Dia 5 de Maio (20.30 horas), no Estádio José Alvalade. Podendo, é ir!
Iorda9 4ever!
terça-feira, 30 de março de 2010
Mais vale tarde...
segunda-feira, 29 de março de 2010
Pergunta singela
Por onde andam os sócios dos 25 votos nestes dias que correm? Estranho silêncio...
Não vemos um movimento dos sócios com mais peso no Sporting --podiam chamar-lhe o Movimento dos 25...-- para pedir contas sobre o descalabro total --financeiro e desportivo-- em que está o Clube...
São ciosos da sua prerrogativa quando se trata de alardear "estatuto", mas remetem-se ao silêncio quando é hora de lhes exigir contas.
São os principais responsáveis por tudo o que aconteceu ao Sporting.
Têm mesmo 25 vezes mais responsabilidade em tudo o que está a acontecer porque, com a sua ajuda quantitativamente preciosa, com o seu imobilismo, o seus conservadorismo e reaccionarismo, com a sua complacência, e muitas vezes com a sua arrogância, sucessivas direcções de criminosos conseguiram transformar o Sporting num clube fantastma.
Onde andam eles por estes dias...? Ainda faz sentido privilegiar gente desta qualidade? Não deviam ser penalisados também 25 vezes? Por exemplo, pagarem 25 vezes o valor da quota mensal...?
Não vemos um movimento dos sócios com mais peso no Sporting --podiam chamar-lhe o Movimento dos 25...-- para pedir contas sobre o descalabro total --financeiro e desportivo-- em que está o Clube...
São ciosos da sua prerrogativa quando se trata de alardear "estatuto", mas remetem-se ao silêncio quando é hora de lhes exigir contas.
São os principais responsáveis por tudo o que aconteceu ao Sporting.
Têm mesmo 25 vezes mais responsabilidade em tudo o que está a acontecer porque, com a sua ajuda quantitativamente preciosa, com o seu imobilismo, o seus conservadorismo e reaccionarismo, com a sua complacência, e muitas vezes com a sua arrogância, sucessivas direcções de criminosos conseguiram transformar o Sporting num clube fantastma.
Onde andam eles por estes dias...? Ainda faz sentido privilegiar gente desta qualidade? Não deviam ser penalisados também 25 vezes? Por exemplo, pagarem 25 vezes o valor da quota mensal...?
domingo, 28 de março de 2010
SCP vs Stiinta Bacau...........17h00 - Pav. Casal Vistoso
"Quando estávamos a jogar, e nessa altura denunciava-se muito o remate que era mais em jeito, havia um elemento que na claque gritava artilharia! e o resto da assistência gritava «boom»!”
José Santos, também conhecido por 'Artilharia', ex-jogador de andebol de sete do SCP, campeão 55/56.
José Santos, também conhecido por 'Artilharia', ex-jogador de andebol de sete do SCP, campeão 55/56.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Ainda os incidentes no jogo da Liga Europa
Processo diciplinar instaurado ao Sporting e ao Atlético de Madrid. Vamos ver quanto nos vai custar a brincadeira.
E vamos ver se, em qualquer caso, se apuram, de uma vez por todas, as responsabilidades, sobretudo as internas, em todo este processo.
E vamos ver se, em qualquer caso, se apuram, de uma vez por todas, as responsabilidades, sobretudo as internas, em todo este processo.
sábado, 20 de março de 2010
À rasca
Quando parecia que, apesar dos erros que foram sendo cometidos, o futebol do Sporting caminhava para alguma estabilidade e normalidade, eis que o famoso botão de autodestruição volta a ser usado. O que está a acontecer em torno de Izmailov é completamente inaceitável. Tendo em conta que se trata de um jogador que em três anos não deu origem a um único problema, que em mais do que um momento jogou com problemas físicos, que abdicou de férias para acelerar o processo de recuperação de uma lesão e que finalmente recusou uma transferência para um clube onde iria ganhar quatro vezes mais eu só encontro uma explicação para o que está a acontecer. O Sporting está à rasca de dinheiro, cortesia da mente que resolveu contratar Pongolle, por exemplo, e apenas para nos referirmos à conjuntura. Tendo em conta a escassez a direcção do Sporting negociou o jogador. O jogador não aceitou a transferência. Costinha foi contratado e está a implementar o modelo do Porto do Sporting. Mais do que preparar a próxima época parece ser essencial realizar dinheiro já. Para isso é preciso fazer com que o jogador tenha um ambiente insustentável junto dos adeptos e que queira sair pelo seu próprio pé. Pelos vistos está a ser conseguido. O ambiente insustentável junto dos adeptos não vou alimentar. O Izmailov é um dos melhores de sempre que já passaram pelo Sporting. Tudo isto é inaceitável e um problema sério é tentaram fazer de nós idiotas.
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sexta-feira, 19 de março de 2010
Hooligans de bairro
Sobre os confrontos de ontem, ver as informações contidas no ionline.
Excelente, também, este comentário (concordo com tudo excepto na referência milionária aos clubes ingleses - agora estão mais endividados do que nós).
Sobre isto e após ver o "líder" da juve leo (uma claque legalizada que recebe apoios do Clube) a prestar declarações na televisão, realço as declarações nas quais ele invoca que a guerra estava a correr bem, estavam a dar bem e já havia alguns caídos; tudo o que era espanhol era para abater (quer fossem trogloditas de claques, adeptos pacíficos ou estudantes espanhóis de passagem pelo terminal do campo grande); que os portugueses eram uns heróis que faziam lembrar a história de alguns anos atrás em Aljubarrota; vinham vingar tudo o que os espanhóis fizeram ao povo português (os benfiquistas agradecem) e também o que tinham feito no porto (os portistas agradecem); para finalizar que não iam escapar mulheres e crianças porque os espanhóis tinham feito o mesmo, que ele sabia que era nojento mas que também tinha filhos (ou seja critica a atitude nojenta dos espanhóis e declara-se, a ele, e aos outros nojentos por terem de fazer a mesma nojice).
Igualmente esclarecedor foi o arremesso de pedras e garrafas contra a polícia e os jornalistas (deviam ser todos espanhóis a abater) e o inerente pânico causados em todos aqueles que estavam no interface do campo grande a tentar apanhar os transportes públicos (esses portugueses também devem estar gratos).
A mim não me chocava nada que a Uefa tomasse medidas exemplares. Como anteriormente agiu nos confrontos dentro do estádio, punindo os clubes com penas de suspensão das competições europeias, é hora também de começar a aplicar essas penas para os hooligans que actuam fora dos estádios.
A ser assim, também os clubes já teriam fundamentos para executar a limpeza necessária dentro deles mesmos.
Para finalizar deixo umas notas para os comportamentos acima descritos:
Artigo 297º
Instigação pública a um crime
1 – Quem, em reunião pública, através de meio de comunicação social, por divulgação de escrito ou outro meio de reprodução técnica, provocar ou incitar à prática de um crime determinado é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal.
Artigo 298º
Apologia pública de um crime
Excelente, também, este comentário (concordo com tudo excepto na referência milionária aos clubes ingleses - agora estão mais endividados do que nós).
Sobre isto e após ver o "líder" da juve leo (uma claque legalizada que recebe apoios do Clube) a prestar declarações na televisão, realço as declarações nas quais ele invoca que a guerra estava a correr bem, estavam a dar bem e já havia alguns caídos; tudo o que era espanhol era para abater (quer fossem trogloditas de claques, adeptos pacíficos ou estudantes espanhóis de passagem pelo terminal do campo grande); que os portugueses eram uns heróis que faziam lembrar a história de alguns anos atrás em Aljubarrota; vinham vingar tudo o que os espanhóis fizeram ao povo português (os benfiquistas agradecem) e também o que tinham feito no porto (os portistas agradecem); para finalizar que não iam escapar mulheres e crianças porque os espanhóis tinham feito o mesmo, que ele sabia que era nojento mas que também tinha filhos (ou seja critica a atitude nojenta dos espanhóis e declara-se, a ele, e aos outros nojentos por terem de fazer a mesma nojice).
Igualmente esclarecedor foi o arremesso de pedras e garrafas contra a polícia e os jornalistas (deviam ser todos espanhóis a abater) e o inerente pânico causados em todos aqueles que estavam no interface do campo grande a tentar apanhar os transportes públicos (esses portugueses também devem estar gratos).
A mim não me chocava nada que a Uefa tomasse medidas exemplares. Como anteriormente agiu nos confrontos dentro do estádio, punindo os clubes com penas de suspensão das competições europeias, é hora também de começar a aplicar essas penas para os hooligans que actuam fora dos estádios.
A ser assim, também os clubes já teriam fundamentos para executar a limpeza necessária dentro deles mesmos.
Para finalizar deixo umas notas para os comportamentos acima descritos:
Artigo 297º
Instigação pública a um crime
1 – Quem, em reunião pública, através de meio de comunicação social, por divulgação de escrito ou outro meio de reprodução técnica, provocar ou incitar à prática de um crime determinado é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal.
Artigo 298º
Apologia pública de um crime
E uma nota sobre os estatutos do Sporting Clube de Portugal:
Artigo 14º
(...)
2 - Não podem ser admitidas como sócios as pessoas singulares ou colectivas que tenham contribuído, por comportamentos considerados indignos, para o desprestígio de qualquer instituição desportiva, cultural ou recreativa ou às quais, pelo seu comportamento, não seja reconhecida idoneidade para serem sócios do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL.
Artigo 21º
Os sócios têm por deveres:
(...)
g) manter impecável comportamento moral e disciplinar de forma a não prejudicar os legítimos interesses do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, nomeadamente defendendo e zelando pelo património do Clube;
Artigo 29º
1 – São punidos disciplinarmente os sócios que cometam alguma das seguintes infracções:
(...)
c) proferir expressões ou cometer actos, dentro ou fora das instalações do Clube, ofensivos da moral pública;
2 – As sanções aplicáveis, em conformidade com a gravidade da falta, são as seguintes:
a) admoestação;
b) repreensão registada;
c) suspensão temporária;
d) expulsão.
(...)
Artigo 14º
(...)
2 - Não podem ser admitidas como sócios as pessoas singulares ou colectivas que tenham contribuído, por comportamentos considerados indignos, para o desprestígio de qualquer instituição desportiva, cultural ou recreativa ou às quais, pelo seu comportamento, não seja reconhecida idoneidade para serem sócios do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL.
Artigo 21º
Os sócios têm por deveres:
(...)
g) manter impecável comportamento moral e disciplinar de forma a não prejudicar os legítimos interesses do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, nomeadamente defendendo e zelando pelo património do Clube;
Artigo 29º
1 – São punidos disciplinarmente os sócios que cometam alguma das seguintes infracções:
(...)
c) proferir expressões ou cometer actos, dentro ou fora das instalações do Clube, ofensivos da moral pública;
2 – As sanções aplicáveis, em conformidade com a gravidade da falta, são as seguintes:
a) admoestação;
b) repreensão registada;
c) suspensão temporária;
d) expulsão.
(...)
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violência
Quando é que vamos voltar a ter uma enchente em Alvalade?
Um jogo que foi um tremendo desapontamento, um esforço inútil, um êxtase sem orgasmo, uma perigosíssima pedrada no futuro do Sporting. Se não no futuro longínquo, certamente no futuro imediato.
A derrota nestes oitavos de final da Liga Europa começou a desenhar-se há muito tempo. Não foi esta equipa, nem este treinador, nem sobretudo este público que ditaram este afastamento do Sporting.
Nem o afastamento do Sporting desta competição, ou de todas as outras desta época começou nesta época.
A condição do Sporting é, à partida, a de derrotado e derrotado tem sido.
Querem saber porquê? Porque esta política directiva, espasmódica e casuística, esta orientação miserável que tem sido seguida até hoje, é míope, não respeita o Sporting, os seus sócios, os seus adeptos, os seus símbolos. Vendeu tudo ao diabo do dinheiro. E querem saber outra coisa? Não surtiu efeito, o Sporting continua à rasca financeiramente.
O Sporting andou a ver a bola a bater na trave durante 18 anos, mas viu os seus sócios e adeptos não arredarem nunca pé. Logo que os gurus da gestão do Sporting quiseram "livrar" o Clube dessa contingência, a cada derrota insinua-se mais uma debandada.
Como dizia essa figura trágica do Sporting que é Soares Franco, no lançamento do livro que relata os seus feitos pela voz de um tripeiro de respeitabilidade duvidosa, as vitórias trazem os adeptos ao estádio. Mas, ao contrário do que acontecia no passado, as derrotas agora não nos fazem cerrar fileiras, afastam-nos.
E a partir de hoje, a 18 de Março, em pleno fervilhar da época futebolística, o Sporting vê a sua equipa afastada de todas as competições em que estava envolvido e esta vai certamente (e justamente!) ficar a jogar para cadeiras vazias.
Lá foi a bola bater na trave outra vez.
É preciso uma nova orientação, sem remendos. Isto que nos servem, não serve.
A derrota nestes oitavos de final da Liga Europa começou a desenhar-se há muito tempo. Não foi esta equipa, nem este treinador, nem sobretudo este público que ditaram este afastamento do Sporting.
Nem o afastamento do Sporting desta competição, ou de todas as outras desta época começou nesta época.
A condição do Sporting é, à partida, a de derrotado e derrotado tem sido.
Querem saber porquê? Porque esta política directiva, espasmódica e casuística, esta orientação miserável que tem sido seguida até hoje, é míope, não respeita o Sporting, os seus sócios, os seus adeptos, os seus símbolos. Vendeu tudo ao diabo do dinheiro. E querem saber outra coisa? Não surtiu efeito, o Sporting continua à rasca financeiramente.
O Sporting andou a ver a bola a bater na trave durante 18 anos, mas viu os seus sócios e adeptos não arredarem nunca pé. Logo que os gurus da gestão do Sporting quiseram "livrar" o Clube dessa contingência, a cada derrota insinua-se mais uma debandada.
Como dizia essa figura trágica do Sporting que é Soares Franco, no lançamento do livro que relata os seus feitos pela voz de um tripeiro de respeitabilidade duvidosa, as vitórias trazem os adeptos ao estádio. Mas, ao contrário do que acontecia no passado, as derrotas agora não nos fazem cerrar fileiras, afastam-nos.
E a partir de hoje, a 18 de Março, em pleno fervilhar da época futebolística, o Sporting vê a sua equipa afastada de todas as competições em que estava envolvido e esta vai certamente (e justamente!) ficar a jogar para cadeiras vazias.
Lá foi a bola bater na trave outra vez.
É preciso uma nova orientação, sem remendos. Isto que nos servem, não serve.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Dicas para o jogo com o Atlético de Madrid
Antes do jogo:
Amaciar a garganta com liquido (evitar a cerveja gelada e preferir o vinho tinto ou uma bebida destilada como o Whisky, Gin, Aguardente, Rum ou Vodka).
Durante o jogo levar uma caixa de Halls (ou similar, de preferência mentol-liptus).
Após o jogo, se a rouquidão persistir amaciar a garganta com um chá de limão, juntar uma colher de chá de mel (opcionalmente para quem gostar adicionar à água uma porção de Aguardente ou Vodka).
Amaciar a garganta com liquido (evitar a cerveja gelada e preferir o vinho tinto ou uma bebida destilada como o Whisky, Gin, Aguardente, Rum ou Vodka).
Durante o jogo levar uma caixa de Halls (ou similar, de preferência mentol-liptus).
Após o jogo, se a rouquidão persistir amaciar a garganta com um chá de limão, juntar uma colher de chá de mel (opcionalmente para quem gostar adicionar à água uma porção de Aguardente ou Vodka).
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Simão Sabrosa
sexta-feira, 12 de março de 2010
Será que se enganaram?
Recebi há pouco um sms do Sporting dizendo que para assistir ao jogo com o Atlético, com a minha game box, tenho de pagar € 10,00!
Não se enganaram? No outro jogo com o Everton era € 20,00, nesta eliminatória baixou 50% o preço.
Ou se enganaram e deverei receber outro sms com o preço certo ou então é caso para dizer que finalmente alguém dentro daquele clube começa a ter juízo.
Não se enganaram? No outro jogo com o Everton era € 20,00, nesta eliminatória baixou 50% o preço.
Ou se enganaram e deverei receber outro sms com o preço certo ou então é caso para dizer que finalmente alguém dentro daquele clube começa a ter juízo.
quinta-feira, 11 de março de 2010
As saudades que eu já tinha do quique flores...
e a pena que eu tenho de ele não ter continuado a treinar o benfica!
domingo, 7 de março de 2010
Justiça Poética
Em tempo de contratações sonantes não deixa de engraçado o facto de terem sido Djaló e Saleiro (e não Pongolle) a ajudar a resolver as coisas nestes últimos jogos e que seja Pedro Mendes, contratado depois de os mais sonantes Ruben Micael e Manuel Fernandes terem fugido, um dos esteios da equipa neste momento. Por isso, cada vez que oiço falar nos milhões que vão ser gastos na próxima época estremeço de medo.
terça-feira, 2 de março de 2010
Baixar as guardas
Sem querer parecer um "bota-abaixista" militante --que não sou!--, acho que a vitória sobre o Porto, por muito saborosa e expressiva que possa ser, foi apenas isso: três pontos ganhos num campeonato perdido.
A vitória não deve fazer-nos esquecer o desastre que tem sido esta época, nem as origens deste descalabro. O pior que poderia acontecer aos Sportinguistas seria deixar caír as guardas por um motivo tão fútil e por um êxito tão pouco ambicioso.
E faz parte deste "baixar de guardas" pensar que, por termos ganho ao Porto, acabaram os problemas. Não acabaram, nem vão acabar enquanto se mantiver a orientação actual.
Se os sportinguistas se deixarem comprar por uma mísera vitória contra um Porto de segunda, então está o caldo entornado.
E, já agora, a proósito das declarações do Carvalhal, pode ele ficar estar descansado. Pelo menos pelo meu lado, não o considero vilão por ganhar apenas de dois em dois meses, nem passa a herói quando ganha um jogo depois de sete jogos sem ver o padeiro...
A vitória não deve fazer-nos esquecer o desastre que tem sido esta época, nem as origens deste descalabro. O pior que poderia acontecer aos Sportinguistas seria deixar caír as guardas por um motivo tão fútil e por um êxito tão pouco ambicioso.
E faz parte deste "baixar de guardas" pensar que, por termos ganho ao Porto, acabaram os problemas. Não acabaram, nem vão acabar enquanto se mantiver a orientação actual.
Se os sportinguistas se deixarem comprar por uma mísera vitória contra um Porto de segunda, então está o caldo entornado.
E, já agora, a proósito das declarações do Carvalhal, pode ele ficar estar descansado. Pelo menos pelo meu lado, não o considero vilão por ganhar apenas de dois em dois meses, nem passa a herói quando ganha um jogo depois de sete jogos sem ver o padeiro...
segunda-feira, 1 de março de 2010
Aquele nó
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Viva o Sporting
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Do Norte para o Sul de Inglaterra
Jim Riordan escreve sobre a falência do Portsmouth.
A football club is far more than those that run and ruin it. The club represent the community, thousands upon thousands of fans throughout the world. Like virtually no other club, Pompey embodies the passion, hopes and companionship of a tight-knit, working-class community that regards the club as theirs. In desperation, these real fans sing "Portsmouth till I die!" and "Please don't take my Portsmouth away". So when the FA does FA for FA (Fans Always), remember that we will not let our club die.
Para quem não sabe, Jim Riordan é uma daquelas personagens que talvez só século XX pudesse ter inventado. Uma personagem se não tão brilhante como o nosso Cândido de Oliveira, pelo menos com uma vida igualmente atribulada e incrivelmente rica. Riordan foi o primeiro europeu do lado de cá da cortina de ferro a jogar na Rússia, no Spartak de Moscovo. Embora não tenha jogado muito, dado que estava na Rússia também por outros motivos. Tornou-se historiador do desporto, tendo publicado numerosas obras sobre a história do futebol russo e sobre futebol e relações internacionais. Escreveu também o Match of Death. Um livro sobre um jogo que decorreu em 1941 na Ucrânia invadida pelos Nazis. Um jogo onde o futebol não era, como diria Shankly, mais importante que a vida ou a morte. Era mesmo, literalmente, uma questão de vida ou morte. Esteve em Lisboa em 2006 para uma conferência e é maluquinho pelo Portsmouth.
A football club is far more than those that run and ruin it. The club represent the community, thousands upon thousands of fans throughout the world. Like virtually no other club, Pompey embodies the passion, hopes and companionship of a tight-knit, working-class community that regards the club as theirs. In desperation, these real fans sing "Portsmouth till I die!" and "Please don't take my Portsmouth away". So when the FA does FA for FA (Fans Always), remember that we will not let our club die.
Para quem não sabe, Jim Riordan é uma daquelas personagens que talvez só século XX pudesse ter inventado. Uma personagem se não tão brilhante como o nosso Cândido de Oliveira, pelo menos com uma vida igualmente atribulada e incrivelmente rica. Riordan foi o primeiro europeu do lado de cá da cortina de ferro a jogar na Rússia, no Spartak de Moscovo. Embora não tenha jogado muito, dado que estava na Rússia também por outros motivos. Tornou-se historiador do desporto, tendo publicado numerosas obras sobre a história do futebol russo e sobre futebol e relações internacionais. Escreveu também o Match of Death. Um livro sobre um jogo que decorreu em 1941 na Ucrânia invadida pelos Nazis. Um jogo onde o futebol não era, como diria Shankly, mais importante que a vida ou a morte. Era mesmo, literalmente, uma questão de vida ou morte. Esteve em Lisboa em 2006 para uma conferência e é maluquinho pelo Portsmouth.
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Mais uma boa notícia
A maré não pára de encher. Apesar de o Mãos ao Ar estar fechado há algumas semanas, ainda vou lá com regularidade para ter a certeza de que acabou mesmo. Hoje ficámos a saber que o Bulhão vai andar pelo Bola na Rede B. B de Bulhão, certamente.
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De volta à base
É certo que andamos todos nas nuvens: bom jogo, vitória, Yannick a conseguir fazer recepções de bola, o Izmailov que fica (que grande notícia), o Costinha que pode eventualmente correr bem...enfim, estão a ser dois ou três dias sem desastres, acidentes ou catástrofes. Ainda assim, vale a pena ler a notícia sobre o protesto dos adeptos do Manchester United amanhã, no contexto da final da Taça da Liga contra o Aston Villa. Mesmo com o tricampeonato e duas finais e uma vitória na Liga dos Campeões os adeptos do United contestam a gestão do seu clube. O plano é tentar transformar a empresa num clube desportivo. Amanhã a maior parte dos adeptos do MU presentes no estádio vão levar cachecóis verdes e amarelos, uma alusão ao Newton Heath, um clube formado por trabalhadores dos caminhos de ferro que esteve na origem do Manchester United. De volta à base.

It will, surely, be the first time in football history that fans choose a showpiece final to protest en masse against their club's owners, and that signifies the remarkably educated nature of this United fans' campaign. The half-hearted argument that they have nothing to demonstrate about given three Premier League championships, a Champions League trophy and now yet another Wembley final since the Glazers bought the club in 2005, is having no impact.

It will, surely, be the first time in football history that fans choose a showpiece final to protest en masse against their club's owners, and that signifies the remarkably educated nature of this United fans' campaign. The half-hearted argument that they have nothing to demonstrate about given three Premier League championships, a Champions League trophy and now yet another Wembley final since the Glazers bought the club in 2005, is having no impact.
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Projecto Roquette
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Vitória, goleada e nota artística
Melhor do que a melhor exibição de sempre do Yannik desde os treinos de captação...
melhor do que o soberbo passe do Saleiro para o soberbo golo do MVeloso...
melhor do que a sublime finta do Mati (eu sei mas tá calado!, o Mati, pra todos os efeitos nunca se engana!)...
***
acho que é a primeira vez que a vejo no futebol de topo. Não percebo porque quase nenhum criativo a utiliza. Tecnicamente é complicado mas com prática torna-se fácil, ao contrário da maioria dos outros malabarismos no futebol.
A execução depende de dois factores: a) duma situação de jogo em que, pelas costas e não muito longe do detentor da bola, apareça um colega, solto, e do lado oposto ao do 'melhor pé'; b) da sincronização com a manha (o simulacro com a cabeça e o corpo). Como outros gestos "exclusivistas", trata-se de uma aposta de risco e é por um triz que a finta não sai furada. Por exemplo, o tropeção. No início, pode ser mesmo essa a primeira sensação do defesa que, iludido, manda às urtigas a hermenêutica da desconfiança com que se encara um nº10 e cai direitinho na ratoeira. Porém, com a distância entre os dois pés demasiado curta corre-se o risco de ficar com 'bola presa'. Com uma boa dose de energia cinética dada pelo calcanhar, acaba-se por ir ao chão. No caso de Matigolaço, foi o oposto: a perna de trás já demaiado afastada fez com que a trajectória da 'tabelinha' saisse com peso e medida errados. Ao invés de acompanhar paralelamente a direcção e velocidade do jogador, a bola afastou-se para esquerda e um tudo de nada rápida demais. Nada que Matigolaço não soubesse resolver: o contra-arraque, o suave picar desviado, o salto felino e o toma lá disto que eu preciso dir fazer uma chamadinha. Foi o bolo em cima da ginja.
***
... melhor que tudo isto, o Izmailov fica entre nós. спасибо!
melhor do que o soberbo passe do Saleiro para o soberbo golo do MVeloso...
melhor do que a sublime finta do Mati (eu sei mas tá calado!, o Mati, pra todos os efeitos nunca se engana!)...
***
acho que é a primeira vez que a vejo no futebol de topo. Não percebo porque quase nenhum criativo a utiliza. Tecnicamente é complicado mas com prática torna-se fácil, ao contrário da maioria dos outros malabarismos no futebol.
A execução depende de dois factores: a) duma situação de jogo em que, pelas costas e não muito longe do detentor da bola, apareça um colega, solto, e do lado oposto ao do 'melhor pé'; b) da sincronização com a manha (o simulacro com a cabeça e o corpo). Como outros gestos "exclusivistas", trata-se de uma aposta de risco e é por um triz que a finta não sai furada. Por exemplo, o tropeção. No início, pode ser mesmo essa a primeira sensação do defesa que, iludido, manda às urtigas a hermenêutica da desconfiança com que se encara um nº10 e cai direitinho na ratoeira. Porém, com a distância entre os dois pés demasiado curta corre-se o risco de ficar com 'bola presa'. Com uma boa dose de energia cinética dada pelo calcanhar, acaba-se por ir ao chão. No caso de Matigolaço, foi o oposto: a perna de trás já demaiado afastada fez com que a trajectória da 'tabelinha' saisse com peso e medida errados. Ao invés de acompanhar paralelamente a direcção e velocidade do jogador, a bola afastou-se para esquerda e um tudo de nada rápida demais. Nada que Matigolaço não soubesse resolver: o contra-arraque, o suave picar desviado, o salto felino e o toma lá disto que eu preciso dir fazer uma chamadinha. Foi o bolo em cima da ginja.
***
... melhor que tudo isto, o Izmailov fica entre nós. спасибо!
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Izmailov,
Liga Europa 09/10,
Matias Fernandez,
Nota artística
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Aproveitar a crise
Um dos candidatos que disputa a eleição à presidência do Vitória de Guimarães declara que pretende levar o clube a emparelhar com os "grandes". Mas não se contenta em ser o "quarto" grande do futebol português. Pinto Brasil, assim se chama o candidato, diz que quer aproveitar a crise do Sporting para ocupar o terceiro lugar entre a elite dos clubes portugueses.
As palavras dos candidatos, já se sabe, valem o que valem. Mas...
A gente lê isto, engole em seco, tenta imaginar o cenário e admite a possibilidade.
A gente lê isto e diz, para si, que tudo indica que sim, que o candidato à presidência do Guimarães não está longe da realidade.
A gente lê isto e procura uma explicação para a verosimilidade do cenário.
A gente lê isto e interroga que medidas seria possível tomar para que uma situação destas nunca ocorra.
A gente lê isto e pensa no absurdo.
A gente lê isto, olha à sua volta, e sente-se impotente para travar o que parece inevitável.
A gente lê isto e pensa neste processo de extinção que vai decorrendo, obsceno e imparável, perante o nosso próprio olhar.
E a gente pergunta: estes gajos estão-nos a foder e nós a ver? É isto que se está a passar neste momento com este bando de impotentes em que se tornou o Sporting?
A quem mais irá aproveitar a crise?
As palavras dos candidatos, já se sabe, valem o que valem. Mas...
A gente lê isto, engole em seco, tenta imaginar o cenário e admite a possibilidade.
A gente lê isto e diz, para si, que tudo indica que sim, que o candidato à presidência do Guimarães não está longe da realidade.
A gente lê isto e procura uma explicação para a verosimilidade do cenário.
A gente lê isto e interroga que medidas seria possível tomar para que uma situação destas nunca ocorra.
A gente lê isto e pensa no absurdo.
A gente lê isto, olha à sua volta, e sente-se impotente para travar o que parece inevitável.
A gente lê isto e pensa neste processo de extinção que vai decorrendo, obsceno e imparável, perante o nosso próprio olhar.
E a gente pergunta: estes gajos estão-nos a foder e nós a ver? É isto que se está a passar neste momento com este bando de impotentes em que se tornou o Sporting?
A quem mais irá aproveitar a crise?
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Sporting Corporate de Portugal
N'O Jogo de hoje:
"Futebol em ambiente de luxo
O Sporting Clube de Portugal lançou esta época um novo espaço na área Corporate do estádio - o Lounge Corporate. O conceito é simples: permitir aos parceiros Corporate expor as suas marcas através da oferta de produtos ou experiências a todos os convidados com acesso ao Lounge. Paralelamente, o espaço é animado em todos os jogos com DJ e com acções temáticas. Quem tiver acesso a esta área exclusiva em dia de jogo, pode, para além do serviço de catering incluído, usufruir de uma massagem, ou da oferta de produtos de cosmética, gelados, cerveja, café, ou mesmo ganhar um fim-de-semana num hotel de 5 estrelas ou uma peça Sporting autografada pelo plantel.
O objectivo do Sporting é claro: dinamizar as áreas Corporate de forma a cumprir um dos pilares estratégicos assumidos: fomentar o networking entre as empresas e os seus profissionais presentes no Corporate [...].
O Lounge Corporate é já um sucesso entre as empresas com camarote naquela zona, de tal forma que o Sporting está a estudar a implementação de um conceito semelhante nas áreas poente do estádio."
É certo que o comum dos mortais que domine apenas a língua portuguesa terá dificuldades em lidar com a linguagem técnica aplicada, mas é deveras interessante perceber esta nova visão do que pode ser um adepto fervoroso do Sporting. Nada de roer as unhas, de berraria, de passar horas nas roulotes a encher o bucho de bifana e cerveja: o novo adepto, o adepto corporate que estimula o networking, é o tipo que vê(?) um jogo enquanto recebe massagens, ouve um DJ set e bebe um gin tónico.
O estádio, por sua vez, transforma-se em entreposto de negócios (perdão, business center), com os camarotes como centro vital (corrijo, com um dinamismo box centered) e rodeado por uma moldura capaz de suscitar aos corporate agents as mais elevadas erupções estéticas: lá em baixo, lá longe, próximo do ambiente fétido da populaça, 22 marmanjos praticam um desporto assemelhado ao pólo, infelizmente sem cavalos, e entre a lagosta e a massagem, tanta coisa curiosa haverá para ver enquanto se assina mais um contrato.
Nesta lógica toda, só não percebo como se descura o pormenor de assegurar que os figurantes da bancada estarão presentes. Por exemplo, amanhã, com os preços anunciados para o jogo com o Everton, corre-se o risco de arreliar a nação corporate: onde estará o povo que ela, à devida distância, tanto gosta de observar nos seus entusiasmos tocantes e nas suas patuscas indignações? Um pormenor a rever pela direcção do Sporting Corporate de Portugal.
"Futebol em ambiente de luxo
O Sporting Clube de Portugal lançou esta época um novo espaço na área Corporate do estádio - o Lounge Corporate. O conceito é simples: permitir aos parceiros Corporate expor as suas marcas através da oferta de produtos ou experiências a todos os convidados com acesso ao Lounge. Paralelamente, o espaço é animado em todos os jogos com DJ e com acções temáticas. Quem tiver acesso a esta área exclusiva em dia de jogo, pode, para além do serviço de catering incluído, usufruir de uma massagem, ou da oferta de produtos de cosmética, gelados, cerveja, café, ou mesmo ganhar um fim-de-semana num hotel de 5 estrelas ou uma peça Sporting autografada pelo plantel.
O objectivo do Sporting é claro: dinamizar as áreas Corporate de forma a cumprir um dos pilares estratégicos assumidos: fomentar o networking entre as empresas e os seus profissionais presentes no Corporate [...].
O Lounge Corporate é já um sucesso entre as empresas com camarote naquela zona, de tal forma que o Sporting está a estudar a implementação de um conceito semelhante nas áreas poente do estádio."
É certo que o comum dos mortais que domine apenas a língua portuguesa terá dificuldades em lidar com a linguagem técnica aplicada, mas é deveras interessante perceber esta nova visão do que pode ser um adepto fervoroso do Sporting. Nada de roer as unhas, de berraria, de passar horas nas roulotes a encher o bucho de bifana e cerveja: o novo adepto, o adepto corporate que estimula o networking, é o tipo que vê(?) um jogo enquanto recebe massagens, ouve um DJ set e bebe um gin tónico.
O estádio, por sua vez, transforma-se em entreposto de negócios (perdão, business center), com os camarotes como centro vital (corrijo, com um dinamismo box centered) e rodeado por uma moldura capaz de suscitar aos corporate agents as mais elevadas erupções estéticas: lá em baixo, lá longe, próximo do ambiente fétido da populaça, 22 marmanjos praticam um desporto assemelhado ao pólo, infelizmente sem cavalos, e entre a lagosta e a massagem, tanta coisa curiosa haverá para ver enquanto se assina mais um contrato.
Nesta lógica toda, só não percebo como se descura o pormenor de assegurar que os figurantes da bancada estarão presentes. Por exemplo, amanhã, com os preços anunciados para o jogo com o Everton, corre-se o risco de arreliar a nação corporate: onde estará o povo que ela, à devida distância, tanto gosta de observar nos seus entusiasmos tocantes e nas suas patuscas indignações? Um pormenor a rever pela direcção do Sporting Corporate de Portugal.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Jornal do incrível
Leio mas não acredito. A sucessão de disparates tem um novo ponto alto. Compram-se jogadores medíocres pagos a preços de véspera de Natal e depois afinal vai-se a ver e não há cheta. Então, e para construir uma equipa competitiva no próximo ano, trata de vender a preço de fim de saldos e segunda baixa de preços um dos três ou quatros jogadores de real e indiscutível qualidade do plantel. Não só um jogador consistente e regular mas um tipo porreiro. Em relação a jogadores como Izmailov, Liedson, Moutinho ou Carriço deixei de ter ao longo destes meses qualquer problema em deixá-los sair caso assim o entendam. Estilo carta de foral. É complicado para gente decente viver no meio daquela bandalheira. Portanto, se Izmailov quer sair não vou impedir. Como dizia um amigo no dia da goleada com o Porto: "O Izmailov não merece o que lhe está a acontecer". E você, caro leitor, troca um Izmailov por um pacote com Pongolle e João Pereira e uma dívida de 3,5 milhões?
O Izmailov é isto:
"Estou muito impressionado com a atitude dos adeptos e, em verdade, não fiz nada de especial para merecer isto."
"No Lokomotiv também tive sempre boas relações com os fãs e recebi muitas cartas. Mas lá era alguém da casa, enquanto aqui sou um estrangeiro. Por isso, é que este apoio é tão tocante".
Por uma vez, um jogador faz um elogio genuíno aos adeptos, para lá das tiradas de ocasião extraordinariamente irritantes do Salema, e a primeira coisa que a direcção (?) do clube faz é por o homem no mercado. Por mim, despachem logo também os outros três e acabem de vez com a nossa agonia.
O Sporting hoje é isto, e nada mais do que isto:
A urgência do Sporting em concretizar um encaixe financeiro significativo legitima a inflexão na recusa da proposta de seis milhões de euros do Lokomotiv de Moscovo por Izmailov, declinada em Janeiro, mas entretanto entendida como viável pelos responsáveis da SAD leonina para que a transferência do influente médio russo se consuma.
O Izmailov é isto:
"Estou muito impressionado com a atitude dos adeptos e, em verdade, não fiz nada de especial para merecer isto."
"No Lokomotiv também tive sempre boas relações com os fãs e recebi muitas cartas. Mas lá era alguém da casa, enquanto aqui sou um estrangeiro. Por isso, é que este apoio é tão tocante".
Por uma vez, um jogador faz um elogio genuíno aos adeptos, para lá das tiradas de ocasião extraordinariamente irritantes do Salema, e a primeira coisa que a direcção (?) do clube faz é por o homem no mercado. Por mim, despachem logo também os outros três e acabem de vez com a nossa agonia.
O Sporting hoje é isto, e nada mais do que isto:
A urgência do Sporting em concretizar um encaixe financeiro significativo legitima a inflexão na recusa da proposta de seis milhões de euros do Lokomotiv de Moscovo por Izmailov, declinada em Janeiro, mas entretanto entendida como viável pelos responsáveis da SAD leonina para que a transferência do influente médio russo se consuma.
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