quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Mais um pratinho ali para o menu degustação
A hidra - esboço em photoshop

Enquanto o Master Lizard não põe em linha um dos mais importantes textos da história do sportinguismo, fica a imagem. Uma imagem que, ainda assim, não vale mil palavras.
via 1906 luta e resiste.
Quantificar a esperança
- De que é que este labrego, atrasado mental, do Luisinho está a outra vez falar, que não se percebe nada outra vez, caralho?, interroga-se o leitor mais incauto, e esperançoso de que a roulote se tenha transformado num espaço de optimismo em vez do antro de bota-abaixismo que é.
O Luisinho explica. Quem é que comprou o pacote Sporting Allez para a Liga Europa?
Vá toca de responder. Está na hora de quantificar esperanças. Aliás, a própria direcção da SAD aposta num falhanço da equipa na Liga Europa, não é? Se não porque raio é que haviam de especular financeiramente com esse falhanço, não é? Assim, ao menos ainda dá para fazer uns trocos não é? Vá lá malta, quantos Sporting Allezes é que andam aí? Quem é que acredita mesmo que o Sporting faz pelo menos três joguinhos terminada a fase de grupos da Liga Europa? Quem é que meteu dinheiro nisso, hã seus garanhões?
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Turbo
Uma bela victoire!
Sporting Allez!!!
domingo, 12 de setembro de 2010
Chega este Natal (esfregar mãos de contente)
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Junho de 2007 - Silvestre Varela eleito “Jogador do Ano” pelos adeptos do Vitória de Setúbal
Julho 2008 - Paulo Bento: «-Venda-se que temos melhor!»
Junho de 2009 - Silvestre Varela eleito “Jogador do Ano” pelos adeptos do Estrela da Amadora.
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Em Portugal, isto não basta para perder a carteira profissional, mas devia.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Um verdadeiro fa-achista
A intervenção dele no "caso Queiroz" é, sob o ponto de vista institucional, um desastre em toda a linha. Capaz mesmo de por si só desencadear uma crise política que o desemprego, a situação económica e social não parecem ser capazes de justificar nem à lei da bala. A figura que a criatura fez na conferência de imprensa de "explicação" do caso Queiroz ficará para a história como uma das cenas mais deprimentes que um responsável do governo jamais fez em qualquer intervenção pública. E nisto incluo as intervenções do dr. Jardim e do major Loureiro, que em confronto com Laurentino, correm o sério risco de ser destronados.
Ontem, em declarações públicas, para além de uns comentários não-sei-quê sobre a prestação da Selecção no jogo com o Chipre, responde ao jornalista que não era adepto da "técnica do achismo" (?). Que não tinha nada que "achar", o que quer que fosse. Mas, logo de seguida, diz que achou que tínhamos "sido infelizes" e achou que "devíamos ter ganho". É muito achar para um assumido não-achista...
Eu também acho que estamos a ser infelizes por termos uma criatura deste calibre à frente da pasta do desporto e acho ainda que ganharíamos todos em ver o secretário de Estado voltar para Fafe, onde decerto lhe darão o reconhecimento que merece.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
De lobo a cordeiro
Mas..., acho eu, o que a ADoP e o secretário Laurentino andam a fazer, não se faz. Nem ao Queiroz!
Não fora os resultados da Selecção e nada disto estaria a acontecer. Essas figuras sinistras, pardas e patéticas que povoam o dirigismo desportivo português (incluindo o oficial) e que a gente não tem maneira de varrer do planeta, estavam a esta hora a engolir o sapo, ainda com as patinhas de fora da boca e sorriso amarelo. Como os resultados, não sendo propriamente um desastre, não foram de molde a permitir que essas figuras, figurinhas e figurões se pudessem encavalitar neles (porque era o que fariam se pudessem!) para tirar os respectivos dividendos, vá de cruxificar o homem. O Queiroz não deu uma folga clara à crise!! Eis o pecado do seleccionador. E foi apoiante de Cavaco.
O governo então devia estar em grande ansiedade porque um lugar no pódio para Portugal daria certamente direito a uma semana de férias pagas em Cancoon para todos os pensionistas idosos e comemorações nacionais durante um mês ou mais. Assim, tivemos de voltar ao álibi da crise internacional... A sanha do Laurentino é patética de óbvia.
É que há em tudo isto uma contradição tão grande, tão grande que eu até fico espantado como é que o Madaíl, o Laurentino e toda essa cambada ainda conseguem manter BI português! Reparem no seguinte, a acusação que se faz a Queiroz, no fundo, resume-se a isto: não querendo ou não podendo criticar os resultados da Selecção (não é por acaso que tudo isto surge uns sólidos quatro meses depois do acontecimento que originou o processo; eles esperaram para ver...), acusam-no de, por conduta imprópria, prejudicar a Selecção.
Ninguém contestou o resultado dos exames efectuados. Não houve doping na Selecção! Não houve sequer impedimento da actuação da brigada da ADoP. Ninguém apontou uma pistola aos médicos e disse "Fora daqui!" Não havendo impedimento, tendo sido feitas as análises, não havendo doping, não havendo matéria da competência da ADoP, está-se a julgar o quê?!
Os exames foram feitos, pelo que se percebe, sem interferência nos resultados e estes não foram positivos. Não houve mais ninguém responsabilizado pelos factos que terão ocorrido, não há um reparo do foro clínico, nada! Ao doping a ADoP disse nada!
Trata-se, portanto, apenas de avaliar até que ponto uma "boca" do seleccionador se repercute na imagem da Selecção e, ipso facto, na do País. Aparentmente, a ADoP e o Laurentino apenas estão, pois, a velar pelo País... Mas, se não houve impedimento da acção da ADoP, se a operação teve lugar, se não houve doping, o que raio está a ADoP a julgar então neste caso?
O Queiroz só pode actuar no plano desportivo. Cabe a outros actuar nos outros planos. (Em rigor, se há consequências de facto negativas, quem deveria ser responsabilizado, ao nível da Selecção, por quaisquer factos relativos à conduta dos seus membros são os dirigentes que escolheram os colaboradores prevaricantes. Mas, vamos dar este facto de barato...) No plano desportivo a sua actuação não teve directamente nenhuma consequência e não afectou nada a prestação da Selecção e o prestígio do País. Pelo menos ninguém até agora usou esse argumento. Então é na "boca" do seleccionador que reside o problema e o problema é as consequências que tudo isto teve para a Selecção. Que já vimos que foram nenhumas.
Agora vejam o putedo que se gerou com a actuação neste caso, primeiro do Secretário de Estado Laurentino e depois da ADoP. Delas resultou que em vésperas dos primeiros jogos de qualificação da Selecção para o Europeu, estamos sem seleccionador em campo, em "piloto automático", como diz o Madaíl, projectando uma imagem de ineficácia, incapacidade de planenamento, uma imagem de total caos das nossas estruturas desportivas, uma imagem, agora sim, totalmente desprestigiante do País. E tudo isto, ainda por cima, numa altura em que os técnicos da FIFA vêm a Portugal apreciar a bondade da candidatura de Portugal à organização, conjunta, do Mundial de Futebol de 2018 ou 2022. Ineficácia, incapacidade de planenamento, caos e desorganização de que as entidades estatais se tornaram totalmente coniventes ao agirem como agiram.
Que rica imagem terá levado de Portugal a delegação da FIFA, que rica demonstração do modo português de funcionamento das instâncias desportivas oficiais, que rica imagem que o País e os seus dirigentes projectam do País com este "caso" perfeitamente patético, cujas causas mesquinhas, ainda por cima, se topam à distância!
Quem prejudica então o quê?
De lobo, Queiroz passou, para mal dos nossos pecados (porque no final deveria ser apenas o seu mérito desportivo que deveria estar em causa), a cordeiro. Sacrificado no altar dos interesses mais obscuros, por sacerdotes de passados também obscuros, sacerdotes mesquinhos, sem mérito, sem glória, sem ponta de grandeza. Sacerdotes que não estiveram, não estão e nunca poderão estar à altura dos acontecimentos.
Só espero que o fanatismo e a miopia não impeçam os portugueses de apontar o dedo aos culpados de tudo isto e de lhes dar o castigo que merecem. É que em última análise, a pena aplicada a Queiroz, vai ter consequências desagradáveis para todos nós. Mesmo para aqueles que não gostamos dele. Nem de Cavaco.
Este Jorge Mendes pra quê, pá?! Cadê os olheiros do tempo do Cintra? Mandaram-nos embora por que não sabiam fazer relatórios em Excel, foi?
O que verdadeiramente, caros consócios que ainda acham que o Timo Tales é que é!, anda a minar este nosso querido clube não é, lamento informar, os jogadores serem novos ou velhos, altos ou velhos, da academia ou do pinhal de Leiria. Não é mesmo. O que não está a bater certo também não é o facto dos ex-contratados para nº9 valerem, todos juntos, um quilograma e meio de esterco com polpa de fruta. Não, não. Se virem bem, para os mais leigos nestas matérias, o que anda a a enterrar e a armadilhar isto tudo são - vá se lá saber como é que adivinhamos estas coisas não é? - são, desculpem se estou a pisar o risco, os excelentíssimos senhores que dirigem o nosso futebol.
Vamos lá rever, telegraficamente.
Dirigentes endividam-nos até mais não; só em gestão de jogadores, o passado escreve-se com tomam lá o Ronaldo, Carlos Freitas deixa de acertar uma para caixa, Paulo Bento goodbye Varela, rejeitara-se o Raul Meireles, depois o F. Coentrão, e muito etc, etc, etc.. Até que chegamos, muito logicamente, ao desastre da época passada. E ao, como ficou conhecido em Madrid, 'el Dia da Inocentada': em Dezembro, para serenar a chusma, fomos largar 6 ou 7 milhões de euros por Sinama Pongolle.
Quando chegou o Costinha, achava que finalmente podia-se fazer qualquer coisinha. Perdoada a maluqueira como lidou com o caso Izmailov, era gajo para conseguir achar aquele treinador de experiência internacional que aguentasse a pressão e soubesse revolucionar mental e tacticamente o colectivo. Qual quê. O JeB deu-lhe uns tostõezitos e deu para ir buscar o Paulo Sérgio de quem tenho a dizer que o vejo do melhorio em relação ao que tínhamos antes e ao que havia no mercado português. Pese embora a tara pelas alturas, por aquilo que tem mostrado até agora, dentro e fora de campo, acredito que possa vir a ser, com sorte e um décimo da paciência que muitos adeptos devotaram ao Paulo Bento, o herói que fez renascer a equipa do estertor e pô-la a praticar um futebol alegre e condigno. Por isso, as vitórias contra o Brondby e Naval poderão ter sido o nosso cabo da Boa Esperança. Deitámos fora grande parte da pressão e stress acumulados e, apesar de ainda longe de estarmos a salvo do pior, achava eu que, pelo menos, com a vinda do tal grande avançado para empinheirar com o Liedson era possível voltar a lutar até ao fim.
Enfim, tanto tempo para pensar e tanto por onde escolher, gajos que só para ir ao WC planeiam no MS Project, e depois chega dia 1 de Setembro e acabamos, mais uma vez, atrás do refugo. Acho que é hora de tirarmos a mesma conclusão: o Pongolle foi o nosso último cartucho de ouro, completamente disparado para o ar para afugentar o pânico, o moutinho e veloso foi para amortizar e a chantagem da competitividade da reestruturação financeira era a gozar.
Portanto, Saleiro e Postiga vocês são mesmo o nosso grande amor.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Navio almirante ao fundo!
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Uma vénia à equipa
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
A reestruturação financeira trocada por miúdos
Por João Mineiro.
Tenho visto na blogosfera leonina, assim como nos jornais desportivos, muita falta de informação (ou desinformação consoante os casos), sobre o que é verdadeiramente o projecto de reestruturação financeira – tal como vem proposto desde o tempo de Filipe Soares Franco. Antes do mais há que esclarecer três pontos:
- Este projecto nada tem de semelhante com o que foi inicialmente negociado em 2005, ao contrário do que deixa entender aqui um blogger anónimo.
- O controlo da SAD não fica assegurado com 51% do capital, uma vez que não estão garantidos 51% dos direitos de voto mas apenas 26,33%.
- A reestruturação financeira não permitirá investimentos avultados no futebol, como adiante se mostra, ao invés do que é dado a entender em asneiras difundidas pela Lusa e publicadas em diversos meios de comunicação.
A operação, tal como estava anteriormente planeada, processar-se-á em 3 passos.
Passo 1 – Operação Harmónio
Uma operação harmónio é uma operação através da qual uma empresa reduz parte do seu capital para cobrir prejuízos acumulados, aumentando-o em seguida através da emissão de novas acções. No fundo, é o assumir da incapacidade de recuperar prejuízos passados, “limpando” os mesmos dos capitais próprios através de uma redução de capital.
Desgraçadamente, esta é a segunda operação do género que a SAD leonina propões aos accionistas em apenas 6 anos. Já em 30 de Junho de 2004 o capital social foi reduzido de 54,9 M.€ para 22 M.€, sendo a diferença de 32,9 M.€ destinada à cobertura de prejuízos acumulados nos exercícios anteriores…
É necessário esclarecer que a operação harmónio agora proposta, com uma redução de capital de 21 M.€ e um novo aumento de capital de 18 M.€, não irá traduzir-se numa entrada de fundos uma vez que o Sporting (Clube) irá participar no aumento de capital através de novo financiamento bancário. Os recursos postos à disposição da SAD serão utilizados para abater dívida bancária no mesmo montante, no âmbito da reestruturação. Trata-se portanto de uma mera operação de recomposição de capitais e absorção de prejuízos.
Passo 2 – Emissão de VMOC (Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis)
Por sua vez a emissão de VMOC (não são mais que obrigações que pagam juro até à conversão em acções) representa, apenas, substituição de dívida – obrigações emitidas para pagamento de dívida bancária. As obrigações permitem uma maior folga na tesouraria da SAD, através da redução anual do reembolso de capital em dívida de 55 milhões de euros, mas quase nenhuma poupança de custos/juros nos próximos anos. Imagine-se, a título de exemplo, que a entrada de fundos substitui dívida bancária com um prazo de reembolso de 20 anos – em média reduz-se o reembolso durante esse período em 2,75 M.€ por ano. Ou seja, 10% do investimento realizado em jogadores nos últimos meses !!! Ver aqui… Outra opção seria investir este dinheiro em jogadores e galopar em direcção a um passivo de 450 M.€, o que é impensável.
Essa folga de tesouraria, tem no entanto um custo brutal para os Sportinguistas. Ao emitir os VMOC, o Sporting perde a maioria do capital da SAD se não entregar os seus últimos activos à sociedade. As contas são as seguintes:
- Sporting detém actualmente 68,60% do capital da SAD de 42 M.€
- Sporting passará a deter 83,09% do capital da SAD após operação harmónio (assumindo que subscreve a totalidade do aumento de capital), do novo capital social de 39 M.€ (41 – 21 + 18)
- Sporting passará a deter 34,47% do capital da SAD após operação harmónio e emissão de VMOC, do novo capital social de 94 M.€ (39 +55)
A forma “encontrada” para garantir 51% do capital da SAD na posse do Sporting é um novo aumento de capital em espécie, ou seja, a entrega de activos à SAD por parte do SCP. O valor desses activos (X) pode facilmente ser calculado resolvendo a seguinte equação:
[(34,47% * 94 M.€) + X] / (94 M.€ + X) = 50,01%
Ou seja, X = 29,2 M.€.
Estima-se portanto que a SAD irá ficar com um capital final de cerca de 123 M.€.
Passo 3 – Integração da Academia e dos direitos de superfície do Estádio
Conhecendo a avaliação feita à Academia de pouco mais de 20 M.€ – cujo relatório nunca foi público – mas que assumia incompreensivelmente que o novo aeroporto em Alcochete não traz valor acrescentado aos terrenos, e uma vez que esse valor não perfaz os 29 M.€ acima calculados, resta ao Clube passar também para a SAD os direitos de superfície do Estádio José Alvalade.
Resultado final da reestruturação proposta
Antes ainda de revermos as consequências um facto: é absolutamente inaceitável que toda esta engenharia financeira nunca tenha sido claramente explicada aos sócios.
- No Congresso Leonino, realizado em Santarém, José Castro Guedes, mentor do projecto, limitou-se a mostrar alguns slides com as contas da reestruturação financeira numa base de caixa, recusando-se a entregar esses mesmos slides aos 50 sócios/delegados presentes, bem como qualquer outro elemento contabilístico do Grupo Sporting, conforme requerido por 8 delegados presentes, representando 200 votos de sócios. Esse requerimento nunca teve resposta, prevalecendo em Santarém a exposição contabilística de “mercearia”;
- A Sporting Comércio e Serviços foi vendida à SAD sem ser conhecido sequer um balanço da sociedade; a avaliação da Academia nunca foi tornada pública; a autorização para a redução de participação na SAD e trespasse da Academia nunca tiveram aprovação em AG;
- As Assembleias Gerais têm sido um desfilar de silêncios, justificados com a necessidade de “não maçar os sócios”, ou por “falta de condições de segurança”;
- Os pedidos de elementos informativos, ao abrigo do art.20º/1/d dos Estatutos, são constantemente ignorados, motivo mais que suficiente para impugnar qualquer Assembleia Geral. Este pedido e consequente recusa, assinada pelos serviços do Clube, são apenas um triste exemplo;
- A informação enviada para as redacções deixa entender que tudo não passa de uma operação para “dotar a SAD da capacidade necessária de investir na sua equipa de futebol“.
Ora sendo o futebol a única actividade capaz de gerar mais-valias regulares que nos levem à redução do passivo, a venda da sua gestão e capital a terceiros tem de ser explicada de forma transparente. Uma opção pela privatização da principal modalidade do Sporting e pela venda de 50% dos activos que lhe restam exige clareza.
Neste cenário final o Sporting e a intervenção dos sócios ficam limitados a:
- Gestão das modalidades;
- 25% das quotizações dos sócios,
- 50,1% de uma SAD que deixa de controlar – onde terá direito a apenas 26,3% dos direitos de voto. Note-se, a título explicativo, que as acções do tipo B estão limitadas a 10% dos direitos de voto e o Sporting apenas detém 16,33% de acções do tipo A, sem limitações de voto, conforme resulta do artigo 13º dos Estatutos da SAD.
É isto que os sócios querem?
Alternativas
Finalmente chegamos à questão final: existe alternativa?
Claro que sim.
Toda a reestruturação montada não vai permitir mais que uma ligeira redução dos encargos de tesouraria, implicando um custo imediato de alguns M.€ em custos bancários na montagem da operação, obrigando a uma perda total de poder por parte dos sócios com e ao esvaziar do Clube dos seus activos.
Por forma a conseguir o mesmo efeito de tesouraria há que renegociar a dívida bancária para prazos mais alargados, ajustando os reembolsos de capital aos anos de venda de jogadores da formação e oferecendo em contrapartida novos colaterais aos credores. Ou reduzir a massa salarial do Grupo Sporting em 200 mil € /mês. Ou criar um Fundo de Investimento para os passes da formação. Ou criar fundos de Fomento Desportivo. Ou vender o “naming” do estádio durante alguns anos, por doloroso que seja. Ou recuperar a dinâmica de merchandising do Clube através da rede de Núcleos do Sporting.
Ou, a hipótese mais valiosa de todas, com um efeito equivalente à reestruturação proposta pela “Geração da Dívida”. Recuperar/angariar 20.000 sócios – a base de todo o programa Ser Sporting.
Não seria essa verdadeiramente a solução de futuro que o Sporting necessita?
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
João Pereira
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
E, já agora...
Isto está lindo...
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
A reestruturação financeira em marcha
O Brondby é merda
Isto é só um tifo do pessoal do FC Copenhaga num jogo contra uns gajos que ninguém ouviu falar. Na Escandinávia e noutros estádios do Norte e Centro do Continente desde que há uns bons anos se deixaram das influências britânicas e passaram a festejar à velha maneira do Sul passaram a ser dos estádios com coreografias e desempenhos mais bem esgalhad0s.
Por cá, enquanto há pacóvios que ainda lá vão pra desfilar o seu boné de grife inglesa e outros que só abrem a boca pra assobiar os próprios jogadores, diria que já tá na hora do pessoal das claques do Sporting fazerem ainda mais daquilo que sabem fazer e que no passado sabiam fazer como mais ninguém. Para quem não me está a perceber bem: uma festa do caralho!
Em Paços começámos bem. Aproveitar o balanço e catapultar pra uma época de autênticos festivais leoninos!

