quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Wolfswinkel - Prince of Portugal

Para ler a entrevista dada pelo Ricky van Wolfswinkel a um blog Holandês. Gosto da sua espontaneidade. Gosto da sua transparência e humor. Gosto que goste de Lisboa (esta era fácil!). Gosto que já saiba falar Português fluentemente, assim como a namorada. Gosto que já tenha marcado 13 golos em meia época. Gosto que diga que pode facilmente cumprir todo o contrato em Alvalade. E gosto também que tenha deixado algumas declarações para reflectir:

"(...) It’s weird, with Utrecht when I was there, whenever we lost a game some fans would yell horrible stuff at me on the streets. That is unthinkable here. People pay you the greatest respect.” (...)"

Será que andamos a ficar demasiado brandos com os jogadores?

“You know a huge difference with Holland….? In Holland, they say “you play like you practice…” Hence my coaches at Utrecht being livid if I tried something flash. Here, they hardly train. It’s all focused on being in the zone on matchday. I love it! We practice an hour a day. Stretching, a bit of fooling around. A bit of tactical stuff. Done! And before the matchday, it’s massages and all that. Hours long! Lovely, haha. I hate practice and everyone here does.

Ainda que logo de seguida constate que os clubes Portugueses encavam sempre os Holandeses, não é estranho o método de treino referido? Não pode isso explicar alguma coisa sobre o nosso futebol?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Salvaguardar o futuro

Três ou quatro casos que se verificaram nos últimos meses resumem um pouco do que é esta direcção. Desde o início da época que já tivémos Duque, depois uma uma (nem sei como lhe chamar) proto-demissão, a apoiar para a presidência da Liga de Clubes um candidato que não era o da direcção. Depois sucessivos desencontros entre o presidente da mesa da AG e a direcção, que redundou uma surreal e esquizofrénica solução, ainda tivémos o inacreditável caso do túnel, mais uma prova da saloice reinante nos corredores de Alvalade. A cereja no topo do bolo, ou pelo menos assim o esperemos, chegou ontem, com um número de circo digno de devolver a mística ao Sporting que nos habituámos a conhecer e amar. Entretanto, em mais uma prova de inacreditável egoísmo e falta de sentido de oportunidade e solidariedade, Godinho Lopes, para se defender a si próprio, vem dizer que o desempenho da equipa, dirigindo-se ao treinador, está abaixo dos mínimos exigidos.
Disto tudo, só consigo ler uma luta de poder que já se esperava do tempo das eleições. O saco de gatos continuou, como se esperava, a ser um saco de gatos. Entre Paulo Pereira Cristóvao, Luís Duque e Godinho Lopes há ali, como se sabia desde o início, demasiada ambiação pessoal e agendas distintas para aquilo poder funcionar como uma equipa, com um projecto comum e a solidariedade mínima que esse desígnio exige. O circo deve, obviamente continuar, e nem sequer vale a pena perder muito tempo a comentá-lo. Contudo, começar já a desmontar a equipa e a despachar o treinador parece-me ser mais um erro trágico. Nas bancadas, nas televisões e nos corredores de Alvalade, muitos já começaram a colocar em causa o lugar de Domingos. Parece-me, a par de alguns jogadores, uma das poucas pessoas no interior do clube com uma ideia minimamente clara do futuro e capaz de contruir um projecto sustentado e sustentável.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Pior a emenda do que o soneto

Para além de uma capacidade, já amplamente demonstrada, para dar tiros no pé, esta direcção parece ter o condão de transformar uma vitória numa derrota e de fazer da emenda uma coisa pior que o soneto. No caso vergonhoso da gaiola do estádio da luz, uma asneira monumental dos lampiões vai-se transformar numa carga de trabalhos lamentável para o Sporting, totalmente por culpa da actuação da direcção. Fizeram uma borrada monumental com este caso. Mandem a factura que a gente agora paga... 

No caso das fotos, a ser verdade que as fotos que agora lá estão são as da gravura (confesso que não consigo confirmar), será de lamentar a forma estúpida como a direcção tentou solucionar o "caso". Não teria sido mais próprio colocar um painel de fotos com os troféus ganhos e figuras de referência do Clube, símbolos incontroversos, que impusessem respeito ao adversário e o obrigassem a reflectir, antes de entrar em campo, sobre a tradição, o peso e a glória do SCP? Para quê esta imbecilidade das florinhas e das borboletas? Foi nisto que demos agora no Clube é...? O folhetim, em vez de ter sido estancado, vai continuar.

A asneira está feita. Mais uma.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

UEFodA-se!

Alguém me pode explicar como é que, só depois de 4 jogos internacionais realizados em Alvalade, um organismo como a UEFA, que tutela seguramente a zona mais importante do mundo do futebol, acorda para esta história das fotos, vê problemas nelas e se lembra de pedir ao Sporting que trate do assunto?!
O Godinho Lopes não é um presidente das minhas simpatias (creio mesmo que aqui na Roulote ninguém vai à bola com ele...) mas o homem, neste caso, tem carradas de razão. Por que raio só depois de 18 jogos isto passou a ser um "acontecimento"?
Mas, alguém acredita que isto não traz água no bico?

Do Melhor do Mundo

Pepe Guardiola no final do jogo com o Espanhol, sobre uma grande penalidade não assinalada a favor do Barcelona no período de descontos:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O que a merda do jornal PÚBLICO devia perceber

Jornais, como os chapéus, há muitos. Não é jornal de referência quem quer, muito menos quem se auto reclama de o ser. Não é qualquer jornal que pode reclamar esse estatuto. Um jornal assim tem conteúdos de referência, tem profissionais de referência, tem um aspecto e um interface com o leitor distintos e mantém todos estes traços de forma consistente ao longo do tempo. Há ediçães melhores, edições piores, mas ao longo do tempo e depois do julgamento da Estatística a gente diz de um jornal de referência: é muito bom!
Por outro lado, há hoje dezenas de bons jornais, muitos facilmente acessíveis pela net, que proporcionam informação de altíssima qualidade, excelentes artigos de opinião, daqueles que a gente tem de ler, daqueles que não nos fazem arrepender de termos gasto dinheiro a comprá-los no segundo seguinte a termos terminado a sua leitura. Há jornais para fazer o frete que escondem o rabo, há jornais que deixam o rabo de fora e há jornais que não escondem nem o frete nem o rabo; a gente sabe perfeitamente ao que vêm e de onde vêm. E depois há jornais que só servem para forrar o fundo da gaiola do periquito e há os outros que se lêem até ao fim e dos quais, não raras vezes, guardamos artigos. Não se trata de pagar ou não pagar. Trata-se de ter ou não bons conteúdos, bem produzidos, que cumprem este desígnio simples que é o dos jornais: informar, com rapidez e profundidade. Na net encontramos de tudo, até muitos e bons jornais de referência. E, se forem mesmo bons, a gente paga o que tiver de pagar.
O Público não é nada disto. É um jornal badalhoco, feito de forma descuidada, com um conteúdo paupérrimo e raríssimos motivos de interesse. Um jornal do frete escondido com dois rabos: um de fora e outro de palha. Um jornal que, com todos estes handicaps, ainda por cima se arma em sério. O que distingue o Público dos outros jornais portugueses é que este serve ocasionalmente para forrar a gaiola do pássaro, embora não seja também mau para limpar melhor os vidros das janelas ou forrar o caixote do lixo. Há, concedo, alguns que nem para isso servem.
O Público não traz habitualmente nenhuma mais valia que justifique a sua aquisição. Não sei se os responsáveis pelo Público têm a noção disto, mas, repito para que percebam melhor: o Público não traz habitualmente nenhuma mais valia que justifique a sua aquisição. É uma merda!
Sobram uns (pouquíssimos) parvos como eu e alguns amigos e conhecidos, da pouca gente que conserva o hábito de exercitar a leitura, que com maior ou menor frequência quando se lembrava que tinha a gaiola do periquito para forrar, em vez de outro jornal, comprava o Público. Era o único motivo que me levava a comprar o jornal: as cagadelas do Twiti.
Ora, acontece que entre estes poucos heróis, que por um motivo ou outro e com maior ou menor frequência, compravam o Público, há uma data de Sportinguistas. Logo no dia em que fomos comprar o jornal (6a feira, o Y, véspera do jogo com o Porto, etc...) o que é que a gente vê na manchete (na manchete!) do jornal? Uma coisa sem pés nem cabeça, nem se percebe muito bem o quê, não se percebe qual é a cacha, não se distingue a argumentação, uma barbaridade mal escrita sobre umas fotos de um corredor, não-sei-quê de uns balneários, poses de incitação à violência, uma merda inacreditável que ninguém percebe bem o que é, que não faz sentido nenhum. Seria algum vapor que emana das paredes para adormecer o adversário pela calada? Não! Talvez um holograma que morde os adversários, tipo Na'vis do Avatar? Não! É uma decoração fotográfica, pretensamente secreta e tenebrosa, que, pelos vistos, é tão secreta que está ali escancarada perante o olhar de todos, inclusivamente dos que podem dela ser "vítimas" e relatar o facto cá fora! Um arrazoado que não é notícia, que não é importante, que não interessa a NINGUÉM!
Mas, faz manchete!
E não interessa a ninguém porquê? Sem querer sequer abordar o tema da responsabilidade de um órgão de informação ao publicar uma coisa deste tipo, numa altura destas, não faz sentido porque os gajos do clube com quem o Sporting vai jogar amanhã, se compram o Público, são como nós, são poucos, dos poucos que restam que sabem ler, e fazem-no sobretudo para no fim forrar a gaiola do periquito. Não se vão transformar em membros mais fanáticos do Porto por causa disto, nem vão ficar mais cativados pelo Público. Se são de qualquer outro clube, a lógica é a mesma. Pelo que consegui perceber, há alguns que, mesmo que sofram de clubite, porque têm lucidez suficiente em virtude de também saberem ler, duvidam que aquilo que o Público fez se possa chamar jornalismo, de tão aberrante que é o conteúdo, e metem-no no index.
Se são Sportinguistas ficaram, como eu, totalmente enojados com tudo aquilo e dizem (ouvi isso hoje muitas vezes) "é jornal que nunca mais compro!" No deve e no haver desta jornada fica a conclusão: depois de tudo isto o Público não ganha um único leitor novo e perde alguns antigos.
Se o Público, em suma, fosse um jornal de referência começava por tratar todos os seus leitores como leitores de referência...
Sobra a questão: por que motivo uma coisa destas faz manchete de um jornal?

Resoluções de Ano Novo

Resoluções para este novo ano de 2012: não compro nem mais uma cebola no Pingo Doce e a partir de amanhã deixo de comprar o Público.
As empresas têm de começar a perceber que o cliente tem SEMPRE razão...


PS- Espera aí... o Continente não é do mesmo gajo que é dono do Público...?

domingo, 1 de janeiro de 2012

Mais do mesmo

É sempre a mesma coisa. Depois de vendido todo o património, o investimento feito no início desta época e a gestão à cóboi que sempre definiu Duque vão ser os argumentos para abrir o capital da SAD e retirar poder ao clube na gestão do seu futebol. É ver a ofensiva mediática desta semana de Godinho Lopes. Há anos que sucessivas direcções do Sporting Clube de Portugal andam nisto. Esta não é excepção.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz ano novo

Via: Ti amo Sporting

Tudo o que tem de saber sobre o Relatório e Contas do Primeiro Trimestre da época 2011/2012 (Julho/Agosto e Setembro 2011) – Sporting Clube de Portugal, SAD.
1) O Sporting apresenta sempre resultados negativos nos seus relatórios?

Não. Em igual período na época passada a Sporting SAD, beneficiando dos proveitos de venda de jogadores, registou um lucro de 10,57 milhões de euros.~

2) Desde o início da época a dívida, em especial aos bancos, aumentou de forma grave?

Sim. Neste relatório, a Sporting SAD subiu o seu passivo em mais de 30 ME no espaço de 3 meses, com um resultado líquido negativo de quase 8 ME, uma subida de mais de 36 % entre salários de jogadores, custos com colaboradores e de órgãos sociais. A dívida financeira duplicou de 30 de Junho de 2011 para Setembro de 2011 passando de €42.289.000 para €81.187.000 (conforme página 39 do relatório). A dívida ao Factoring passou de €5.290.000 para €25.825.000 no período de 30 de Junho de 2011 para Setembro de 2011 e os juros dos empréstimos bancários, obrigacionistas e respectivas comissões duplicaram.

3) As vendas de jogadores no inicio da época foram de €7.500.000 conforme anunciado na Comunicação Social?

Não. Na temporada em curso a venda de jogadores apenas totalizou €1.751.000 resultantes sobretudo das cedências de Djalo, Postiga e Vuckcevic. Na altura das referidas vendas, foram veiculadas pela Comunicação Social e nunca desmentidas pelo Sporting as vendas destes 3 atletas pelos montantes de €4.500.000, €1.000.000 e €2.000.000, respectivamente, o que totalizaria €7.500.000, que conforme se pode ver neste relatório não se verificou. Alertamos que o relatório refere a venda de Djalo ao Nice, pelo que os valores apresentados não foram afectados pelo resultado da eventual não venda de Djalo a esse clube francês, não servindo o mesmo de desculpa para perceber que se a venda de Postiga (conforme comunicado à CMVM) foi de €1.000.000, todos os restantes totalizaram apenas €751.000 e não os valores que nos fizeram acreditar.

4) Conforme prometido, o Sporting deixou de depender de receitas antecipadas na sua gestão financeira?

Não. O Sporting já recebeu mais de 13ME de possíveis receitas futuras de vendas de jogadores (não é venda de passes, mas sim receitas futuras de vendas das percentagens de passes que ainda são do Sporting) (página 40 do relatório). O Sporting já recebeu mais de 2,6ME de receitas de bilhetes de época 2012/2013. O Sporting já recebeu mais de 22ME de facturas antecipadas referentes a prestações de serviços e proveitos com cedência de direitos económicos de jogadores (página 42 do relatório).

5) O Sporting, Benfica e Porto estão iguais em termos financeiros?

Não. Se verificarmos as regras do Fair Play Financeiro imposto pela UEFA, que vai ser aplicado no inicio da época 2013-14, o Sporting seria das 3 equipas a única a sofrer uma penalização pela UEFA. O quadro de sanções ainda não está definido mas poderá vir a ser de multas a exclusão. O conceito principal de Fair Play Financeiro é a obrigação de os clubes não poderem ter despesas superiores às receitas no conjunto das três últimas épocas, ou seja, que os clubes gastem apenas o que têm ou podem vir a ter. Actualmente, se os critérios do Fair Play Financeiro já estivessem em vigor, o FC Porto, que apresentou lucros nos últimos 5 anos cumpriria os critérios. O Benfica que teve prejuízos superiores a 28ME estaria sob vigilância, e o Sporting, que acumulou prejuízos de 72ME nas duas temporadas passadas, estaria sujeito às punições.

6) O investimento realizado em jogadores esta época é a principal causa do prejuízo verificado neste trimestre e da preocupação que os Sportinguistas têm que ter no futuro do clube?

O investimento realizado em jogadores esta época ascendeu a €34.781.000 com cerca de €11.000.000 (dados constantes nas páginas 40 e 41 do relatório) a serem respeitantes a comissões (cerca de 70%) e prémios de assinatura (cerca de 30%). É lógico que este investimento tem peso no prejuízo apresentado no trimestre. Mas a grande preocupação é que não só não conseguimos providenciar receitas correntes para fazer face ao investimento ou pelo menos a parte dele, como apesar de já termos vendido a maioria das percentagens de passes de quase todos os jogadores, ainda se deve a 30 de Setembro de 2011, €34.440.000 desse investimento realizado (ver mapa em anexo). Assim percebemos que a alienação de percentagens maioritárias dos passes (que irá continuar a suceder conforme afirmado no relatório na página 31) apenas serviu para pagamento de salários e despesas bancárias, sendo que qualquer empresa que vive de receitas antecipadas e da venda do seu activo para financiar despesas correntes está a um passo muito curto de passar de falência técnica para falência.

7) As percentagens que têm sido vendidas ao fundo do BES (Sporting Portugal Fund/ Fundo ESAF) e ao fundo do Peter Kenyon/ Jorge Mendes (Quality Football Ireland Limitted) têm dado dinheiro a ganhar ao Sporting?

Não. As percentagens dos passes estão a ser vendidas ao preço de compra ou abaixo, como no caso do Elias. Assim, o Sporting está a ficar com percentagens muito pequenas desses passes, quem vai ganhar dinheiro é o BES e os empresários e corremos o risco na altura real da venda que a parte que fica com o Sporting não chegue para cobrir o investimento realizado em termos de compra/salários/prémios/comissões e juros bancários.

8) O Sporting vai conseguir continuar a pagar os salários dos seus jogadores, órgãos sociais e colaboradores?

Ao ritmo a que o Sporting está a vender as percentagens detidas dos passes, não terá dinheiro para pagar salários até ao fim da época e não tem outras receitas para fazer face aos mesmos.

9) Vamos continuar a fazer reestruturações financeiras que retirem cada vez mais o papel dos sócios no Clube e o último património do Sporting Clube de Portugal?

Infelizmente, tudo parece levar a crer que sim, pois este cenário de falência técnica associado ao crescente aumento do passivo nesta época desportiva, levou ao anúncio nos media, por parte de Nobre Guedes (Diário Económico) de existir vontade de fazer uma nova reestruturação financeira e de capital no primeiro trimestre de 2012. A última realizada foi entre Dezembro de 2010 e Janeiro de 2011 que se consubstanciou numa redução de capital social seguida de um aumento onde o Sporting CP + Sporting SGPS (detida a 100% pelo Sporting Clube de Portugal) ficaram detentores de 89% das acções da Sporting SAD. Mas a esta operação seguiu-se a emissão de €55.000.000 de Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis em acções da sociedade (VMOC) com prazo máximo de 5 anos, mas podendo ser convertida ao fim de 2 anos, ou seja, em 2013. Desta subscrição apenas 0,3% foi subscrito pelo público em geral ficando os bancos que acompanharam esta operação com os restantes 99,7% , repartidas 50% BES e 50% Millenium BCP. No final da operação, quando existir a reversão, o Sporting CP + Sporting SGPS passarão a deter apenas 37% de acções da Sporting SAD, caso não efectue na altura um aumento de capital ou exerça o seu direito de compra, o que se verifica muito difícil perante o agravamento contínuo da dívida. Assim, se a estratégia se mantiver (que é o previsível) e ocorrer um aumento de capital, não se prevendo a capacidade financeira de o Sporting subscrever, o que vai acontecer é que os 89% que detemos actualmente na SAD vão diminuir. Isto significará que após a reversão das VMOC’s, o Sporting além de perder a maioria da SAD, ficará com menos do que 37% que já derivavam dessa operação. Mais ainda: parece que o direito de superfície do Estádio e o seu naming também estarão a ser preparados para deixar de estar sobre o controlo do Sporting Clube de Portugal, mas de servirem de moeda de troca para tentar, durante apenas um curto período de tempo, resolver pontualmente esta política financeira que tem sido levada a cabo esta época e que levou o Sporting de uma situação de falência técnica para um situação eminente de falência.

Retirado do grupo Sporting nosso orgulho...

Ano novo, lutas antigas

Godinho Lopes já iniciou a nova vaga de delapidação do poder do desportivo e económico do SPorting Clube de Portugal. A sua forma de nos desejar um feliz ano novo é anunciar a procura de novos investidores para a SAD e a abertura do capital da Sociedade.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Que todos os membros e leitores da Roulote tenham um feliz Natal!!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

VERGONHA!!!

Eis o que espera os adeptos Sportinguistas no próximo jogo na lixeira:


Agora se percebem as palavras do Orelhas, a solicitar uma semana "..serena, sem questões marginais ao jogo, sem polémicas acessórias, enfim uma semana em que o que se deve destacar e valorizar é o jogo e aquilo que acontecer dentro das quatro linhas". IMPOSSÍVEL! E espero que a nossa direcção não vá na sua cantiga, e tenha uma posição forte e oficial sobre este assunto! Pois esta artimanha tem o claro objectivo de isolar acusticamente os adeptos, situação que retira qualquer sentido das deslocações aos estádios!

domingo, 20 de novembro de 2011

Um abraço para um dos nossos

Sobreviver

Os últimos dois meses foram de alegria. Mas, mais do que o bom futebol, mais do que a descoberta de jogadores com carácter, para além da capacidade técnica e táctica, mais do que o ambiente das bancadas de Alvaladade e ainda mais do que as sucessivas entrevistas dos novos jogadores a exprimirem a sua satisfação, que me parece inteiramente genuína, por se encontrarem entre nós, aquilo que tenho gostado mais a é a capacidade de resistência da equipa. E neste período sobrevivemos a tudo. É continuar.