quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Desconstruindo a Verdade - Parte II

Num post alusivo à saída de Moutinho do Sporting (ver aqui) avançava três hipóteses para o verdadeiro sucedido. Hoje o Presidente do meu Clube nas suas declarações sobre João Moutinho disse: «Foi sempre um profissional fantástico». Assim, acabou por desvendar que era a 2ª hipótese (a de que a venda do Moutinho ao Porto foi operada por um lapso derivado de incompetência na não inclusão de uma cláusula de salvaguarda), e, consequentemente lançou um engodo para disfarçar o erro cometido por ele, enquanto responsável subjectivo, e por outros, enquanto responsáveis objectivos.
Pois, ninguém no seu perfeito juízo ou com coerência, pode afirmar que um jogador é uma maçã podre por não querer treinar (mau profissional) e depois vir dizer que sempre foi um fantástico profissional. Até o pode fazer, mas sempre com uma contradição insanável na lógica do discurso.
Mas afinal, é do nosso Presidente que se trata.
Glória, Glória, Glória.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ainda dizem que não dá!

Queria aqui deixar o exemplo, de como é possível todos levarmos umas maçãs podres no próximo sábado! Não é preciso acertar com as maçãs no rapaz, isso seria incentivar à violência e nós não queremos...até porque temos Sporting no nome e com certeza que iríamos ter o estádio interdito, ao contrário do que sucede com os tripeiros.
Como ideia adjacente, podíamos também atirar umas embalagens de cotonetes ou giz, e levar uns bonequinhos tipo voodoo vestido à Ministro...isto para a Maçã não se sentir a única coisa Podre.


Download:
FLVMP43GP

O video corresponde a um protesto feito pelos adeptos do Basileia, por ter sido alterada a hora do jogo devido à imposição televisiva para transmitir o jogo de ténis desse Suíço desconhecido que é o Roger Federer!

sábado, 20 de novembro de 2010

Sair da idade das trevas

O Público, na sua edição de hoje, dá conta que analisou os relatórios e contas enviados à CMVM pelas SAD dos clubes cotados em bolsa e conclui: "Benfica e FC Porto começam a distanciar-se do Sporting, quer ao nível de receitas, quer de despesas." “Mais duas épocas assim e o Sporting pode começar a aproximar-se mais do Sp. Braga e V. Guimarães que do Benfica e FC Porto”, conclui Helder Varandas, um especialista em finanças do desporto, ouvido pelo jornal a propósito deste tema.
Há anos e anos que se adivinhava isto. Há anos que o Sporting não parece passar de uma espécie de cói de malfeitores, cujas malfeitorias não conhecemos, nem conheceremos, certamente senão uma pequena parte, mas, que são fáceis de adivinhar. Há anos e anos que muitos avisaram: não menosprezem os sócios. Eles são a seiva do Clube! Há anos e anos que o primado dos sócios foi substituído pelo primado dos bancos. Tudo certamente feito para que as malfeitorias se pudessem realizar em clima de maior tranquilidade.
Deu nisto.
Reganhar a confiança dos sócios, recuperar o grandeza do Clube, reganhar os Sportinguistas para a batalha por um Sporting grande, eis a única saída possível. Repôr o Sporting no lugar de onde saiu pela acção criminosa de um bando de aventureiros e oportunistas que tomou conta do Clube e o deixou no estado em que está —eis uma tarefa para a qual a actual direcção não demonstra ter aquilo que é preciso.
Teimosia bacoca e voluntarismo inconsequente não são as qualidades que um Presidente do Sporting necessita para o tirar deste buraco.
Os sócios do Sporting, na sua imensa sabedoria, no exercício dos seus poderes e no âmbito da moldura estatutária e democrática que rege o seu funcionamento, saberão encontrar uma solução que resgate o Clube da idade das trevas que atravessa há 15 anos. Mas, terão de rolar cabeças e teremos de exigir responsabilidades a quem as tem.
Exige-se ruptura!
Destruir, meticulosamente e da forma que agora publicamente se comprova, um Clube centenário, com a grandeza e dimensão que o Sporting teve é um crime que alguém vai ter de pagar.

domingo, 14 de novembro de 2010

"O fantasma da semana anterior"

A expressão foi usada pelo Paulo Sérgio no final do jogo com a Académica. Um jogo que foi o fim de um ciclo ou uma interrupção apenas?
Continua no próximo número... De uma coisa podemos estar certos: com este Sporting, hoje em dia, é emoção e incerteza até ao fim.

sábado, 6 de novembro de 2010

O tal canal

Vem aí mais um buraco para o Sporting se continuar a enterrar... Agora há um "estudo" que viabiliza o canal de telvisão Sporting. E quem é que "viabiliza" o canal, quem é?!
Eu não percebo: temos as dificuldades que temos e temos dinheiro para montar um canal de televisão?

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Afinal são 5-1

Não nos vamos esquecer de Horta e Costa e Godinho Lopes. Não seria justo.

O clube dos arguidos ou 3-1

O Benfica teve Vale e Azevedo, é certo. Mas o Sporting, mantendo acesa a chama da rivalidade, não lhes fica a atrás. Depois de termos tido um ex-presidiário na presidência do clube, que continuou a braços com a justiça, e depois de Luís Duque ter sido constituído arguido na sequência das investigações relacionadas com o BPN, chega a vez de Filipe Soares Franco ser apanhado pela Operação Furacão. mas claro, há sempre uns pategos que acham que uma gravata e uma morada na Quinta da Marinha tornam qualquer um numa pessoa respeitável. Mas estes não são Jesse James, Dillinger, Bonnie and Clyde, ou mesmo Zé do Telhado, todos eles bandidos sociais, heróis populares. Estes são bandidos do social. Sem direito a baladas e sem charme.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Sporting vai entrar na era da Inteligência Artificial

Agora que "há 95% de probabilidades" de Alvalade vir a ter um relvado artificial, talvez o Sporting queira contemplar a possibilidade de jogar com robôs, daqueles que são desenvolvidos nas universidades técnicas portuguesas e que tantos e tão bons resultados têm obtido lá fora.
Reparem, são só vantagens: não há problema com as restrições ao uso das calças de ganga, os ordenados deixam de pesar na contabilidade, acertar na baliza é mesmo só uma questão de afinar o software e os relais, não há problemas de penteados, não há problemas entre quem é titular, quem fica no banco ou quem nem sequer é convocado, e quem não obedecer às directrizes do treinador tira-se-lhe a pilha. Enfim, é um mar de possibilidades.
O único senão que esta solução traria é que, a levarmos a lógica por aí fora, chegamos ao presidente. Mas, também aí não há problema! Substituimo-lo por um desses robôs de limpeza (o da imagem é formidável e até funciona bem; recomendo-o), limpa os cantos e por baixo dos móveis com grande perfeição, traz vantagens fiscais e para fazer o que o JEB (um homem com uma inteligência verdadeiramente artificial!) faz, é mais que suficiente.

domingo, 31 de outubro de 2010

Do batatal ao artifical - um relvado sem remédio?

Enquanto estava aqui a terminar de escrever isto o Bettencourt acaba de anunciar em Vendas Novas que vamos ter um sintético. Estou pasmado. Deixo a minha opinião abaixo.

Estava longe de pensar que estaríamos sequer a discutir se devíamos colocar um relvado 100% artificial quanto mais que tal medida drástica já estava decidida.

Creio ser lógico, antes de tudo, reconhecer um conjunto de boas razões para que, na Europa do futebol de alta competição, apenas o Spartak Moscovo (onde, no Inverno, o frio mata qualquer matéria orgânica) e o Young Boys na Suíça, que se conheça, possuem relvados 100% artificiais. Explique-se então algumas:
  1. a razão "natural" - não deve haver mais de um jogador ou um departamento de futebol em cem, que prefira jogar em relvado sintético. Basta ter pouca experiência em cada uma deles para se saber como a bola, o contacto com o corpo, etc., têm uma relação muito mais confortável e fluída no relvado natural; Não é por acaso que os dos dois estádios que receberam menos jogos no Mundial da África do Sul foram os dois com relva sintética;
  2. O medo das lesões - Quando vemos jogadores profissionais a benzerem-se em triplicado tem muito a ver com a crença de se "protegerem" contra o grande receio das lesões. Mesmo que dados recentes indiquem que os artificias de última geração já não tenham maiores propensões para lesões graves do que os naturais, psicologicamente o receio não se desvanecerá tão cedo (demorará tempo e requer a generalização da prática). É na relva natural que têm cagança e confiança. Ainda recentemente o treinador do Tottenham recusou-se a a alinhar com o Ledley King - um grande jogador que tem sido perseguido por uma lesão grave que o impede de jogar todo o tempo - na deslocação ao estádio do Young Boys por temer que a relva sintética "o matasse" (sic).
  3. A desvantagem competitiva - habituados a jogar em relva artificial de cada vez que jogamos "fora", a relva pode tornar-se mais um elemento desfavorável ou mais uma desculpa para a derrota... É evidente que pouco nos interessa ter vantagem competitiva "em casa". Toda a gente sabe que, por todo um conjunto de variáveis, o Sporting (e os outros), desde sempre, ganha mais "em casa" e é portanto "fora" que interessa ganhar mais;
  4. a razão principal - Se, hoje em dia, já nem conseguimos convencer o Trézéguet a escolher o Sporting em vez do Hércules, quando passarmos a ter uma relva artificial garanto-vos que a nossa capacidade de persuasão não vai melhorar. E, neste capítulo, é bom que consigamos inverter o rumo.
Recentemente, ao jornal Sporting, Costinha justificou as dificuldades de contratar um avançado de jeito com o facto de termos perdido trunfos competitivos para outras ligas e para os adversários directos (se bem que para o Benfica, só o ano passado e antes disso já eles tinham conseguiram convencer o Aimar e Saviola) e com o facto dos "12-1" frente ao Bayern ainda estar associado ao Sporting na cabeça de muitos jogadores estrangeiros. Independentemente da análise dele, acho que vale a pena fazermos esta pergunta: Que argumentos tem o Sporting para oferecer hoje? Bons salários? Liga dos Campeões? Um projecto de futuro? Estádio cheio cheio e uma atmosfera incrível? Um relvado artificial??

Dito isto, a verdadeira questão oculta e que até hoje não vi ninguém responder é: já consultamos mais do que uma empresa? Já equacionámos, analisámos e testamos todos as soluções possíveis? Dá-me impressão que não. Não percebendo nada da matéria, dá-me impressão que antes da última geração da relva artificial haverá uma série de gerações de relva natural (ou combinada com sintético, como em alguns casos ingleses) por ensaiar.

Agora, sem que nos tivessem demonstrado que o nosso estádio é o único na Europa alérgico à erva natural (hoje em dia, no Sporting, ser diferente dá nestas coisas) e que não havia mais nenhuma solução possível, espero eu bem que, pelo menos, tenham tido a sensatez de terem auscultado e deliberado junto com os jogadores e departamento. Porque se não, que vão mas é dar banho ao cão.


Obs: a relva artificial foi uma excelente ideia para os clubes amadores ou de lazer que não têm como suportar financeiramente o tratamento de um relvado natural e que podem, com o sintético, dar-lhe uso constante permitindo novas fontes de receitas.
O futuro não vai ser relva artificial coisa nenhuma. Há coisas que, por mais que tentem, nunca serão tão boas como no seu estado natural.

sábado, 30 de outubro de 2010

ANTES QUE YO NACIERA

Antes que yo naciera
vos ya estabas deslumbrando,
con tu zurda incomparable
a todos dejabas soñando.
De a poquito fui creciendo,
y todo el mundo decía,
que eras algo incomparable.
Que nunca nadie te igualaría.
Un día te vi en la cancha,
a todos hacías alegrar.
Pero yo en ese momento
tuve ganas de llorar.
Tuviste algunos errores,
Te condenan por lo que hiciste.
¿Es que acaso no se acuerdan
las alegrías que vos nos diste?
Hoy sueño con conocerte
y decirtelo en persona:
¡Gracias por existir
Diego Armando Maradona!
(autor desconhecido)



Leandro Romagnoli: me encanta el chiquito. Le faltan piernas, físico, músculo, de todo, pero le sobra guapeza para gambetear. Lo demás se consigue en un gimnasio.



El arquero de ellos era Ivkovic y yo lo conocía muy bien: jugando con el Napoli, contra el Sporting
de Lisboa, por la Copa UEFA, él me había jugado 100 dólares a que me atajaba el penal en la definición. "Trato hecho", le había contestado yo como un pelotudo, ¡y me lo atajó! Pero la serie siguió y al fin ganamos nosotros. Ahora lo tenía otra vez ahí, frente a mí. Le pegué, me salió una masita, ¡y me lo atajó! Alguna vez dije que lo había errado a propósito, por cábala, para que la historia terminara como aquella noche con el Napoli, pero... ¡las pelotas!



Sé que no soy nadie para cambiar el mundo, pero no voy a dejar que entre nadie en el mío a
digitarlo. A manejarme... el partido, que es como decir digitar mi vida. Nadie me hará creer, nunca, que mis errores con la droga o con los negocios, cambiaron mis sentimientos. Nada. Soy el mismo, el de siempre. Soy yo, Maradona.
Yo soy El Diego.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Notícias da frente

As ligações entre a alta finança, o Sporting, as consultoras, lembram-se do Ernesto e das auditorias às contas do BPN?, e tudo o que mais há de podre neste país, continuam. Chegou a vez de Luís Duque, antigo presidente da SAD e companheiro de Seara na Câmara de Sintra, ser constituído arguido, sob suspeita de fraude na obtenção de créditos bancários, no valor de 80 milhões de euros. Outros virão. Entretanto, claro, há sempre uns tansos que continuam a acreditar no projecto.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lembranças e esquecimentos

A segunda parte do jogo de ontem «Pode servir de exemplo para acreditarmos ainda mais que só quando o árbitro apita é que regressamos ao balneário», declarou Paulo Sérgio. Ora se pode servir de exemplo é porque os jogadores se têm esquecido desta verdade, que devia ser evidente e estar sempre presente, ou não será?

domingo, 24 de outubro de 2010

mártir prestes a espetar-se com camião de pesados e há quem ache isto tudo normal que o problema são os fiéis

Hoje estou à vontade para dizer que disse à minha família: a probabilidade de espetanço é de 90 por cento. E espetando-me no Sporting a 90 por cento estou morto para o resto da carreira. Mas quando percebi que ninguém queria o lugar - porque aquilo a que assisti foi a desculpas esfarrapadas - era preciso alguém que assegurasse a parte do bater no fundo para depois vir um verdadeiro Messias.

JEB, n'A Bola, trecho disponível na versão online (quanto baste, diga-se, não vá acontecer alguém ir comprar o pasquim..), em entrevista aos amigos Serpa e Delgado que tão bem o apoiaram na campanha e que, com tanta pérola atirada e matéria por sacar, vêm confirmar que das duas uma: ou as perguntas estavam previamente aprovadas e não havia direito a mais ou continuam grandes amigo.

Conversa de surdos

- O Sporting não beneficia do ódio enorme entre as lideranças de Benfica e FC Porto?
- Temos tentado contribuir para o sucesso da indústria do futebol. Temos divergências e já engoli sapos. Mas para mim o backstage não é importante, a imagem que deve passar para a opinião pública é a das coisas boas.

JEB, n'A Bola, trecho disponível na versão online (quanto baste, diga-se, não vá acontecer alguém ir comprar o pasquim..), em entrevista aos amigos Serpa e Delgado que tão bem o apoiaram na campanha e que, com tanta pérola atirada e matéria por sacar, vêm confirmar que das duas uma: ou as perguntas estavam previamente aprovadas e não havia direito a mais ou continuam grandes amigo.

sábado, 16 de outubro de 2010

The World Is Not Enough: 81/82 missão Sporting

Eu tinha 2 anos quando fui campeão pela primeira vez em vida. Não me lembro, mas recordo-me agora da importância deste mister. À nossa!



Porque nunca é demais rever isto:

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Porrada na AG, ainda a procissão vai no adro

Há já muitos anos que várias pessoas, interessadas pelos destinos do Sporting Clube de Portugal (interessados de forma desinteressada, isto é, sem negócios com o Clube, lugares a defender, agendas mais ou menos escondidas, carreiras a necessitar de muleta, ou necessidade patológica de aparecer na foto...) alertaram para a necessidade de preservar a UNIDADE do Sporting. Há muito que se via que a direcção pela qual o Clube seguia ia suscitar reacções mais enervadas e, em pouco tempo, clivagens profundas iam surgir.
O problema do Sporting, meus senhores, não é nem um problema financeiro, nem um problema desportivo! O problema do Sporting é simplesmente o da UNIDADE e o da inexistência de uma figura capaz de a suscitar entre os que se dizem Sportinguistas. Tudo o resto vem atrás. Os malfeitores que sucessivamente têm ocupado os cargos de direcção do Clube deixaram —por inépcia, por interesse, por má-fé, por desleixo e, também, por falta de estatura— destruir a UNIDADE do Sporting e o resultado está aí.
Os problemas do tipo que o Sporting enfrenta hoje e os males de que padece resolvem-se com uma única ferramenta: obediência cega e intransigente ao ideal original Sportinguista. Mas o ideal Sportinguista foi destruído quando o Sporting virou empresa e entrou para a sua direcção um grupelho de traidores do ideal Sportinguista. Foi nessa altura que os problemas começaram.
Ontem, as ameaças que se vinham a fazer sentir há muito concretizaram-se. Pode-se apequenar o sucedido, pode-se dizer que foi um desacato menor entre este ou aquele, sem significado. Mas, isto é apenas a ponta do icebergue. Outros virão e cada vez mais sérios.
O problema, repito, do Sporting é o da inexistência de alguém capaz de unir e dar corpo à força do Sporting. E o dilema é este: quem pode não quer e quem quer não consegue. Hoje o Sporting é uma plataforma por onde se cruzam tráfegos de várias origens, com uns senhoritos sentados na torre de controlo a dar ordem de passagem a uns, a mandar parar outros, a desviar outros ainda. Sinaleiros da desgraça. O polícia sinaleiro-mor —a quem antigamente se chamava o "cabeça de giz"— limita-se a atrapalhar ainda mais o engarrafamento.
Uma coisa é certa. As clivagens estão aí, assumidas, para aprofundar e radicalizar cada vez mais.
A menos que... A menos que surja um Sportinguista, não comprometido de todo com o desastre deste últimos 15 anos, que consiga novamente unir os sócios em torno do ideal Sportinguista, e o reponha na sua condição de GRANDE.
Tal como está o Sporting, neste momento, é grande, mas apenas na significativa quantidade de merda de gente que tem à sua frente, ou que, não estando à frente, parece que está. É vê-los perorando, por tudo e por nada, sobre o estado do Clube, como se fossem marcianos caídos aqui por engano. Essa gente revela-se a cada instante uma vergonha e uma traição permanente ao ideal Sportinguista.
Traidores e oportunistas! Todos!
Custe o que custar admitir isto! Se me conseguirem demonstrar (com factos, reais!, e sem argumentos demagógicos!) o contrário, eu retrato-me...