domingo, 13 de dezembro de 2009
Parabéns à equipa fundadora da última roulote
O A última roulote encerra em si mesmo todo o espírito que me levou a escrever em blogues sobre o Sporting. Hoje num belo jantar conseguiu manter a perspectiva e a divergência. Mesmo numa noite de desgraça para o nosso Sporting! Por isso hoje as palavras têm que ser dirigidas a quem consegue manter a chama viva!
sábado, 12 de dezembro de 2009
Metaroulote
Só agora é que percebi que A Última Roulote já fez dois anos no passado dia 5. Eu estava convencido que era no dia 14 e a propósito disso até temos marcado um jantar comemorativo logo à noite, depois de um raro jogo numa tarde de fim-de-semana. Não me apetece falar das lutas que travámos de forma mais ou menos obsessiva ao longo dos últimos dois anos, nem de nos fazer o elogio ou a autocrítica. Mas, num raro (espero) momento de lamechice, gostaria de sublinhar duas conquistas que me deixam orgulhoso e à boleia disso contribuir para uma história da blogosfera leonina.
A fonte de inspiração para este blogue foi o saudoso e desaparecido King Lizards. Eu e o Paulinho tínhamos conversas mais ou menos intermináveis sobre o projecto Roquette e a gestão do clube e achávamos que estávamos mais ou menos sozinhos no mundo. Entretanto a rede foi-se alargando e as pessoas que iam à bola connosco também passaram a apanhar com a SAD em mais conversas intermináveis. Pensávamos, porém, ainda que estávamos sozinhos no mundo, até que um dia, já não sei bem como, dou de caras com o King Lizards. Aquilo era A cena. Afinal havia mais alguém no mundo que partilhava as nossas dores e líamos aquilo de forma absolutamente deslumbrada. Mandávamos links uns aos outros por mail e tal e especulávamos sobre quem seriam aqueles gajos. Nessa altura escrevia num outro blogue, que não era só sobre futebol (como este também não é, embora de forma diferente) e um dia ganhei coragem para deixar um comentário num post, já não sei bem sobre o quê. Para meu espanto o Master Lizard transforma o comentário num post autónomo. Foi aí que percebi que poderíamos ter algo a dizer à lagartagem. Daí até à criação do blogue passaram uns meses. Uns meses depois da criação da Roulote conhecemos o pessoal dos King Lizards, pessoal jovem de outra geração, e também da nossa, por quem os anos não passaram. O primeiro jantar com o Master Lizard foi um momento épico: foi no dia dos 5-3. Hoje alguns deles escrevem aqui e são nossos amigos. Respect!
Um segundo motivo de orgulho é que finalmente já temos um link no Mãos ao Ar. Foi uma das minhas frituras menores (e maiores) ao longo deste tempo: - "Então o Bulhão não nos linka porquê?"
Já está!
A fonte de inspiração para este blogue foi o saudoso e desaparecido King Lizards. Eu e o Paulinho tínhamos conversas mais ou menos intermináveis sobre o projecto Roquette e a gestão do clube e achávamos que estávamos mais ou menos sozinhos no mundo. Entretanto a rede foi-se alargando e as pessoas que iam à bola connosco também passaram a apanhar com a SAD em mais conversas intermináveis. Pensávamos, porém, ainda que estávamos sozinhos no mundo, até que um dia, já não sei bem como, dou de caras com o King Lizards. Aquilo era A cena. Afinal havia mais alguém no mundo que partilhava as nossas dores e líamos aquilo de forma absolutamente deslumbrada. Mandávamos links uns aos outros por mail e tal e especulávamos sobre quem seriam aqueles gajos. Nessa altura escrevia num outro blogue, que não era só sobre futebol (como este também não é, embora de forma diferente) e um dia ganhei coragem para deixar um comentário num post, já não sei bem sobre o quê. Para meu espanto o Master Lizard transforma o comentário num post autónomo. Foi aí que percebi que poderíamos ter algo a dizer à lagartagem. Daí até à criação do blogue passaram uns meses. Uns meses depois da criação da Roulote conhecemos o pessoal dos King Lizards, pessoal jovem de outra geração, e também da nossa, por quem os anos não passaram. O primeiro jantar com o Master Lizard foi um momento épico: foi no dia dos 5-3. Hoje alguns deles escrevem aqui e são nossos amigos. Respect!
Um segundo motivo de orgulho é que finalmente já temos um link no Mãos ao Ar. Foi uma das minhas frituras menores (e maiores) ao longo deste tempo: - "Então o Bulhão não nos linka porquê?"
Já está!
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a última roulote é mesmo fixe
Ainda Horta e Costa ou é tudo gente respeitável
Um desses 16 arguidos chama-se Carlos Horta e Costa. Foi secretário-geral do PSD durante a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa. Foi nomeado presidente dos CTT em 2002, por decisão de Durão Barroso. Mas como, ao contrário de Armando Vara, Carlos Horta e Costa não nasceu em Vilar de Ossos, nem foi caixa de banco, nem almoça (I Presume!) com sucateiros, os media tratam-no como deviam tratar toda a gente: com respeito. Nada contra.
Lembrar a quem não se lembra: os edifícios em pauta foram vendidos sem concurso público, por decisão de Manuela Ferreira Leite, então ministra das Finanças. O de Lisboa estava avaliado em 20 milhões de euros, mas foi vendido por 12,5 milhões (o governo de Barroso queria receitas extraordinárias); o de Coimbra, que se vê na imagem, estava avaliado em 28,4 milhões de euros quando foi vendido duas vezes no mesmo dia: de manhã por 14,8 milhões, à tarde por 20 milhões. Quem denunciou a banhada foi o advogado António Marinho Pinto.
Lembrar a quem não se lembra: os edifícios em pauta foram vendidos sem concurso público, por decisão de Manuela Ferreira Leite, então ministra das Finanças. O de Lisboa estava avaliado em 20 milhões de euros, mas foi vendido por 12,5 milhões (o governo de Barroso queria receitas extraordinárias); o de Coimbra, que se vê na imagem, estava avaliado em 28,4 milhões de euros quando foi vendido duas vezes no mesmo dia: de manhã por 14,8 milhões, à tarde por 20 milhões. Quem denunciou a banhada foi o advogado António Marinho Pinto.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
À margem
Nos CTT auditaram-no. A Horta e Costa e C&ª. Um dos ex-administradores da 1ª geração Roquette, acusado oficialmente de administração danosa. Ainda há um mês e picos tinha vindo à estampa por outras contas e agora só lhe faltava mais esta.
Nada de realmente surpreendente pra quem já acompanhava o assunto aqui.
Daqui a um mês é a vez julgamento do ex.dirigente do SCP, Godinho Lopes. A Expo também o auditou.
Nada de realmente surpreendente pra quem já acompanhava o assunto aqui.
Daqui a um mês é a vez julgamento do ex.dirigente do SCP, Godinho Lopes. A Expo também o auditou.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
"Violentia"
Para quem acha que o futebol é uma coisa de homens de barba dura...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Dar música ao Sporting
Volvidos 17 anos o clube preferido do Zico a seguir ao Sporting (ou ao contrário) conquista novamente o grande troféu brasileiro. Oportunidade para partilhar convosco três momentos musicais enquanto me pergunto porque raio ao Sporting só nos calha o Miguel Ângelo? Bom.., salve-nos a Mª J. Valério! De resto, tirando o rap-intervenção do Valete (e a resposta do FdÓ aKa MC27), porque será que com tanto artista doente pelo Sporting não se lhes vislumbram nem uma rimazinha sobre o clube? Têm medo que os lampiões boicotem os discos?! Têm medo dos críticos alérgicos à bola? retira-lhes o glamour ou a seriedade? Já imaginaram o Sérgio Godinho a cantar 'Domingo (não adormeci) no estádio' auxiliado nas vozes pelo rancho foclórico de Parambos? ou o Carlos do Carmo a interpretar 'Liedson, levezinho e moço'? (Eu não estou a brincar. A Orquestra Sinfónica do Brasil já tocou cânticos das maiores torcidas). Sabemos que os tempos não são dos mais inspiradores mas o reportório nacional está feito de tristeza e melancolia; e, além disso, qualquer música de tons verde-e-branco será sempre melhor do que ter de começar a torcer pelo Braga no infortúnio (tic!tic!tic!) do Carvalhal não ganhar todos os jogos que faltam até ao fim do campeonato. Fica a interrogação e fica também:
'samba rubo-negro', de João Nogueira
'samba rubo-negro', de João Nogueira
...e com 'Conscachá Filmará (Magnífico)' de Arnaud Rodrigues (dêm-lhe com o rato no link)
Mas nem tudo é Fla... o Fluminense, após um campeonato miserável, onde os adeptos chegaram a colocar à venda na net o ex-benfiquista EdCarlos, à última jornada, aguentou-se na primeira divisão. Saíram os dois a cantar
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domingo, 6 de dezembro de 2009
O clube dos simpatizantes
O clube de carnide volta à carga com a cantilena dos seis milhões. Mas que desta vez, segundo um - e passo a citar desta vez sem me mijar a rir - estudo independente
ora, como dizia eu ainda agora antes de me ir limpar à casa de banho, eles são agora 14 milhões. Na verdade afinal são só 5 milhões em Portugal, mas como a notícia não podia ser dada assim do pé prá pata, toca de dizer que 'somos 14 milhões' contaminados pelo mundo.
Sabemos que esta laracha dos 6/14 milhões é um mal necessário. Sem ela a massa adepta lampiã esvaziava-se num instante. Assim, lá vão eles enchendo o peito para ter forças e se irem aguentando agarrados à sua identidade decadente.
O único estudo recente independete (nem que seja por se saber quem o fez) que conheço é este. Aqui se afirma que os benfiquistas não passam dos 2,2 milhões cá dentro (o SCP terá metade) e 700 mil na Europa (igual ao SCP). Este estudo parte de uma premissa fundamental que é saber quem é de facto adepto, i.e. só quem se interessa minimamente por bola ou desporto é que é um adepto. O resto são tristes inevitabilidades de um país bruto e bi-macrocéfalo .
Quando era mais puto tinha a teoria de que o benfas era o clube dos simpatizantes. A sensação de que quem era do Sporting era mesmo! Não podia viver uma vida sem o clube dentro dela. Não que não houvesse a mesma paixão do outro lado. Isso, infelizmente pra todos, há. Acontece que a percentagem daqueles que nunca viam um jogo de bola ou para quem 'o Vinha' era um terreno agrícola pronunciado por um filho de emigrante, era sempre muito maior no lado galináceo da nação. Este estudo vem corroborar a minha teoria. A avó, o carlos da mercearia, etc., são do benfica por simpatia. Esta gerou-se não pela vivência e identificação mas por mecanismo de comodidade. Já pensaram no martírio que era pra quem não gostava de futebol, dizer que não tinha clube? Em casa levava uma chapada, na rua ia brincar aos médicos, e no trabalho era ostracizado. Não dava.. a solução encontrada era responder com um falso sorriso "Sou do benfica"; e pronto, uma vez dentro do anonimato lampiónico, cessavam-se as interprelações e a vida continuava na paz do senhor.
Hoje, ao ligarem pra casa duma pessoa e lhe perguntarem por que clube torce, só há duas maneiras de saber se ela é verdadeiramente adepta ou não. Uma é perguntar-lhe directamente. Mas para quem não está para isso ainda há outra. Se não for, muito provavelmente responderá "sou do benfica". Mas, desta feita, sem um sorriso nos lábios.
ora, como dizia eu ainda agora antes de me ir limpar à casa de banho, eles são agora 14 milhões. Na verdade afinal são só 5 milhões em Portugal, mas como a notícia não podia ser dada assim do pé prá pata, toca de dizer que 'somos 14 milhões' contaminados pelo mundo.
Sabemos que esta laracha dos 6/14 milhões é um mal necessário. Sem ela a massa adepta lampiã esvaziava-se num instante. Assim, lá vão eles enchendo o peito para ter forças e se irem aguentando agarrados à sua identidade decadente.
O único estudo recente independete (nem que seja por se saber quem o fez) que conheço é este. Aqui se afirma que os benfiquistas não passam dos 2,2 milhões cá dentro (o SCP terá metade) e 700 mil na Europa (igual ao SCP). Este estudo parte de uma premissa fundamental que é saber quem é de facto adepto, i.e. só quem se interessa minimamente por bola ou desporto é que é um adepto. O resto são tristes inevitabilidades de um país bruto e bi-macrocéfalo .
Quando era mais puto tinha a teoria de que o benfas era o clube dos simpatizantes. A sensação de que quem era do Sporting era mesmo! Não podia viver uma vida sem o clube dentro dela. Não que não houvesse a mesma paixão do outro lado. Isso, infelizmente pra todos, há. Acontece que a percentagem daqueles que nunca viam um jogo de bola ou para quem 'o Vinha' era um terreno agrícola pronunciado por um filho de emigrante, era sempre muito maior no lado galináceo da nação. Este estudo vem corroborar a minha teoria. A avó, o carlos da mercearia, etc., são do benfica por simpatia. Esta gerou-se não pela vivência e identificação mas por mecanismo de comodidade. Já pensaram no martírio que era pra quem não gostava de futebol, dizer que não tinha clube? Em casa levava uma chapada, na rua ia brincar aos médicos, e no trabalho era ostracizado. Não dava.. a solução encontrada era responder com um falso sorriso "Sou do benfica"; e pronto, uma vez dentro do anonimato lampiónico, cessavam-se as interprelações e a vida continuava na paz do senhor.
Hoje, ao ligarem pra casa duma pessoa e lhe perguntarem por que clube torce, só há duas maneiras de saber se ela é verdadeiramente adepta ou não. Uma é perguntar-lhe directamente. Mas para quem não está para isso ainda há outra. Se não for, muito provavelmente responderá "sou do benfica". Mas, desta feita, sem um sorriso nos lábios.
sábado, 5 de dezembro de 2009
O treinador em 91/92 ou o balneário
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
África do Sul 2010
Grupo de Portugal: G
Brasil
Coreia do Norte
Costa do Marfim
Portugal
Restantes Grupos:
A
África do Sul
México
Uruguai
França
B
Argentina
Nigéria
Coreia do Sul
Grécia
C
Inglaterra
Estados Unidos da América
Argélia
Eslovénia
D
Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana
E
Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões
F
Itália
Paraguai
Nova Zelândia
Eslováquia
H
Espanha
Suíça
Honduras
Chile
Parece-me que temos obrigação de garantir o 2º lugar.
Jogamos primeiro com a Costa do Marfim, depois com a Coreia do Norte e no fim, se tudo correr com normalidade jogamos com o Brasil já apurados.
Tivemos sorte dentro do azar.
Brasil
Coreia do Norte
Costa do Marfim
Portugal
Restantes Grupos:
A
África do Sul
México
Uruguai
França
B
Argentina
Nigéria
Coreia do Sul
Grécia
C
Inglaterra
Estados Unidos da América
Argélia
Eslovénia
D
Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana
E
Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões
F
Itália
Paraguai
Nova Zelândia
Eslováquia
H
Espanha
Suíça
Honduras
Chile
Parece-me que temos obrigação de garantir o 2º lugar.
Jogamos primeiro com a Costa do Marfim, depois com a Coreia do Norte e no fim, se tudo correr com normalidade jogamos com o Brasil já apurados.
Tivemos sorte dentro do azar.
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Insane in the brain
O delírio e a loucura continuam a ter lugar cativo em Alvalade. De entre os muitos episódios que marcam o quotidiano do clube não consigo ainda identificar um padrão que nos indique se vamos ou não no bom caminho. Izmailov está de volta. É o regresso do jogador mais consistente, profissional e talvez mesmo mais criativo do plantel. Só não digo o mais versátil porque aí encontra concorrência de Miguel Veloso (já lá vamos) e João Moutinho. Soijkovic também foi integrado na convocatória, o que parece ser mais um sinal do modus operandi de Carvalhal neste seu início de Sporting. Parece que o homem está a contar com a vingança de alguns dos ostracizados por Paulo Bento (ainda não começou a resultar a revolta). Finalmente, a integração de Rabiu Ibrahim no plantel. O que se tem passado com o jovem é uma vergonha e o próprio empresário do jogador, que tem dado ao Sporting toda a prioridade nas negociações, já veio dizer que o Paulo Bento não sabia o que fazia. No plano táctico não posso deixar de destacar a segurança nas bolas paradas defensivas, com o fim da marcação homem a homem e a implementação de uma marcação há zona. Uma outra inovação táctica parece ser, como agora se diz, o bloco defensivo mais subido. Ao longo de toda a partida de hoje a equipa tentou pressionar o adversário logo à saída da sua área e e a defesa esteve bastas vezes colada à linha de meio-campo. Respect.
A demência, porém, também tem bilhete de época. A coisa mais irritante no futebol do Sporting é a obstinação de João Moutinho em marcar as bolas paradas. Já se percebeu que para aquilo o moço não tem jeito e mesmo quando o Matias se tenta timidamente chegar ao pé da bola o Moutinho arma-se em cagão e despacha o Matias, esse sim um verdadeiro especialista. Por outro lado, e ao contrário do que se diz na vizinhança, não assistimos hoje a um regresso do losângulo, infelizmente. A questão das tácticas tem muito pouco que ver com desenhos calcificados, e nem mesmo nesse plano hoje tivemos losângulo. Na primeira parte, e no meio de alguma desordem táctica, o Sporting jogou num claro 4-4-2 clássico, embora demente e até mesmo estúpido, atendendo às características dos jogadores que iniciaram a partida. Moutinho esteve sempre ao lado de Adrien no centro do terreno. Matias e Veloso andaram perdidos pelas linhas durante o tempo em que resolveram seguir as indicações de Carvalhal. É certo que um jogador mais do que uma posição no terreno é um conjunto de caractíticas que o treinador procura colocar ao serviço do colectivo. Veja-se o debate em torno de Gerard na selecção inglesa. Porém, nem Veloso, nem Matias reúnem as características necessárias para jogar nas alas. Carvalhal, em vez de tentar adoptar rupturas forçadas, faria muito bem se procurasse potenciar o losângulo enquanto trabalha o novo esquema táctico. As dinâmicas colectivas e o aproveitamento de todo o potencial dos jogadores deveriam ser mais importantes para o novo treinador do que supostas rupturas ideológicas com as fantasias tácticas reificadas do seu antecessor. O que se assistiu durante boa parte do jogo em Alvalade foi patético, e não estou a falar do Pedro Silva. Mesmo no momento das substituições, a insistência em Adrien em detrimento de Pereirinha ( o que faria sentido num 4-4-2 clássico) abrindo as alas a mais um extremo, depois da entrada de Izmailov, já cheirou à nossa bem conhecida teimosia.
Quero dar o benefício da dúvida a Carvalhal mas depois do que hoje se assistiu em Alvalade não é fácil. O pior não foi nem o resultado nem a exibição. O mal esteve noutro lado.
A demência, porém, também tem bilhete de época. A coisa mais irritante no futebol do Sporting é a obstinação de João Moutinho em marcar as bolas paradas. Já se percebeu que para aquilo o moço não tem jeito e mesmo quando o Matias se tenta timidamente chegar ao pé da bola o Moutinho arma-se em cagão e despacha o Matias, esse sim um verdadeiro especialista. Por outro lado, e ao contrário do que se diz na vizinhança, não assistimos hoje a um regresso do losângulo, infelizmente. A questão das tácticas tem muito pouco que ver com desenhos calcificados, e nem mesmo nesse plano hoje tivemos losângulo. Na primeira parte, e no meio de alguma desordem táctica, o Sporting jogou num claro 4-4-2 clássico, embora demente e até mesmo estúpido, atendendo às características dos jogadores que iniciaram a partida. Moutinho esteve sempre ao lado de Adrien no centro do terreno. Matias e Veloso andaram perdidos pelas linhas durante o tempo em que resolveram seguir as indicações de Carvalhal. É certo que um jogador mais do que uma posição no terreno é um conjunto de caractíticas que o treinador procura colocar ao serviço do colectivo. Veja-se o debate em torno de Gerard na selecção inglesa. Porém, nem Veloso, nem Matias reúnem as características necessárias para jogar nas alas. Carvalhal, em vez de tentar adoptar rupturas forçadas, faria muito bem se procurasse potenciar o losângulo enquanto trabalha o novo esquema táctico. As dinâmicas colectivas e o aproveitamento de todo o potencial dos jogadores deveriam ser mais importantes para o novo treinador do que supostas rupturas ideológicas com as fantasias tácticas reificadas do seu antecessor. O que se assistiu durante boa parte do jogo em Alvalade foi patético, e não estou a falar do Pedro Silva. Mesmo no momento das substituições, a insistência em Adrien em detrimento de Pereirinha ( o que faria sentido num 4-4-2 clássico) abrindo as alas a mais um extremo, depois da entrada de Izmailov, já cheirou à nossa bem conhecida teimosia.
Quero dar o benefício da dúvida a Carvalhal mas depois do que hoje se assistiu em Alvalade não é fácil. O pior não foi nem o resultado nem a exibição. O mal esteve noutro lado.
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domingo, 29 de novembro de 2009
Fim de Semana Militante
Ontem ida ao jogo de futebol.
Hoje ida ao Pavilhão do Casal Vistoso para assistir à Vitória do Sporting sobre o Sporting da Horta por 36-21.
SL
Hoje ida ao Pavilhão do Casal Vistoso para assistir à Vitória do Sporting sobre o Sporting da Horta por 36-21.
SL
sábado, 28 de novembro de 2009
Do verbo
O exagerado ênfase que muitos colocam na comunicação e na sua importância no funcionamento de qualquer organização é seriamente irritante. Paleio não significa necessariamente acção, mas a própria palavra pode ser entendida como uma forma de acção. Isto é, a comunicação não deixa de ser indicativa do que se vai passando na organização e do que os seus líderes, aqueles que habitualmente "comunicam" com o povo, vão pensando. A notícia de que finalmente o Sporting assinou com a CML o protocolo que nos vai permitir ter os terrenos para construir o pavilhão nas imediações do estádio não mereceu da parte da direcção (pelo menos que eu tenha tido conhecimento) qualquer manifestação pública de regozijo. Aquilo que é um momento histórico na vida do clube mereceu menos paleio da direcção do que meia dúzia de tipos que protestam volta e meia com o treinador ou com isto ou com aquilo. Isto é, para a direcção é mais importante criticar os seus próprios sócios e ameaçá-los de expulsão do que aproveitar a ocasião do protocolo para promover de forma clara não somente as outras modalidades profissionais do clube como também contribuir para a tão necessária união em torno do clube. Ninguém é contra o pavilhão! Mas a nossa direcção parece-lhe ser indiferente. Para a nova direcção o pavilhão parece ser uma promessa eleitoral que se tem de cumprir (e ainda bem) mas nada de especialmente entusiasmante.
Uma segunda boa notícia que marcou a semana do clube foi o facto de o Conselho de Justiça da FPF ter dado provimento à reclamação apresentada pelo Sporting sobre o recurso rejeitado pela Comissão de Disciplina da Liga. O caso é importante não apenas pelo seu valor individual, mas também porque deveria ser um passo na clarificação de muitas das situações que ensombram a arbitragem a de um modo mais geral a regulação do futebol em Portugal. Seria, portanto, mais uma ocasião para o nosso clube mostrar publicamente que está empenhado na reestruturação e clarificação do futebol português, para além de continuar também sedento do sangue de Duarte Gomes. Resultado: nem uma palavra.
Numa rara semana onde tivemos duas boas notícias pode ser que hoje tenhamos a terceira. BORA LÁ!!!
Uma segunda boa notícia que marcou a semana do clube foi o facto de o Conselho de Justiça da FPF ter dado provimento à reclamação apresentada pelo Sporting sobre o recurso rejeitado pela Comissão de Disciplina da Liga. O caso é importante não apenas pelo seu valor individual, mas também porque deveria ser um passo na clarificação de muitas das situações que ensombram a arbitragem a de um modo mais geral a regulação do futebol em Portugal. Seria, portanto, mais uma ocasião para o nosso clube mostrar publicamente que está empenhado na reestruturação e clarificação do futebol português, para além de continuar também sedento do sangue de Duarte Gomes. Resultado: nem uma palavra.
Numa rara semana onde tivemos duas boas notícias pode ser que hoje tenhamos a terceira. BORA LÁ!!!
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domingo, 22 de novembro de 2009
E tudo o Bento levou
A entrevista que ontem Paulo Bento deu ao jornal Record sendo algo de novo no futebol português não apresenta nada de especialmente novo em relação ao que suspeitávamos que se passava, e continua a passar, no Sporting Clube de Portugal e na Sporting SAD e de um modo mais restrito na cabeça do ex-treinador do Sporting.
É algo de novo na medida em que Paulo Bento não hesita em dar nomes às coisas, na maior parte do tempo. Se em relação a Rogério Alves e Sá Pinto, e meia dúzia de jogadores, é perfeitamente claro o mesmo não se verifica na capacidade de reflectir e ponderar sobre as suas próprias opções ao longo destes quatro anos. Se lhe podemos louvar a coragem de assumir e dar a cara por uma certa concepção do que deve ser um clube e do papel do treinador nesse clube notamos igualmente uma incapacidade de ultrapassar um estilo musculado e de combate. Assim a entrevista revela, ao mesmo tempo, algo de muito batido no Sporting, na medida em que verificamos ao fim da meia dúzia de páginas de tempo de antena que o Record lhe dá que havia muito pouco futebol naquela cabeça e naquele balneário. Não falo só do futebol jogado, sobre o qual muito pouco de falou, como também do futebol pensado e vivido. Na maior parte do tempo, e apesar da clareza, no ajuste de contas que Paulo Bento procura realizar a conversa gira em torno de paranóias de poder e de perseguição. Revela-se a incapacidade de perceber que nem toda a contestação era parte de movimentos organizados e conspirativos de tomada de poder. Sobre o facto de as pessoas simplesmente não gostarem do seu futebol e do seu estilo de jogo nem uma palavra. Assim, se ainda restava na imagem de Paulo Bento no Sporting uma ideia de clareza e frontalidade para mim essa ideia morreu ontem. A política da terra queimada continua e Paulo Bento assumiu o papel dos incendiários que crítica ao longo da entrevista. O problema é que esta gente não consegue conceber a ideia de que em qualquer organização, instituição ou clube existem diferenças e que essas diferenças e conflitos são essenciais no bom desempenho das intituições. Por conseguinte, resta uma guerra civil de baixa intensidade que vai sobretudo destruindo o Sporting e os sportinguistas. Uma farsa onde as personagens se vão substituindo mas as (i)lógicas de funcionamento se mantêm. Ainda não é desta que o Sporting se torna no nosso Oriente para lá do Oriente mas a continuarem assim as coisas ainda corremos o risco de daqui a uns tempos estarmos todos a torcer pelo Oriental.
É algo de novo na medida em que Paulo Bento não hesita em dar nomes às coisas, na maior parte do tempo. Se em relação a Rogério Alves e Sá Pinto, e meia dúzia de jogadores, é perfeitamente claro o mesmo não se verifica na capacidade de reflectir e ponderar sobre as suas próprias opções ao longo destes quatro anos. Se lhe podemos louvar a coragem de assumir e dar a cara por uma certa concepção do que deve ser um clube e do papel do treinador nesse clube notamos igualmente uma incapacidade de ultrapassar um estilo musculado e de combate. Assim a entrevista revela, ao mesmo tempo, algo de muito batido no Sporting, na medida em que verificamos ao fim da meia dúzia de páginas de tempo de antena que o Record lhe dá que havia muito pouco futebol naquela cabeça e naquele balneário. Não falo só do futebol jogado, sobre o qual muito pouco de falou, como também do futebol pensado e vivido. Na maior parte do tempo, e apesar da clareza, no ajuste de contas que Paulo Bento procura realizar a conversa gira em torno de paranóias de poder e de perseguição. Revela-se a incapacidade de perceber que nem toda a contestação era parte de movimentos organizados e conspirativos de tomada de poder. Sobre o facto de as pessoas simplesmente não gostarem do seu futebol e do seu estilo de jogo nem uma palavra. Assim, se ainda restava na imagem de Paulo Bento no Sporting uma ideia de clareza e frontalidade para mim essa ideia morreu ontem. A política da terra queimada continua e Paulo Bento assumiu o papel dos incendiários que crítica ao longo da entrevista. O problema é que esta gente não consegue conceber a ideia de que em qualquer organização, instituição ou clube existem diferenças e que essas diferenças e conflitos são essenciais no bom desempenho das intituições. Por conseguinte, resta uma guerra civil de baixa intensidade que vai sobretudo destruindo o Sporting e os sportinguistas. Uma farsa onde as personagens se vão substituindo mas as (i)lógicas de funcionamento se mantêm. Ainda não é desta que o Sporting se torna no nosso Oriente para lá do Oriente mas a continuarem assim as coisas ainda corremos o risco de daqui a uns tempos estarmos todos a torcer pelo Oriental.
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sábado, 21 de novembro de 2009
Pescadores - Sporting
Aqui o Yazalde já tem bilhete para ir a Belém ver os pescadores.
E tu vais ficar com medo da chuva?
E tu vais ficar com medo da chuva?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Rumo à Àfrica do Sul
A selecção nacional consegue ir à África do Sul, mesmo tendo como treinador o maior bluff do futebol português enquanto treinador principal.
Não somos individualmente tão fracos como a qualificação que fizemos.
p.s.: agora que vamos para o mata-mata era bom que desse para o queirós (o homem dos seis) ir para onde ele é bom, no gabinete a fazer planeamentos, e deixasse o banco para quem realmente nasceu para aquilo.
Não somos individualmente tão fracos como a qualificação que fizemos.
p.s.: agora que vamos para o mata-mata era bom que desse para o queirós (o homem dos seis) ir para onde ele é bom, no gabinete a fazer planeamentos, e deixasse o banco para quem realmente nasceu para aquilo.
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Ninguém liga à Liga
Uma pergunta que me ocorreu: o que faz a Liga Portuguesa de Futebol Profissional em Portugal? Alguém lhe conhece um programa, uma iniciativa, uma ideia? Alguém confia neste organismo? Alguém confia nos seus dirigentes Para que serve a Liga e o que fazem os ligadores?
O que têm os clubes-ligantes a dizer? O que tem o Sporting a dizer? A factura do descalabro do futebol leonino passa também, em grossa medida, pela absoluta miséria que é a organização do futebol em Portugal. A tudo isto o Sporting diz também nada, ou quase nada. Só se ouve falar na Liga quando há merda na arbitragem.
O papel da Liga fica-se pelas questões do apito...?
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Por quanto tempo? Que contrapartidas?
No Sporting, já se sabe, há sempre quem diante do incêndio diga: "Não! talvez não seja fogo. A mim parece-me mais água. Bombeiros? Não, não é preciso. Apagar o incêndio?! Mas isto não está a arder. Isso é má vontade. Não há incêndio e se os há são os terroristas que os ateiam!"
Outros, mais pacíficos, dirão: "Não, não sei se é fogo. Pode ser efeito de estufa, pode ser do aquecimento global. Ainda não sabemos, precisamos de mais dados. É preciso dar o benefício da dúvida..."
Ora aí está! O "benefício da dúvida"!
"Benefício da dúvida" é o que os sportinguistas andam a dar há mais de dez anos a esta espécie de modelo que já provou vezes sem conta que não serve. Modelo criado e implementado pelos mesmos que hoje chamam "terrorista" a quem dele duvida, com sérias e sempre acrescidas razões para dele duvidar.
Os factos, como o algodão, não mentem. No Sporting tudo falha. Não ganhamos nada, aumenta o défice, já vendemos as pratas todas, sobretudo as da casa, não se vê qualquer medida concreta para inverter esta situação e as sucessivas direcções, com esta já incluída, apenas se limitam a propôr a reforma, a tal, a mãe de todas as reformas, a tal que vai acabar com os problemas todos, a única possível, cuja aplicação vai finalmente proporcionar a resolução dos problemas que afligem o Clube. Uma reforma que é sempre apresentada com a única alternativa viável, sem a aprovação da qual o Sporting irá mergulhar nas águas do dilúvio. A reforma para acabar com todas as reformas, o milagre, a "solução final" à Sporting...
O Sporting não se gere com "benefícios de dúvida". Gere-se e dirige-se com competência, com ideias! "Benefícios da dúvida" dão-se a quem é competente e tem ideias perante um azar, perante um imponderável. Quando não há nem uma coisa nem outra, quando o azar ou o imponderável viram regra, ou melhor, filosofia de gestão, não há lugar para beneficência!!
Aos adeptos do "benefício da dúvida" pergunto: por quanto tempo? E que contrapartidas exigem para dar esse "benefício da dúvida"?
Outros, mais pacíficos, dirão: "Não, não sei se é fogo. Pode ser efeito de estufa, pode ser do aquecimento global. Ainda não sabemos, precisamos de mais dados. É preciso dar o benefício da dúvida..."
Ora aí está! O "benefício da dúvida"!
"Benefício da dúvida" é o que os sportinguistas andam a dar há mais de dez anos a esta espécie de modelo que já provou vezes sem conta que não serve. Modelo criado e implementado pelos mesmos que hoje chamam "terrorista" a quem dele duvida, com sérias e sempre acrescidas razões para dele duvidar.
Os factos, como o algodão, não mentem. No Sporting tudo falha. Não ganhamos nada, aumenta o défice, já vendemos as pratas todas, sobretudo as da casa, não se vê qualquer medida concreta para inverter esta situação e as sucessivas direcções, com esta já incluída, apenas se limitam a propôr a reforma, a tal, a mãe de todas as reformas, a tal que vai acabar com os problemas todos, a única possível, cuja aplicação vai finalmente proporcionar a resolução dos problemas que afligem o Clube. Uma reforma que é sempre apresentada com a única alternativa viável, sem a aprovação da qual o Sporting irá mergulhar nas águas do dilúvio. A reforma para acabar com todas as reformas, o milagre, a "solução final" à Sporting...
O Sporting não se gere com "benefícios de dúvida". Gere-se e dirige-se com competência, com ideias! "Benefícios da dúvida" dão-se a quem é competente e tem ideias perante um azar, perante um imponderável. Quando não há nem uma coisa nem outra, quando o azar ou o imponderável viram regra, ou melhor, filosofia de gestão, não há lugar para beneficência!!
Aos adeptos do "benefício da dúvida" pergunto: por quanto tempo? E que contrapartidas exigem para dar esse "benefício da dúvida"?
Será isto, bater no fundo?
Não temos plantel. Não temos treinador. Não temos direcção. Não temos capacidade financeira. Não temos ambição. Quase não temos esperança.
Será isto, bater no fundo?
Será isto, bater no fundo?
domingo, 15 de novembro de 2009
Foda-se, caralhos ma fodam
Esta noite sonhei que estava de volta a 88. Em vez do Ali Hassan, do Portela ou do João Luís II tinha para lá o Pedro Silva o Grimi ou sei lá quem. E a comandar esta gente o Raul Águas, o Quinito, o Mário Reis ou o Professor Neca. Foda-se, Carlos Carvalhal?!?!?! O que é que aconteceu? O Luís Campos não aceitou?
Vamos para a segunda, mas eu vou aos jogos todos. E vou aos jogos esta época e na próxima também, quando estivermos na segunda. Para nós vai ser um pesadelo. Para os outros vai ser um fartote. Lá porque um tipo tem um diploma universitário não se torna no Mourinho. Este labrego foi despedido do Marítimo há bem pouco tempo, onde o seu desempenho foi uma vergonha. No Belenenses foi mau, e foi mau sei lá mais onde. Foi mau em todo o lado menos no Leixões, onde nasceu o hype que ainda hoje alimenta o gajo. Se esta merda fosse uma questão de hype ainda metia aqui o vídeo dos Public Enemy, mas caralhos ma fodam, neste gajo até o hype já morreu. Foda-se, estamos fodidos! Cheira a 88. Jorge Gonçalves em versão forever e de juba branca, um clube em crise económico-financeira e um treinador de merda, a quem vão suceder mais dois treinadores de merda ainda época. Foda-se, caralhos ma fodam, tamos fodidos. Mas não de uma forma qualquer. Fodidos por trás, à bruta e sem amor. Sem uma palavra de carinho. Ao menos espero o pedido de desculpas no fim. Caralho, caralho, caralho, caralho. Caralhos ma fodam. Foda-se! É a única puta de palavra que me corre, foda-se, tamos fodidos, caralhos ma fodam
Vamos para a segunda, mas eu vou aos jogos todos. E vou aos jogos esta época e na próxima também, quando estivermos na segunda. Para nós vai ser um pesadelo. Para os outros vai ser um fartote. Lá porque um tipo tem um diploma universitário não se torna no Mourinho. Este labrego foi despedido do Marítimo há bem pouco tempo, onde o seu desempenho foi uma vergonha. No Belenenses foi mau, e foi mau sei lá mais onde. Foi mau em todo o lado menos no Leixões, onde nasceu o hype que ainda hoje alimenta o gajo. Se esta merda fosse uma questão de hype ainda metia aqui o vídeo dos Public Enemy, mas caralhos ma fodam, neste gajo até o hype já morreu. Foda-se, estamos fodidos! Cheira a 88. Jorge Gonçalves em versão forever e de juba branca, um clube em crise económico-financeira e um treinador de merda, a quem vão suceder mais dois treinadores de merda ainda época. Foda-se, caralhos ma fodam, tamos fodidos. Mas não de uma forma qualquer. Fodidos por trás, à bruta e sem amor. Sem uma palavra de carinho. Ao menos espero o pedido de desculpas no fim. Caralho, caralho, caralho, caralho. Caralhos ma fodam. Foda-se! É a única puta de palavra que me corre, foda-se, tamos fodidos, caralhos ma fodam
No aproveitar é que está o ganho
O Carvalhal vai sempre aparecer como segunda escolha. O processo de contratação do novo treinador foi tão mal conduzido --como foi aliás o processo com o treinador anterior-- que a imagem que ficará sempre dele é esta. Vamos ver como Carvalhal vai conseguir lidar com tudo isto. Não é um bom começo e compromete, de certa forma, o seu trabalho logo à partida.
No que respeita ao Sporting e à sua condução tudo tem sido até agora feito com os pés e tresanda a amadorismo. E, no entanto, há uma legitimidade inequívoca neste presidente e foi-lhe dado um aval tácito para agir.
Dito isto, espero que Carlos Carvalhal tenha todo o sucesso do mundo e que este presidente recoloque o Sporting nos carris do sucesso. Espero que saiba ganhar bom senso e que cumpra o papel de um Presidente do Sporting, aglutinando os sportinguistas, pondo fim a divisões, que pacifique, reforme e proceda a uma gestão correcta do Clube. É para isso que foi eleito e é para isso que recebe o ordenado.
Como Presidente da Direcção do Sporting JEB tem sido um total desastre. A partir daqui chega de marialvices e emotividade barata e, sobretudo, de amadorismo.
JEB, tens uma chance mais. Aproveita-a!
No que respeita ao Sporting e à sua condução tudo tem sido até agora feito com os pés e tresanda a amadorismo. E, no entanto, há uma legitimidade inequívoca neste presidente e foi-lhe dado um aval tácito para agir.
Dito isto, espero que Carlos Carvalhal tenha todo o sucesso do mundo e que este presidente recoloque o Sporting nos carris do sucesso. Espero que saiba ganhar bom senso e que cumpra o papel de um Presidente do Sporting, aglutinando os sportinguistas, pondo fim a divisões, que pacifique, reforme e proceda a uma gestão correcta do Clube. É para isso que foi eleito e é para isso que recebe o ordenado.
Como Presidente da Direcção do Sporting JEB tem sido um total desastre. A partir daqui chega de marialvices e emotividade barata e, sobretudo, de amadorismo.
JEB, tens uma chance mais. Aproveita-a!
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