. Nem dinheiro para pagar salários nem património para oferecer como garantia. O terreno foi completamente minado.
3 - "Não sou um mero sócio. Sou presidente do Sporting e da SAD, tenho com isso um conjunto de deveres de sigilo. Não vou poder, de facto, dizer tudo o que queria, mas esse dever de sigilo não será para sempre" Face ao impasse das negociações, parece que esta conferência de imprensa, o anúncio da auditoria e a ameaça de submeter as propostas dos bancos aos sócios são as grandes armas negociais de Bruno de Carvalho. No ponto em que nos encontramos o Sporting tem muito pouco a perder. Na pior das hipóteses vamos para os distritais. A banca que aposta na táctica do terror que tão bons resultados tem dado um pouco em toda a parte confia no poder do medo. Na pior das hipóteses ficam com um prejuízo de 400 milhões, um estádio inútil nas mãos e a raiva de 3 milhões de pessoas. É fazer as contas como dizia o outro.
Terrorismo financeiro
Aquilo que Ricciardi e os seus amigos não conseguiram nas urnas procuram conquistar por via da força. Depois de terem levado o clube a uma situação financeira insustentável preparam-se agora para uma longa e já esperada campanha de sabotagem económica e financeira. Desconheço os termos exactos em que decorreram as negociações e o conteúdo das exigências que estão a ser feitas à nova direcção do Sporting Clube de Portugal. Presumo que em jogo estejam três coisas. Por um lado, impedir por todos os meios a auditoria de gestão que foi desejada por quase 65% dos votos nas últimas eleições, somados os valores das votações da lista de Bruno de Carvalho e da Lista Independente para o Conselho Fiscal. Em segundo lugar, tomar pela força pelo menos a SAD. Em terceiro lugar, forçar uma situação de instabilidade a tal ponto que a nova direcção não possa concretizar o seu programa, saindo assim rapidamente descredibilizada.
No momento do voto, não tinha ilusões sobre este cenário. Esperava talvez que demorasse um pouco mais a concretizar-se. Mas Daniel Sampaio avisou rapidamente que a Hidra queria regressar ao poder em três meses. Mais do que no terreno desportivo o futuro do Sporting vai-se decidir nos próximos meses no campo económico e financeiro. Entre o NOSSO clube e os jogadores, treinadores, dirigentes e instalações, não tenho dúvidas de que o fundamental será salvar o Sporting da rede de interesses e parasitas que o colonizaram desde 1995. Se a situação chegar a um ponto em que a recém-eleita direcção do Sporting se veja obrigada a suspender o pagamento da dívida terá todo o meu apoio. Nós podemos ficar sem o Bruma, o Patrício, o Estádio e a Academia. Eles ficam com o nosso ódio eterno e 400 milhões na mão. O core-tier 1 talvez saia prejudicado. Haja coragem para enfrentar o terrorismo bancário. Eles não me desprezam mais do que eu os desprezo a eles.
A confirmar-se este cenário, a única resposta que Bruno de Carvalho pode dar, e aquilo que espero que ele faça logo à tarde, é anunciar uma auditoria de gestão. Nós vamos para os distritais, eles vão presos. Puta que os pariu! Aqui não mandam mais.
No momento do voto, não tinha ilusões sobre este cenário. Esperava talvez que demorasse um pouco mais a concretizar-se. Mas Daniel Sampaio avisou rapidamente que a Hidra queria regressar ao poder em três meses. Mais do que no terreno desportivo o futuro do Sporting vai-se decidir nos próximos meses no campo económico e financeiro. Entre o NOSSO clube e os jogadores, treinadores, dirigentes e instalações, não tenho dúvidas de que o fundamental será salvar o Sporting da rede de interesses e parasitas que o colonizaram desde 1995. Se a situação chegar a um ponto em que a recém-eleita direcção do Sporting se veja obrigada a suspender o pagamento da dívida terá todo o meu apoio. Nós podemos ficar sem o Bruma, o Patrício, o Estádio e a Academia. Eles ficam com o nosso ódio eterno e 400 milhões na mão. O core-tier 1 talvez saia prejudicado. Haja coragem para enfrentar o terrorismo bancário. Eles não me desprezam mais do que eu os desprezo a eles.
A confirmar-se este cenário, a única resposta que Bruno de Carvalho pode dar, e aquilo que espero que ele faça logo à tarde, é anunciar uma auditoria de gestão. Nós vamos para os distritais, eles vão presos. Puta que os pariu! Aqui não mandam mais.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
"O Sporting é nosso outra vez!"
O meu estado de felicidade hoje não tem limites! Começou de facto uma era nova para o Sporting. O Presidente Bruno de Carvalho tinha razão: "O Sporting é nosso outra vez!"
É que não foi só ele que se sentou no banco hoje. Fomos todos nós. Este é um acto que vai marcar todo o seu mandato profundamente. A vitória de hoje, o futuro do Sporting começou aí.
Ah! e o jogo de hoje foi uma vitória sem espinhas, contra as várias equipas adversárias que estavam em campo...
Que grande noite!!!
É que não foi só ele que se sentou no banco hoje. Fomos todos nós. Este é um acto que vai marcar todo o seu mandato profundamente. A vitória de hoje, o futuro do Sporting começou aí.
Ah! e o jogo de hoje foi uma vitória sem espinhas, contra as várias equipas adversárias que estavam em campo...
Que grande noite!!!
quinta-feira, 28 de março de 2013
domingo, 24 de março de 2013
O desafio para nós e para ele: vencer o futuro
Não posso deixar de me regozijar com a eleição de Bruno de Carvalho. É a vitória do presidente que mais expectativa, muito justamente, gerou nestes últimos anos da história do Clube.
Tem pela frente um desafio (é assim que se costuma dizer...) que não é brincadeira nenhuma.
Entre os vários aspectos em que o desafio se decompõe há um que, particularmente, considero o mais difícil, cuja resolução vai ditar o seu sucesso ou o vai arrumar na galeria dos fiascos.
Trata-se do velho problema da unidade.
Ouço e vejo os festejos pela vitória de Bruno de Carvalho, ouço e vejo alguns comentários de apoiantes da outra candidatura, vejo a alegria de uns e a tristeza e outros e pergunto-me: está o Sporting em condições de aceitar democraticamente o desfecho desta eleição? Como gerar, neste clima de divisão, a unidade necessária? O que vão pensar e fazer as diferentes candidaturas, as inúmeras tendências, as claques, as sensibilidades, os notáveis e demais facções que se foram formando no Clube ao longo destes anos de regabofe roquettista, de desmembramento explícito ou implícito e de quebra de unidade que a acção criminosa dos Roquettes e seus epígonos gerou? Há um Sporting ou uma manta de retalhos de claques e cliques desejosas de protagonismo, que demonstraram, em boa verdade e em inúmeras ocasiões, que se estão cagando para o Clube? Como vão reagir os milhares de Sportinguistas que abandonaram o Clube nestes últimos anos, fartos destes desmandos? E como vão reagir os roquettistas agora que a sua acção foi finalmente calada pela voz das urnas? Há gente que não merece, depois de todos estes anos a "desmandar", permanecer no Clube? Que são uma ameaça para o Sporting? O Sporting, este Sporting, este novo Sporting que queremos e que é nosso, é também deles? O que fazer? Responsabilizá-los criminalmente e expulsá-los do Clube ou continuar a franquear-lhes as portas como se fossemos todos iguais e todos bons rapazes?
No meu entender, vai depender do modo como Bruno de Carvalho souber gerir tudo isto, da sua perspicácia, da sua capacidade diplomática, mas também da sua firmeza e da autoridade que souber conquistar, o sucesso ou o insucesso do seu mandato.
A questão financeira, a restruturação organizativa, a carreira desportiva do Clube são, naturalmente, fundamentais, mas sem unidade, sem os Sportinguistas a falarem a uma só voz, esses problemas não se resolverão, nunca! Não se resolveram até agora porque o Sporting é uma manta de retalhos desde há 15 anos. Com essa voz única, voltando a acreditar no ideal do Sporting tudo se pode resolver a mais breve ou longo prazo. Sem essa voz única a ameaça da extinção do Clube continuará a pairar. A voz única é a única condição para vencer o futuro.
Há desafios para o Presidente e há desafios para o colectivo. Saberá Bruno de Carvalho vencer este desafio, em minha opinião, o único que a ele somente cabe e o único que ele verdadeiramente enfrenta? Saberemos nós responder ao talento que Bruno de Carvalho tenha para segurar a unidade dos Sportinguistas?
Força Bruno!!
Tem pela frente um desafio (é assim que se costuma dizer...) que não é brincadeira nenhuma.
Entre os vários aspectos em que o desafio se decompõe há um que, particularmente, considero o mais difícil, cuja resolução vai ditar o seu sucesso ou o vai arrumar na galeria dos fiascos.
Trata-se do velho problema da unidade.
Ouço e vejo os festejos pela vitória de Bruno de Carvalho, ouço e vejo alguns comentários de apoiantes da outra candidatura, vejo a alegria de uns e a tristeza e outros e pergunto-me: está o Sporting em condições de aceitar democraticamente o desfecho desta eleição? Como gerar, neste clima de divisão, a unidade necessária? O que vão pensar e fazer as diferentes candidaturas, as inúmeras tendências, as claques, as sensibilidades, os notáveis e demais facções que se foram formando no Clube ao longo destes anos de regabofe roquettista, de desmembramento explícito ou implícito e de quebra de unidade que a acção criminosa dos Roquettes e seus epígonos gerou? Há um Sporting ou uma manta de retalhos de claques e cliques desejosas de protagonismo, que demonstraram, em boa verdade e em inúmeras ocasiões, que se estão cagando para o Clube? Como vão reagir os milhares de Sportinguistas que abandonaram o Clube nestes últimos anos, fartos destes desmandos? E como vão reagir os roquettistas agora que a sua acção foi finalmente calada pela voz das urnas? Há gente que não merece, depois de todos estes anos a "desmandar", permanecer no Clube? Que são uma ameaça para o Sporting? O Sporting, este Sporting, este novo Sporting que queremos e que é nosso, é também deles? O que fazer? Responsabilizá-los criminalmente e expulsá-los do Clube ou continuar a franquear-lhes as portas como se fossemos todos iguais e todos bons rapazes?
No meu entender, vai depender do modo como Bruno de Carvalho souber gerir tudo isto, da sua perspicácia, da sua capacidade diplomática, mas também da sua firmeza e da autoridade que souber conquistar, o sucesso ou o insucesso do seu mandato.
A questão financeira, a restruturação organizativa, a carreira desportiva do Clube são, naturalmente, fundamentais, mas sem unidade, sem os Sportinguistas a falarem a uma só voz, esses problemas não se resolverão, nunca! Não se resolveram até agora porque o Sporting é uma manta de retalhos desde há 15 anos. Com essa voz única, voltando a acreditar no ideal do Sporting tudo se pode resolver a mais breve ou longo prazo. Sem essa voz única a ameaça da extinção do Clube continuará a pairar. A voz única é a única condição para vencer o futuro.
Há desafios para o Presidente e há desafios para o colectivo. Saberá Bruno de Carvalho vencer este desafio, em minha opinião, o único que a ele somente cabe e o único que ele verdadeiramente enfrenta? Saberemos nós responder ao talento que Bruno de Carvalho tenha para segurar a unidade dos Sportinguistas?
Força Bruno!!
sábado, 23 de março de 2013
Preconceito Couceiro
Tenho um preconceito contra alguém que seja presidente do Sporting e que tenha no seu currículo o cargo de treinador do Porto, ou de Manager do Benfica.
Eu confesso que sou preconceituoso, não me vejo a mudar, mas não digo que nunca mudarei. É possível no futuro vir a defender para o Sporting alguém que tenha tido destaque no apito dourado e que seja sócio do Sporting.
Eu confesso que sou preconceituoso, não me vejo a mudar, mas não digo que nunca mudarei. É possível no futuro vir a defender para o Sporting alguém que tenha tido destaque no apito dourado e que seja sócio do Sporting.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Amanhã vai ser assim?
Caros consócios,
Epá! Vão-se mas é encher de moscas!! Esta merda assim não vai lá!!
Vai fazer uns dez anos que eu me expressei
assim e me questionei de como era
possível vender-se a preço de saldo e em poucas semanas o Quaresma e a maior pérola que
passara pelas camadas jovens que rumando a Manchester jamais poderia dar-nos as justas alegrias e quantias. Eram também os primeiros dias no
novo estádio. Muitas lojas, serviços e um novo bingo meio americanizado, meio amaricado
(como o novo hino que quiseram impingir). Sem tartan, sem pavilhão nem sala de
sócios mas com cobertura da chuva, estacionamento e vigilância. Pus-me então à procura da
resposta àquela pergunta. Desde aí pus-me mais vigilante, crítico e exigente.
Aos poucos percebia-se o Projeto Roquete. Da promessa de sustentabilidade a
partir exploração do património, novas fontes de receita e muito rigor criou-se um labirinto de Creta onde germinaram holdings e imobiliárias e engenharia$ sem qualquer rentabilidade, a não ser para os bolsos de alguns. Com o passar do
tempo, sem mais títulos ou finais europeias, o Projeto esfuma-se. A dança de
cadeiras, a realidade dos balanços e a resistência do associativismo obrigou o
Projeto a ajustar-se. Até hoje. Esse ajuste tem o nome de continuidade. Sem o
filão do património, com a banca instalada no cockpit, viraram-se para a capitalização
da SAD. Mas mantiveram-se as mesmas ideias que
norteavam o Projeto inicial: importação de conceitos e princípios de gestão que
podiam funcionar muito bem de onde vinham mas sem qualquer
adaptação à realidade do clube e do seu contexto; uma sucessão
de líderes com pouca noção de políticas e gestão desportivas; uma visão elitista que corroeu a identidade e um sentido oportunista que foi espartilhando
e cavando o clube. A continuidade é isto: O Santana Lopes que duplica as cotas
de sócio e acaba com modalidades é o mesmo Soares Franco que sonha num clube
sem sócios e só de futebol. O Dias da Cunha que vende a saldo é o mesmo Bettencourt
que estoira dinheiro em Pongolle e o mesmo Godinho que vai buscar outra vez
Freitas e Duque. O Roquete que se alia com Pinto da Costa é o mesmo Soares
Franco que se cala no Apito Dourado; O Roquette que sai a ganhar com a venda
das suas ações da SAD é o mesmo administrador, gestor, companheiro, amigo que
saiu de barriga cheia. Os mesmos gestores credíveis sem pingo de sportinguismo são
o mesmo grupo de notáveis economistas que irão assessorar José Couceiro. A continuidade
é o dinheiro continuar a rolar para dentro da SAD - e depois desperdiçado - às
expensas do definhamento geral do clube. É isso que o ex-treinador Couceiro propõe: o serviço de entregar
a um magnata qualquer o controlo do futebol pelo clube. Não sei em quanto tempo vamos recuperar a grandeza no futebol. Mas se Couceiro ganhar o certo é
não voltarmos a recuperar o que ele propõe perder: a identidade e o respeito de
um clube centenário onde, para o bem e para o mal, os sportinguistas são
responsáveis pelo seu destino. Eu não quero ser um Chelsea, um Dynamo Dresden
ou um Cardiff City, que até o seu próprio nome vai vender.
A única saída para isto é a ruptura séria.
Bruno de Carvalho a Presidente!
Bruno de Carvalho a Presidente!
Sem espinhas - Bruno de Carvalho
O meu voto resulta de duas preocupações fundamentais. A manutenção da maioria da SAD e a realização de uma auditoria de gestão. Para além destas duas medidas fundamentais, o critério decisivo é a ruptura com o passado. Por passado entenda-se o Projecto Roquette. Tudo aquilo que representou e todos aqueles que o apoiaram. Tendo em conta estes critérios, o voto em Bruno de Carvalho já estava decidido. E se os debates ajudaram a clarificar alguns pontos, a entrevista de hoje ao Público resolve tudo. Conselho Fiscal Independente e Bruno de Carvalho. Entre a continuidade do abismo certo e a ruptura rumo a um destino incerto, opto claramente, ainda que de forma vigilante, pela incerteza. Que Couceiro foi uma boa merda em tudo o que fez já todos o sabemos. Que se encontra rodeado e apoiado por muitos que são responsáveis pelo descalabro também. Venha de lá o futuro.
Considera que tem um mau currículo para um presidente do Sporting?
Ele foi administrador na SAD do Alverca e, quando foi convidado para ser treinador desse clube, aceitou com alívio, por considerar que era essencialmente um homem do terreno. Já se viu que, quando tem alguma situação de responsabilidade, não fica à vontade, porque é um treinador, mau, mas é um treinador. Ele não é o tipo de homem do terreno que o Sporting quer. Conta histórias, mas ainda não lhe ouvi nada sobre um projecto desportivo de qualquer natureza. Ele disse que começou em Dezembro do ano passado a conversar sobre o Sporting, para começar a preparar uma candidatura, mas nessa data estava ele a negociar com Godinho Lopes o regresso ao Sporting como manager e como treinador. Só não veio para Alvalade porque o presidente do Sporting já tinha um acordo com Vercauteren. Acho que a candidatura dele é uma grande irresponsabilidade. Terá os votos anti-Bruno de Carvalho. E nem trará nenhum valor acrescentado em termos daquilo que é uma estrutura desportiva com sucesso, porque não sabe o que isso é. Não tem passado nenhum. Vejo agora os meus dois adversários a atacarem ferozmente Godinho Lopes e pergunto-me onde é que andavam as críticas deles nos últimos dois anos. Nunca os vi numa assembleia geral, e, se foram, não intervieram. Não saíram da sua zona de conforto para denunciarem o que se estava a passar. Não gosto desta hipocrisia. E é por isso que os sportinguistas me vão dar a vitória. O Sporting merecia outros candidatos e eu merecia outros adversários. Eu, Bruno de Carvalho sócio, tenho pânico do que poderá acontecer se eu, Bruno de Carvalho, candidato a presidente, não ganhar.
Considera que tem um mau currículo para um presidente do Sporting?
Ele foi administrador na SAD do Alverca e, quando foi convidado para ser treinador desse clube, aceitou com alívio, por considerar que era essencialmente um homem do terreno. Já se viu que, quando tem alguma situação de responsabilidade, não fica à vontade, porque é um treinador, mau, mas é um treinador. Ele não é o tipo de homem do terreno que o Sporting quer. Conta histórias, mas ainda não lhe ouvi nada sobre um projecto desportivo de qualquer natureza. Ele disse que começou em Dezembro do ano passado a conversar sobre o Sporting, para começar a preparar uma candidatura, mas nessa data estava ele a negociar com Godinho Lopes o regresso ao Sporting como manager e como treinador. Só não veio para Alvalade porque o presidente do Sporting já tinha um acordo com Vercauteren. Acho que a candidatura dele é uma grande irresponsabilidade. Terá os votos anti-Bruno de Carvalho. E nem trará nenhum valor acrescentado em termos daquilo que é uma estrutura desportiva com sucesso, porque não sabe o que isso é. Não tem passado nenhum. Vejo agora os meus dois adversários a atacarem ferozmente Godinho Lopes e pergunto-me onde é que andavam as críticas deles nos últimos dois anos. Nunca os vi numa assembleia geral, e, se foram, não intervieram. Não saíram da sua zona de conforto para denunciarem o que se estava a passar. Não gosto desta hipocrisia. E é por isso que os sportinguistas me vão dar a vitória. O Sporting merecia outros candidatos e eu merecia outros adversários. Eu, Bruno de Carvalho sócio, tenho pânico do que poderá acontecer se eu, Bruno de Carvalho, candidato a presidente, não ganhar.
quinta-feira, 21 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Os nomes dos que quiseram calar os sócios!
Eis a lista dos nomes das testemunhas, que constam na providência cautelar apresentada pelo CD, que visava impugnar a AG extraordinária requerida pelos subscritores do movimento "Dar Rumo ao Sporting". Surpreendente?
Nota: para algum distraído, o nome sublinhado concorre a vice-presidente para o CD pela lista C (Couceiro)! É preciso ter muita falta de vergonha, mas isso é algo que infelizmente estas personagem já nos vão habituando...
Fica também o link para o resumo da providência cautelar (fonte: SportingLeaks).
Nota: para algum distraído, o nome sublinhado concorre a vice-presidente para o CD pela lista C (Couceiro)! É preciso ter muita falta de vergonha, mas isso é algo que infelizmente estas personagem já nos vão habituando...
Fica também o link para o resumo da providência cautelar (fonte: SportingLeaks).
quarta-feira, 13 de março de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)



