Não gostava de chamar palhaçada a isto, porque os palhaços são dignos ao contrário desta cangalhada!! Este é outro que foi empurrado pelas escadas, e daqui a uns dias ainda aparece como presidente da assembleia da mesa da assembleia geral...
[Transcrito do Facebook do dito]
"Os Sportinguistas andam tristes. Os Sportinguistas andam tristes há demasiado tempo.
A nossa tristeza está no facto de termos de reconhecer que a nossa geração não tem sido capaz de construir um presente digno da gloriosa história que, outros, noutras épocas foram capazes de edificar!
A grandeza da história secular do nosso Sporting merece um presente que nos orgulhe tanto como orgulhou o nosso passado.
Neste quadro de desalento e desânimo foram marcadas eleições para os corpos sociais do Sporting.
Instado por milhares de sócios, decidi candidatar-me à Presidência do nosso Clube. Procurei rodear-me de gente boa, gente capaz, com um denominador comum: profundo amor pelo nosso Clube e coragem para mudar o rumo do presente conhecido para um futuro que a todos possa orgulhar.
Com prejuízo da minha vida pessoal e empresarial, confiante da minha própria determinação e, sobretudo, nas vontades genuínas que se me juntaram, apresentei a minha candidatura.
Era uma candidatura que não visava a promoção pessoal de ninguém: apenas e só gente de boa-vontade, sportinguistas ferrenhos que não desejam outra coisa que não seja o engrandecimento do nosso Clube; que não seja fazer voltar o nosso Clube aos seus dias de glória.
Com o decorrer do tempo, eu e os que se candidatavam comigo, pudemos verificar que, para outros, este acto, mais do que só eleitoral, era uma batalha de vida ou de morte.
Aos meus olhos tudo ficou claro, mais do que nas afirmações, nas insinuações e nos métodos.
Para mim estas eleições não são uma batalha de vida ou de morte.
Estou muito feliz na minha vida pessoal e empresarial.
Não quero, como não querem os que me acompanham, outra coisa que não fosse SERVIR o Sporting num momento difícil, mas parece que, contra o que se poderia julgar, afinal não é preciso.
É por isso, que não serei candidato.
De mim o Sporting, a sua massa associativa, os seus dirigentes, não podem esperar outra coisa que não seja ajuda em tudo o que eu puder, para que o nosso Sporting volte a ser o Sporting dos nossos avós e seja o futuro Sporting que os nossos filhos merecem.
VIVA O SPORTING!"
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
A "palhaçada" continua
Moniz Pereira
As pouco edificantes e degradantes cenas dos últimos dias e os personagens que as representaram já poucos comentários me merecem. Espero que se vão embora o mais rapidamente possível e a qualquer preço, indemnizações e bancarrota incluídos. A coisa torna-se mais séria quando Moniz Pereira ameaça abandonar a condição de sócio do clube. Apesar de ter sido incompreensível o apoio que deu às sucessivas direcções e a forma semi-silenciosa como protestou contra a situação das outras modalidades, a ausência de pavilhão e o modelo do novo estádio, ainda é daqueles sportinguistas a quem se dá o benefício da atenção sem quaisquer dúvidas. O aviso foi feito. A imprensa desportiva, claro, prefere espalhar os truques e os traques do Brás, o candidato que não chegou a ser e que excitou a maralha mediática, do que ouvir e dialogar, com tempo e calma, com aquela que é possivelmente a figura maior do desporto português da segunda metade do século XX.
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Tem aqui mais outro que rasga o cartão, Professor!

O professor Moniz Pereira manifestou-se com veemência sobre a situação do Sporting. Eu diria, finalmente! O que diz é justo, é dito com conhecimento de causa e com o peso dos galões que tem.
Muito pouca gente no Sporting hoje pode reclamar o seu estatuto.
Admito que se ele tivesse dito tudo isto há quinze ou dezasseis anos iria gerar reacções adversas. Mas, desde então, perante os factos, tem havido oportunidades sem fim para mostrar o que vai mal no Clube. Tenho pena que as suas declarações só sejam feitas agora. Digo-o com sinceridade e pena.
Em todo o caso, antes tarde que nunca. O peso do professor Moniz Pereira não se evaporou e as palavras dele são, em si, um programa eleitoral para qualquer candidato que queira verdadeiramente e sem sofismas, o Sporting Clube de Portugal de volta aos carris.
Moniz Pereira ganharia ou faria ganhar qualquer candidatura que tivesse o seu patrocínio. Mas, atenção: para que isto acontecesse, o professor Moniz Pereira também teria de deixar de ceder à tentação de dar corda aos malfeitores que conduziram o Clube para a situação em que se encontra hoje. Basta aparecer, falar como falou à Lusa e tem a esmagadora maioria dos Sportinguistas consigo, professor! Para levar o Clube aonde todos o queremos ver.
Vou mais longe: independentemente da questão das modalidades, se ganhar uma candidatura que queira manter o Sporting com este estatuto de fantoche dos bancos e nesta deriva de auto-destruição também eu rasgo, finalmente, o cartão!!
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Também acho!
Vale a pena ler este texto do Pina...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
A época não está totalmente perdida
O Sporting sempre ganha em qualquer coisa. Segundo se pode ler aqui é o clube que domina os noticiários.
Pelas piores razões, é certo, mas sempre ganhamos em qualquer coisita... Não há dúvida: somos o clube do ecletismo!
Pelas piores razões, é certo, mas sempre ganhamos em qualquer coisita... Não há dúvida: somos o clube do ecletismo!
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Descoberta da técnica da invisibilidade
Mais um "candidato", mais conversa, mais tiradas mais ou menos secas sobre mundos e fundos e maçãs e minhocas.
Mas nada, também mais uma vez, que coloque os Sportinguistas no centro do debate. Os artistas principais deste espectáculo, continuam a ser tratados como ratos de laboratório...
Falando de laboratório, estão enganados os cientistas: no Sporting há muito que se descobriu a técnica de tornar os Sportinguistas invisíveis...
Enquanto tudo isto vai acontecendo, num outro canto do universo, um buraco negro vai-se formando.
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Costinha é um Costa pequenino...
Eu dava-te o ruinoso!!!! A ti e à cambada toda que passeia a peida pelos corredores de Alvalade neste momento.
Tribunal Sportinguista JÁ!!!!!!!!
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
O negócio dos dissabores
Nestes dias de alinhamentos pré-eleitorais, a falta de um modelo consistente, capaz de resolver a grave, longa e profunda crise do Sporting é mais que patente.
Até agora, as sucessivas "soluções" experimentadas para a gestão do Sporting giraram à volta de dois princípios que provaram não funcionar. Ou se ignora completamente os sócios (e, por extensão, os adeptos Sportinguistas), únicos motores de uma qualquer resolução dos problemas do Clube, ou se tenta fazer-lhes o rapapé com o único intuito de melhor manter o Clube ao serviço dos seus interesses pessoais, continuando a explorar o seu sportinguismo.
Nunca os Sportinguistas foram chamados a envolver-se na gestão do seu Clube. Foram, isso sim (caso da aldrabice do Lugares de Leão, por exemplo, um grande negócio certamente para o BCP, mas um logro total para os sócios do Sporting), chamados para tapar buracos e os erros de planificação ou de gestão das sucessivas direcções.
Naturalmente que esta postura só pode dar buraco.
Ouvindo as diferentes propostas até agora esboçadas pelos putativos candidatos, não se vê ninguém que proponha uma solução institucional que permita impedir a repetição de fórmulas requentadas. Pelo contrário, se nestes últimos anos se tem assistido a tentativas sucessivas de separar ainda mais os Sportinguistas do seu Clube e de os enganar com mirabolantes receitas financeiras, que têm falhado redondamente, o que se ouve da boca dos actuais candidatos a candidatos e o que se adivinha dos que habilmente ainda não manifestaram disponibilidade para entrar na corrida, não tranquiliza.
O que o Sporting precisa é de uma solução estável, que não contrarie a sua realidade.
Vejam este exemplo. Na pátria do capitalismo, no paraíso por excelência do desporto transformado em mercadoria, há, imaginem, um clube —vencedor ainda por cima!— que é dos adeptos. Não é nenhuma utopia e é, quanto a mim, a solução radical de que este Sporting, em vias de extinção, necessita.
Em vez de proporem programas que são mais do mesmo, dos quais não resultará mais nada que não seja o adiamento ou a repetição da crise, o Sporting precisa de uma equipa dirigente cujo programa seja o de preparar o Clube para uma mudança de fundo que resolva de vez a causa de todos os seus problemas.
Na prática, o Sporting, uma associação de utilidade pública, uma "unidade indivisível constituída pela totalidade dos seus associados" (Estatuos Art. 3º-1), digladia-se contra uma SAD, incompetente e inútil, cujo objectivo é lutar contra esta "unidade indivisível" para garantir os seus dividendos privados. Lucros que só poderá, porém, obter se a unidade se quebrar, sendo que, se de facto se quebrar, cessa a fonte dos lucros. Uma embrulhada de todo o tamanho.
A ambiguidade deste modelo organizativo actual (de autoria de Roquette, o pai de todas as crises que têm assolado o Clube, convém lembrá-lo) é a causa dos problemas que ditam a sorte do Sporting hoje. O Sporting e os Sportinguista têm de decidir se querem ser donos do seu Clube ou se querem ser fregueses forçados do negócio dos dissabores.
As oportunidades de mudar a situação e as soluções possíveis para mudar o estado miserável em que se caiu começam a rarear. Os Sportinguistas e os candidatos a candidatos têm de perceber isto.
Eu, por mim e para já, vou ver o Superbowl...
Até agora, as sucessivas "soluções" experimentadas para a gestão do Sporting giraram à volta de dois princípios que provaram não funcionar. Ou se ignora completamente os sócios (e, por extensão, os adeptos Sportinguistas), únicos motores de uma qualquer resolução dos problemas do Clube, ou se tenta fazer-lhes o rapapé com o único intuito de melhor manter o Clube ao serviço dos seus interesses pessoais, continuando a explorar o seu sportinguismo.
Nunca os Sportinguistas foram chamados a envolver-se na gestão do seu Clube. Foram, isso sim (caso da aldrabice do Lugares de Leão, por exemplo, um grande negócio certamente para o BCP, mas um logro total para os sócios do Sporting), chamados para tapar buracos e os erros de planificação ou de gestão das sucessivas direcções.
Naturalmente que esta postura só pode dar buraco.
Ouvindo as diferentes propostas até agora esboçadas pelos putativos candidatos, não se vê ninguém que proponha uma solução institucional que permita impedir a repetição de fórmulas requentadas. Pelo contrário, se nestes últimos anos se tem assistido a tentativas sucessivas de separar ainda mais os Sportinguistas do seu Clube e de os enganar com mirabolantes receitas financeiras, que têm falhado redondamente, o que se ouve da boca dos actuais candidatos a candidatos e o que se adivinha dos que habilmente ainda não manifestaram disponibilidade para entrar na corrida, não tranquiliza.
O que o Sporting precisa é de uma solução estável, que não contrarie a sua realidade.
Vejam este exemplo. Na pátria do capitalismo, no paraíso por excelência do desporto transformado em mercadoria, há, imaginem, um clube —vencedor ainda por cima!— que é dos adeptos. Não é nenhuma utopia e é, quanto a mim, a solução radical de que este Sporting, em vias de extinção, necessita.
Em vez de proporem programas que são mais do mesmo, dos quais não resultará mais nada que não seja o adiamento ou a repetição da crise, o Sporting precisa de uma equipa dirigente cujo programa seja o de preparar o Clube para uma mudança de fundo que resolva de vez a causa de todos os seus problemas.
Na prática, o Sporting, uma associação de utilidade pública, uma "unidade indivisível constituída pela totalidade dos seus associados" (Estatuos Art. 3º-1), digladia-se contra uma SAD, incompetente e inútil, cujo objectivo é lutar contra esta "unidade indivisível" para garantir os seus dividendos privados. Lucros que só poderá, porém, obter se a unidade se quebrar, sendo que, se de facto se quebrar, cessa a fonte dos lucros. Uma embrulhada de todo o tamanho.
A ambiguidade deste modelo organizativo actual (de autoria de Roquette, o pai de todas as crises que têm assolado o Clube, convém lembrá-lo) é a causa dos problemas que ditam a sorte do Sporting hoje. O Sporting e os Sportinguista têm de decidir se querem ser donos do seu Clube ou se querem ser fregueses forçados do negócio dos dissabores.
As oportunidades de mudar a situação e as soluções possíveis para mudar o estado miserável em que se caiu começam a rarear. Os Sportinguistas e os candidatos a candidatos têm de perceber isto.
Eu, por mim e para já, vou ver o Superbowl...
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Despedida e agradecimentos de Liedson
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Egipto
O Sporting não precisa só de uma eleição para presidente. O Sporting precisa de uma Praça Tahrir.
O jogo de hoje é um retrato do Clube. E o próximo presidente tem de saber muito de fotografia ou então está, estamos todos fodidos.
Candidatos a bom presidente: procura-se!
Ouvido o primeiro candidato assumido Braz da Silva sobre o que o traz ao Sporting, surgem vozes que o acham tímido perante as câmaras e outras vozes que acham que isso não interessa e que dizem que o que é importante é que ele comande bem os destinos do Clube.
Eu acho que há uma terceira via, menos simplista.
Acho que o que o Sporting não precisa de mais candidatos a presidente precário, a recibo verde, cujos serviços tenham de ser dispensados na primeira oportunidade. A direcção do Sporting não pode ser entregue a tipos que "parecem" bons candidatos.
O Sporting precisa de bons candidatos a candidatos. O Sporting precisa de candidatos a bons presidentes.
Que apresentem e debatam entre si e connosco as suas ideias. Que se submetam ao escrutínio das nossas dúvidas. Afinal nem somos assim tantos os que vamos escolher o próximo presidente do Sporting. A campanha para eleição de Presidente do Sporting não é para os media. É para os sócios do Sporting! Os "sportinguistas" não votam. Os espectadores das televisões não votam. Quem vota são os sócios. E têm de ter as quotas em dia...
Não é difícil chegar a todos nós, directamente ou quase, e criar as condições necessárias para que possamos fazer uma avaliação tão rigorosa e informada quanto possível, para além daquela que os holofotes permite. Isto assim não é nada.
As entrevistas, os "programas" eleitorais, as "soluções-milagre", o protagonismo (expresso ou implícito) mediático são coisas facílimas de forjar. O que é difícil é de facto parecer e ser um bom candidato. Até agora não vimos nada disso.
Os microfones, as luzes e as câmaras podem dar brilho ao baço... O que não nos falta são exemplos desses na cadeira da presidência do SCP nos últimos anos. Não é certamente disto que os Sportinguistas querem mais.
Tolerância zero com presidentes de pacotilha, mas tolerância zero também com candidatos de pacotilha. Até agora, entre os "assumidos", os "putativos" e os "vou ver" o panorama é péssimo.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Exemplo a seguir
De louvar esta atitude do CS Marítimo, que não se inibiu de publicar, no seu site oficial, as propostas feitas pelo Sporting e Porto para a aquisição do jogador Kléber. Não teve medo de enfrentar o Porto! Um exemplo a seguir...
PS- Na proposta do Sporting nota para a data e hora a que foi recebido o fax, dia 30/01/2011 às 19:08, com validade até 31/01/2011 às 12h! Claro, depois não dá tempo para encontrar alternativas quando se leva uma nega. Isto sim, é ridículo...
PS- Na proposta do Sporting nota para a data e hora a que foi recebido o fax, dia 30/01/2011 às 19:08, com validade até 31/01/2011 às 12h! Claro, depois não dá tempo para encontrar alternativas quando se leva uma nega. Isto sim, é ridículo...
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O Roquette do "projecto"
Vale a pena ver este video. E vale tudo (estejam à vontade...) para exprimir o sentimento de ultraje (quem se sentir ultrajado, evidentemente!) que ele gera. A obrigação de levar este cavalheiro a comparecer perante um tribunal sportinguista é um ponto sine qua non para eu considerar sequer qualquer candidatura nas eleições de Março...
PS- Como o mundo não é a preto e branco, para além dos elementos de carácter emético que este video contém há aqui também elementos que nos aconselham prudência na sua análise. O dr. Róquette tem medo dos mecenas. Terá medo das "candidaturas" que se parecem perfilar no horizonte, e que parecem indiciar uma nova espécie de mecenato no Sporting. Também eu. Nesse aspecto estamos de acordo, mas só nesse!
O que eu não quero mesmo é subsitituir um mecenato por outro. Quero um Clube responsável, em que os Sportinguistas tomem conta do seu Sporting, sem ge(re)nte providencial, nem linhas bancárias preferênciais... As linhas bancárias são TODAS más. Não tenham ilusões!
PS- Como o mundo não é a preto e branco, para além dos elementos de carácter emético que este video contém há aqui também elementos que nos aconselham prudência na sua análise. O dr. Róquette tem medo dos mecenas. Terá medo das "candidaturas" que se parecem perfilar no horizonte, e que parecem indiciar uma nova espécie de mecenato no Sporting. Também eu. Nesse aspecto estamos de acordo, mas só nesse!
O que eu não quero mesmo é subsitituir um mecenato por outro. Quero um Clube responsável, em que os Sportinguistas tomem conta do seu Sporting, sem ge(re)nte providencial, nem linhas bancárias preferênciais... As linhas bancárias são TODAS más. Não tenham ilusões!
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Sr. guarda se for a correr ainda os apanha!
Hoje descobrimos que a venda do Liedson, afinal foi por meros 1,5 milhões de euros a serem pagos em 18 meses! Sim, acredito mais no presidente do Corinthians, do nas comunicações da SAD à CMVM. Porém, ele equivocou-se relativamente à saúde financeira do Sporting! Estamos tão bem financeiramente, mas tão bem, que até oferecemos jogadores!! Longe de ser bem-amado em Alvalade, o Stojkovic acabou por ser cedido a título definitivo ao Partizan! Espantoso quando fui confirmar que o homem tinha contrato com o Sporting até 2012!! Simplesmente demos um jogador que é titular da selecção do seu país e foi ao Mundial... Porquê dar um jogador quando ainda podia render algum mísero dinheiro, ou ser usado como moeda de troca numa transferência?! Mais uma pérola da gestão do presidente DEMISSIONÁRIO e dos seus capangas!!
Como é óbvio não há qualquer comunicado na CMVM, mas a actuação desta entidade também deixa muito a desejar... fiscalização, controlo, investigação, dá trabalho.
Como é óbvio não há qualquer comunicado na CMVM, mas a actuação desta entidade também deixa muito a desejar... fiscalização, controlo, investigação, dá trabalho.
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Da gestão mercantil ou a morte do desejo
Não vou para já falar no fartote que têm sido estes últimos dias para toda a gente, menos para nós, claro está. Nem sequer na legitimidade destes corpos sociais demissionários para desenvolver operações deste nível. O que não posso deixar de sublinhar é a irracionalidade económica das decisões dos grandes gestores que têm vindo a gerir o Sporting Clube de Portugal e a sua SAD. Penso, por exemplo, no lado esquerdo e peço desculpa àqueles que já apanharam com este exemplo, mas parece-me paradigmático. No Verão de 2000, depois de termos sido campeões era preciso tomar decisões: De Franceschi (um grande bem hajas), fica ou sai? O jogador custava 400 ou 500 mil contos. Na pior das hipóteses 2,5 milhões de euros. Os nossos brilhantes gestores acharam que não valia a pena. Depois da época começar em descalabro, resolvem, em Janeiro, dar 7 milhões por um jovem chileno de seu nome Rodrigo Tello. Depois de muito penar, ao fim de uns anos, o jovem finalmente começou a jogar à bola, tanto no meio-campo como na defesa. Chegados aos seus 27 anos (ou 26 ou 28, não interessa) e ao fim de sete anos no clube, o jovem quer duplicar o seu salário de 25 para 50 mil euros por mês - recorde-se que o tecto salarial andava pelos 75 mil. A direcção entende que não, não valia. Logo a seguir e naquele verão, para poupar uns, vá, 25 mil euros vezes 14 vezes 4, isto é, cerca de 1,4 milhões de euros ao longo de quatro anos por um jogador adaptado, experiente, regular, sem ser genial, e com sete anos de casa, vai buscar Leandro Grimi, jovem promessa argentina por 3,5 milhões de euros, sem contar com salários. O resultado é o que todos conhecemos. Para compensar esse fiasco, vai buscar um jogador, Evaldo, regular e sem rasgo que custou mais 3 milhões. Poderíamos também dar o exemplo da forma como a poupança com Derlei resultou na contratação, mais uma vez em Janeiro, de Pongolle, e poderíamos multiplicar os exemplos. A verdade é que no último ano e meio o Sporting vendeu cerca de 25 milhões de euros de jogadores e comprou cerca de 27 milhões. Alguém consegue dizer que a equipa está mais forte? Trocar o certo pelo incerto, depois de uma poupança de alguns milhares de euros na folha salarial tem sido a regra da filosofia de miséria que obstinadamente a pandilha do Roquette insiste em seguir. Um clube sem esperança, sem expectativas, sem rumo e sem ambição que é objecto de chacota mundial é o resultado desta política: o triunfo da mediocridade mercantil sobre uma instituição centenária. Continuaremos ao longo dos próximos dias a chicotear o cadáver. Pena que esse cadáver seja do nosso clube.
Ditados populares (1)
Dá Deus Liedsons a Sportings sem dirigentes...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A atitude SPORTINGUISTA
Acho que estão a amadurecer rapidamente as condições para criarmos um novo CLUBE. Se o impasse em que tudo isto caiu se mantiver, quem não está satisfeito com a situação que se verifica no Sporting, quem está contra o regabofe em que alguns deixaram cair o SCP, quem não se conforma com as soluções (que parecem inevitáveis...) que vêm aí, quem não se conforma, tem uma solução: sair, deixando esta bandidagem que tomou conta do Clube a falar sozinha e partir para outra.
Pode ser que sem uns milhares de sócios e com uma debandada geral de adeptos, os "bancos" e os outros bandidos que andam a roubar o Clube se lembrem que o Sporting éramos, afinal, nós!
Entre ver o velho Sporting definhar até à morte e começar um novo Sporting, voltado para o futuro, mas recuperando os valores originais do Clube, vale mais pensar seriamente em dar um grito de revolta, bem ALTO!
Eu voto sim!!!!
Tristeza e Agradecimento
Está confirmado! É muito triste :(
No comunicado à CMVM nem mencionam valores...
Curioso ainda esta decisão ser tomada pelo presidente demissionário que se deveria limitar a actos de gestão corrente...e não vender o melhor jogador dos últimos 8 anos!
OBRIGADO LIEDSON! Melhor sorte, porque mereces!
No comunicado à CMVM nem mencionam valores...
Curioso ainda esta decisão ser tomada pelo presidente demissionário que se deveria limitar a actos de gestão corrente...e não vender o melhor jogador dos últimos 8 anos!
OBRIGADO LIEDSON! Melhor sorte, porque mereces!
A Solução!
Animem-se parece que hoje vamos ter a solução! Para acompanhar com muita atenção a partir das 18h30...
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