sábado, 30 de maio de 2009
Voces acham mesmo...
sexta-feira, 29 de maio de 2009
O amanhã nunca morre? Talvez não.
3. Mudança não rima com Monarquia
Bem pode JEB exclamar aos lideres das claques "Agora é que é! As coisas vão ser diferentes!" ou alimentarmos a esperança de um presidente mais interventivo, mais próximo do adepto comum, mas quando um candidato se recusa a um debate, seja em que terra for, diz tudo sobre a (demo)cracia que nos espera: um estilo mais casual mas, no fundo, mais do mesmo. Para quem quer ser o presidente da união da família leonina , JEB começa mal. Indo a debate, teria todas as condições para isso. Assim, se for eleito, depois não se queixe.
Com mais ou menos facada, cambalhota ou trapézio JEB é o (oitavo) "natural" sucessor do homem que resolveu dividir para reinar. Potranto, os que se afastaram por não estarem dispostos a aturar presidentes merdosos, ou por sentirem que sequestraram a alma ao clube, não vão voltar por estar lá o primo do primeiro. Todos os outros que se afastaram, essa maioria que não anda nos blogues nem nas AGs, aqueles que quando lhe perguntamos porque deixaram de ir nem eles sabem responder, não vão voltar com JEB pois sentem que pouco ou nada mudará. A começar pelo treinador que, como se viu esta época, não vamos ser campeões tão cedo.. E nem vou falar dos que já não metem lá os pés para o ano.
É isto que vamos também votar. Não é só o meu sporting. É o nosso sporting que está em jogo.
4. Ser Sporting
«És sporting ou benfica?». Hoje a garotada responde que são do Porto.
Pois bem, da candidatura de PPC, apesar da pouca vontade dos pasquins em dar a conhecer o projecto (e da muita vontade, de outro, em adulterar), ele existe - já é uma vantagem em relação à concorrência - é conhecido e tem o mérito de nos oferecer uma alternativa credível ao modelo de sustentabilidade financeira e uma série de medidas que tentarão resgatar a alma e o fervor sportinguista. Reconheço a dificuldade que alguns têm em acreditar na mudança, acreditar em quem desconhecem do espectro mediático. E da tendência em ajuizar com base na pinta que lhe tiramos e em catalogar antes de pensar. A verdade é que se todos os sportinguistas se pautassem por esse diapasão o clube, hoje em dia, andava nos distritais. Sem embargo, as propostas e as pessoas estão aí, e aqui e aqui. Eu, entre as duas propostas para o clube, já pensei e já escolhi. Numa eu acredito. Na outra faz tempo que não.
#Nota final
Se JEB for eleito, daqui a quatro anos já não vale a pena lamentar o quer que seja pois todo o futebol será, com alguma certeza, e com toda a propriedade, dos accionistas. Se PPC for eleito e não cumprir o que promete, os sócios, no âmbito (e mesmo fora dele) das suas responsabilidades, cá estarão para exigir satisfações e propor mudanças. Como sempre, a mandar desde 1906.
O amanhã nunca morre? Talvez sim.
1. O grande passo em falso: votar em JEB é votar num ponto sem retorno
A sua lista propõe-se a cumprir a machadada final do plano das VMOCs onde o clube deixará de ter património e poder de decisão no futebol. A SAD tudo engolirá e não deixará nada para nós, a não ser migalhas. Independentemente de se confiar numa reestruturação financeira desta importância a um bando de malgestores que criaram o maior buraco da história do clube - desenganem-se os que gostam de individualizar a atribuição de responsabilidade: todos partilha(ra)m da mesma visão e modelo de gestão - um sócio que votar JEB estará também, é bom que tenham noção, a dar carta branca para que nos demitam da nossas responsabilidade de decisor ao transferi-la para um qualquer tio oliveirinha$ . Isto é uma desresponsabilização tremenda. Para o bem e para o mal eu não fujo nem delego as minhas responsabilidades de sportinguista noutros (que nem o são!), por mais apelidos que tenham!
Num momento onde um pouco por todo o mundo se começa a reequacionar e reinventar formas de governação que passem pelo envolvimento e participação pública ou directa dos seus "membros" (stakeholders, adeptos, munícipes, eleitores, associados, etc.) através de processos idênticos ao dos modelos associativistas não só como forma de controlar e garantir a ética e rigor das gestões mas porque se percebe os elevados custos "ocultos" de não se envolverem as pessoas, JEB e Dias Ferreira vêm propor-nos o inverso. Mais SAD e menos Clube, dizem-nos. A escolha é, por enquanto, nossa.
2. A inabilidade e incompetência
Atentem ao discurso apocalíptico do "ou é isto ou nada mais resulta!". Quem se esgrime nestes termos, como SF o faz, para além de ser intelectualmente desonesto, mostra o lógica obtusa do pensamento económico pataqueiro desta rapaziada. Depois de anos de presidência e escaldados com a maior crise de sportinguismo como nem nos "dezoito anos" se viu!, continuar, hoje em dia, a pensar nestes termos demonstra a mais deprimentes das ilações: ainda entendem que gerir um clube desportivo se faz da mesma maneira que uma S.A. ou o Banco de onde vieram: há o negócio, há os clientes e.. o resto que se foda!! Óbvio que o SCP não deve ser gerido como o clube da bisca-lambida! O que sempre disse é que não ter uma visão sistémica da Gestão leva a que se tomem decisões do tipo "eu quero lá saber do Yordanov, do pavilhão, e de quem vai a todo o lado, o que me importa é quem paga" ou desvalorizar os jogadores a anunciar aos sete ventos que o queremos vender ou o desrespeitar milhares de sócios em mil e uma ocasiões em que o management fala mais alto, ou a comunicação, ou a defesa dos interesses do clube, ou a segmentação do estádio, os lugares de leão, o retalhar do património do clube, o...
(continua)
Era já a seguir
Alguém disse populismo?
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O cliente nunca tem razão
Acho que nos próximos anos vamos perceber se fomos nós que procedemos erradamente e que é possível comunicar melhor com os sócios e trazê-los para dentro do estádio, ou se isto é um fenómeno sportinguista.
E não foi por falta de êxitos desportivos e de idas à Liga dos Campeões, nem de termos uma equipa culturalmente sportinguista, baseada na formação. Os sportinguistas sentem a vaidade nas palavras, não sentem vaidade nos actos.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Dois modelos
Manchester United versus Barcelona is a dream final for the romantic, two great clubs sharing traditions of skill and panache – yet the broader values they embody seem now to spring from opposing visions of the sport. On one side of Stadio Olimpico tomorrow will be Barça, "mes que un club" – more than a club – as the Catalan institution proclaims itself, bearing Unicef on the shirts, owned by 163,000 members. On the other will stand the famous Man United, soaked in history and tradition with AIG, the ultimate symbol of reckless financial speculation on their chests, and owned by the Glazers.
domingo, 24 de maio de 2009
A táctica da malta - Losango forever!!!
Não na forma aborrecida do 4-4-2 com um trinco, um 10, e dois médios centros, mas numa táctica que aposta no futebol espectáculo (é o último jogo porra), que não leva as pessoas a bocejar a partir dos 20 minutos da partida e que aposta num resultado de 4-3 e não de 1-0 (o ataque é que ganha os campeonatos).
Então para logo aposta-se num 3-4-3.
O guarda redes será Tiago.
O trio de defesas será composto por dois centrais, Tonel à direita, Carriço à esquerda e Polga a libero.
O quarteto do meio campo será composto por Adrien a trinco, Pipi a médio ofensivo e depois dois laterais ofensivos, Rony na esquerda e Pereirinha na direita.
O tridente ofensivo será composto no Derlei a ponta de lança, e dois segundos avançados, Liedson a descair para a direita e Djaló pela esquerda.
Quanto à defesa, como é a última jornada vamos deixar o Polga pensar que ele é um Beckenbauer renascido, que vai ao ataque, que desequilibra, que faz passes de rotura e que remata bem e marca.
No meio campo, claramente a única posição de jeito para o Rony e uma menos má para o extremo Pereirinha.
No ataque, três avançados móveis, ficando Derlei como avançado mais fixo, posição que na qual pode ir trocando com Liedson.
Ficamos com os quatro juniores no banco mais o Patrício. Não deve ser nenhuma novidade para ninguém que os quatro juniores nenhum é extremo, a formação do Sporting já foi a melhor escola de extremos do mundo. Graças ao losango forever podemos dizer Figo, Quaresma, Ronaldo: JÁMÉ.
sábado, 23 de maio de 2009
Não aborrecer, nunca aborrecer
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Melhorismo minimalista
Se o Veloso for vendido é utilizar o dinheiro para abater o passivo e comprar um trinco com mais de 24 anos, que não seja gordo e cujo futebol não seja redundante relativamente às características dos médios mais defensivos que por lá andam. E pronto, depois é arranjar colocação para o resto dos monos (Purovic, Celsinho e etc).
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Descompensação
A crise
terça-feira, 19 de maio de 2009
O candidato da reforma
Ontem José Eduardo Bettencourt (JEB) apresentou a sua candidatura rodeado de amigos, apoiantes, um padre e elementos das claques. Achei bonito, se fosse de uma claque também lá estaria, afinal convém sempre apoiar o futuro hipotético candidato de forma a não perder o status quo.
JEB terá dito que não fomos campeões por falta de sorte (esta também faz parte do apito dourado? A senhora sorte?) mas que com um bocado mais de treino seremos campeões. Para já gostei destas declarações. Ou seja, Paulo Bento terá de pôr a equipa a treinar mais pois esta não treina o suficiente. Ou então terá Paulo Bento de treinar mais, para deixar de ser um treinador danoninho e conseguir chegar ao primeiro lugar.
Outro ponto positivo nesta candidatura foi o facto de JEB ter dito que enganou muita gente, ao menos começa bem, a dizer a verdade.
Outro ponto ainda positivo foi ter dito que defende a transparência, eu também, e é por isso que acredito que com JEB os ordenados dos administradores da SAD e do clube (a existir) serão públicos. Acredito ainda (nesta minha fase pueril e de acreditar no pai natal verde) que será feita uma auditoria externa às contas do grupo Sporting nestes últimos 13 anos. Acredito piamente que foi por isso que Ernesto Ferreira da Silva apoia JEB. Ele que é um dos líderes da BDO, empresa que é ROC do Sporting será um dos defensores de uma auditoria às contas do clube, tal como fizeram no BPN.
Ainda mais positivo ainda será o rumo de mudança que deverá ser proposto por JEB, à excepção de Rogério Alves para presidente da mesa da assembleia geral, de Ribeiro Telles, Paulo Bento, Pedro Barbosa para o futebol, de Nobre Guedes para a área financeira e de Salema Garção para o marketing, os rostos que restam poderão ser diferentes. Grandes mudanças em perspectiva!
Os sócios e adeptos do Sporting já prometem fazer fila para adquirirem os bilhetes de época, então com uma nova estratégia de marketing liderada por quem liderou estas últimas, o sucesso é garantido.
Assim , sinto-me esperançado, pois agora quem ganham campeonatos já não são os violinos dentro de campo, mas aqueles de jogam por fora e JEB já tem os seus cinco violinos (Rogério Alves, Ribeiro Telles, Paulo Bento, Pedro Barbosa e Nobre Guedes e ainda poderemos contar com um violoncelo que dá pelo nome de Salema Garção.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O princípe herdeiro
domingo, 17 de maio de 2009
O Alex Ferguson deles
sábado, 16 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
A Ilíada Sportinguista
Se o Sporting já passou por uma odisseia de 18 anos, e convém não esquecer que a Odisseia foi escrita depois de Tróia, nós ao contrário, já tivemos a nossa 1ª odisseia, estamos presentemente na Ilíada (não confundir com situação idílica) e ao mesmo tempo numa meia odisseia que dura à 7 anos e se o cavalo de Tróia entrar mesmo então o mais certo é termos outra odisseia completa ou mesmo uma odisseia definitiva.
Que estamos numa guerra tipo ilíada ninguém tem dúvida, o que eu temo é que tal como no poema homérico o Aquiles seja morto, a cidade saqueada e o irmão do rei (o cornudo) venha a reinar.
Ora vamos relacionar este factos ocorridos há mais de 3.000 com o Sporting actual. A odisseia, e a meia odisseia já todos sabemos situá-las, Tróia é o Sporting, o cavalo de Tróia é bem capaz de ser algum dos candidatos a presidente (há quem defenda que o cavalo de Tróia já entrou em Tróia há cerca de 13 anos e ataca como um vírus informático destruindo o sistema Sportinguista). Quanto ao nosso Aquiles, temo que também há 13 anos tenha sido apanhando pelas costas indefeso, e hoje só restam os seus mirmidões a tentar combater os oligarcas do rei morto. Aqui para que não restem dúvidas, o Aquiles personificava a Ideia do Sporting onde ficar abaixo do 1º lugar era mau, onde não ter um pavilhão era herético e ser do Sporting era ser diferente dos outros. Os mirmidões hoje estão representados pela candidatura de Paulo Cristóvão e seus apoiantes. O rei agamêmnon, que fisicamente continua vivo, era Roquete e os seus seguidores os oligarcas do continuísmo.
Dentro desta corrente do continuísmo, depois de dias da cunha e soares franco (além da panóplia de acólitos que por lá passaram - os carlos janelas - continuam outros como os menezes, os salemas, os carlos cruz(es), os ricarddis, os menezes, nobre guedes. São estes em que, ainda o cadáver está quente, e já procuram suceder-lhe e procurar os encostos uns dos outros para que não caiam todos. São os proto-candidatos, os que não se entendem e na sua pequenez procuram alguém que os guie. São os seguidores do cavalo de Tróia.
